INÍCIO

08 fevereiro 2025

RECEITA DE MANTEIGA VEGANA

MANTEIGA VEGANA ANTIFÚNGICA 

Créditos: @patriciasteniconutri




Além de possuir ingredientes com propriedades antiinflamatórias e antifúngicas (antimicóticas), essa manteiga possui um sabor sofisticado.

São muitos aromas e aquele sabor que lembra restaurante chique. Além do mais, é uma opção para dietas com restrição de lactose!

Eu tenho certeza que não fico mais sem essa manteiga em casa, perfeita demais.

Ingredientes

1/2 Xícara de óleo de coco sem sabor, 120ml,
Xícara de (café) de azeite de oliva, 50ml
Dentes de alho 

1/2 Colher de (chá) de cúrcuma em pó

1/2 Colher de (café) de sal marinho

Finalize com:

1 Ramo de alecrim fresco ou desidratado

2 a 3 Folhas de sálvia fresca

1/2 Colher de (chá) de orégano desidratado

2 Raminhos de orégano fresco (opcional)

* Modo de preparo:

Bata os ingredientes no liquidificador por cerca de 2 minutos.

Em seguida despeje a manteiga em uma tigela com tampa e adicione as ervas aromáticas. Leve para a geladeira por 3 a 4 horas ou até ganhar consistência de manteiga.(1)


Fonte

RECEITA DE CREME DE ABÓBORA

VELOUTÉ DE POTIRON
CREME DE ABÓBORA FRANCÊS 

Originalmente é uma receita vegana que eu transformei em receita não-vegana. 










(1)


Ingredientes

Abóbora pequena a média
Leite de coco, 200ml
Cebola roxa 
Alho, 1 cabeça
Punhado de tomate cereja ou 2 tomates normais 
Caldo de legumes, 350 ml ou mais, dependendo da espessura desejada (ou caldo de carne, ou frango) 
Gengibre fresco ralado (opcional, 1 colher de chá) 
Azeite de oliva a gosto
Cominho seco, 1 colher de chá
Páprica, 1 colher de chá
Tomilho, 1 colher de chá
Alecrim, 1 colher de chá
Sal e pimenta a gosto 
Coentro fresco para decorar 
Flocos de pimenta 

Para torradas de queijo

Pão, 2 fatias
Queijo vegetal ou animal 
Manteiga vegana ou manteiga animal 

Pré-aqueça o forno: 
Pré-aqueça o forno a 180 graus Celsius. 

Legumes cortados: 
Corte a abóbora, a cebola, o alho e o tomate e coloque-os em uma assadeira, quanto menor cortarmos, mais rápido eles amolecerão. 

Adicione temperos e azeite: 
Misture com azeite e especiarias, cominho, paprica, tomilho, alecrim. 

Asse: 
Cubra a mistura de vegetais com papel alumínio e leve ao forno por cerca de 1 hora ou até que os vegetais estejam dourados e macios. 

Cozimento: 
Coloque essa mistura de vegetais assados num liquidificador e faça um purê; acrescente o caldo de legumes ou o caldo de galinha (frango).
Coloque esse purê em uma panela e aqueça em fogo médio. 
Adicione o leite de coco e cozinhe, mexendo, por 2 minutos. 

Prove e decore: Tempere com sal, pimenta e pimenta em flocos a gosto. Decore com coentros frescos e sirva. 
Prepare torradas de queijo: espalhe manteiga vegana em duas fatias de pão e cubra com queijo. Frite dos dois lados em uma frigideira até dourar e sirva com a sopa.



Fonte 











ESTATAIS

ESTATAIS 


A DIREITA E A EXTREMA DIREITA que defendem os burgueses, os ricos e exploradores,  só fazem opovo trabalhador em particular e o povo brasileiro como um todo, perder todos os direitos que foram conquistados com muita luta. Vejam isso:

China tem 115 mil empresas estatais,

Estados Unidos que se diz 100% capitalista tem 7000 empresas estatais, 

Alemanha tem 15000 empresas estatais.


E o Brasil querendo dar as suas ESTATAIS de graça, as poucas que ainda restam. 


O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos tornou lançar, nesta sexta-feira (26/7/2024), o Relatório Agregado das Empresas Estatais Federais, que sistematiza e consolida os principais dados econômicos, contábeis, e operacionais relativos à atuação das empresas controladas pela União em 2023. 

Entre os principais pontos do balanço destaca-se a riqueza produzida pelas estatais no ano passado (2023), contabilmente registrada como seu Valor Adicionado Bruto, que foi de R$ 627,1 bilhões, o que equivale a 5,75% de todo o Produto Interno Bruto brasileiro.

