Como assim? Viver é político! E é muito pertinente que prefeitos anteriores se posicionem frente ao descaso do atual prefeito Sebastião Melo, um neoliberal que governa para uma elite atrasada e burra. O articulista, certamente um porta-voz do neoliberalismo, defensor do lucro privado e a socialização do prejuízo, deveria estar cobrando da concessionária do aeroporto Salgado Filho, e não conclamando a entes públicos para que reconstruam com rapidez o que deveria ser prioridade da FRAPORT, empresa alemã atual responsável por esse imóvel, que pertencia ao povo gaúcho.
A reconstrução ja está garantida com as dezenas de bilhões de reais que o governo federal já disponibilizou para que o estado e o povo gaúcho, inicie seu reerguimento imediatamente.
Além, desse montante, mais 5 bilhões de reais vieram se somar do NDB, ou o Banco dos BRICS.
Esse Banco do Brics, presidido pela ex-presidente Dilma Rousseff, vai destinar mais de R$ 5,7 bilhões para reconstrução de infraestrutura. Então já são quase 60 bilhões de reais somente para o povo gaúcho. É isso é político.
Escolher os que sofrem é político, mesmo que esses que hoje sofrem estejam pagando o preço astronômico de elegerem políticos neoliberais que sucateiam e agem com descaso e abandono do que ainda resta.
Quem não fez o tema de casa é que vai sofrer como o nosso atual prefeito inepto em muitas áreas, uma vez que nem sequer cadastrou os moradores que perderam tudo.
Respirar, desejar o bem-estar, exigir saúde, educação e segurança pública é político.
Cobrar responsabilidades e apontar os culpados pela tragédia é nosso dever dioturnamente e sistematicamente; do contrário estamos tentando tapar o Sol com uma peneira.
Existir é ser/estar politicamente no mundo. Auxiliar, ajudar no que pudermos, sermos solidários e demonstrar empatia é um direito.
Mas apontar o dedo para os prefeitos que enganam, sucateiam, e querem um estado mínimo é nosso dever e nossa obrigação. Qualquer outra coisa é “desvio de função” do ser humano.
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