O relatório também aponta que o ano de 2023 foi marcado pelo forte crescimento do lucro líquido de bancos públicos e da Petrobras:

Banco do Brasil:que cresceu 9,1%, chegando a R$ 33,8 bi) e da 
Caixa Econômica Federal: crescimento de 20%, chegando a R$ 11,7 bilhões. 
Petrobras: apesar da queda na cotação global do petróleo no período, bateu recordes de produção e teve o segundo melhor resultado de sua história R$ 125,2 bilhões de reais.

Em seu conjunto, as estatais apresentaram um lucro líquido de R$ 197,9 bilhões. A redução neste valor (em cerca de 28% frente ao ano anterior) se deve, principalmente, à variação dos resultados da Petrobras. Durante o ano de 2023, as estatais federais pagaram R$ 128,1 bilhões em dividendos e Juros sobre Capital Próprio a seus acionistas. A União recebeu R$ 49,4 bilhões em pagamentos nesta modalidade. Somente esses dados nos mostram que as estatais brasileiras estão entre as empresas de seu gênero que mais dão lucro no planeta. Nenhum gestor que ocupe temporariamente a cadeira de prefeito, governador ou presidente poderia vender qualquer estatal. São empresas PÚBLICAS. PERTENCEM AO POVO BRASILEIRO. E são lucrativas. 

“Ao olharmos as estatais federais em seu conjunto, fica claro que elas são extremamente positivas para a economia brasileira. Ao mesmo tempo em que contribuem para as contas públicas, recolhendo impostos e gerando dividendos, movimentam o mercado de capitais e as cadeias produtivas do setor privado e gerando empregos em suas imensas cadeias produtivas. 
Além disso, possibilitam ao Brasil o domínio de tecnologias-chave e entregam muito valor público à sociedade”, afirma a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.

Ao todo, a União controla diretamente 44 estatais federais que atuam em uma série de setores

Além do petróleo e dos bancos públicos, há empresas de abastecimento, de administração hospitalar, portos organizados, tecnologia e defesa, entre outros. 
De forma indireta, a União também controla outras 79 empresas que são subsidiárias das empresas de controle direto.

De acordo com o relatório, juntas, estas 123 empresas estatais empregavam, ao todo, 436.283 trabalhadoras e trabalhadores e destinaram, em 2023, R$ 130,6 bilhões em remuneração e benefícios. O número de empregados, que havia sofrido uma queda de 8,2% entre 2019 e 2022, sofreu um leve aumento (0,5%) no último ano de 2023.


Outros dados

Segundo o relatório agregado, 17 das 44 empresas de controle direto da União precisaram, ao longo de 2023, de recursos da União para o custeio de suas atividades, repetindo a situação dos anos anteriores. Essas são as empresas consideradas “dependentes de recursos do Tesouro Nacional” às quais foram repassadas subvenções de R$ 23,9 bilhões, o que não representa nem metade dos dividendos recebidos pela União no período.

Mais da metade, 56% do total, do que foi repassado às estatais sob a forma de subvenção teve como destino empresas voltadas à administração de hospitais que prestam serviços à população e possibilitam a formação de profissionais da saúde (Ebserh, que administra hospitais das Universidades Federais, Grupo Hospitalar Conceição, uma rede de hospitais de Porto Alegre, e Hospital de Clínicas de Porto Alegre, o HCPA). Outros 16% foram para a Embrapa, cujas tecnologias possibilitaram, apenas no ano de 2023, cerca de R$ 80,5 bilhões em benefícios econômicos decorrentes de aumento de produtividade e redução de custos para os produtores agropecuários.

Sobre o relatório

Diferentemente dos relatórios anteriormente publicados, a edição referente ao exercício de 2023 do Relatório Agregado das Empresas Estatais Federais traz uma visão geral sobre as atividades-fim de cada empresa, buscando relacioná-las às principais políticas públicas e de desenvolvimento. O documento mostra, por exemplo, que os mais de 40 hospitais administrados por estatais, ao fim do ano, realizaram mais de 8 milhões de consultas e 283 mil cirurgias de diferentes complexidades. O relatório também apresenta como os bancos públicos foram importantes na execução de políticas de crédito, em linha com os principais programas governamentais.

O documento foi produzido pela Sest/MGI reunindo e consolidando informações geradas pelas próprias organizações em seus demonstrativos contábeis, econômicos e afins. O Relatório Agregado é parte do compromisso do Ministério da Gestão de prover dados, informações e análises de modo a qualificar o debate público e processo decisório das políticas públicas, baseados em evidências, transparência, governo aberto e integridade.



Fonte
















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MUNDO

O  MUNDO É POLÍTICO 



Eu destruo AI ocidentais






QUÍRON O CURADOR CÓSMIGO

YOU CAN CONTACT YOUR INNER HEALER WITH CHIRON IN THE SIGN OF ARIES


Χειρων

1.

KHEIRON Χειρων, Cheiron, Quíron era o mais velho e mais sábio dos Kentauroi, Centauros, uma tribo da Tessália de homens meio-cavalos. Ao contrário de seus irmãos, Kheiron era filho imortal do Titã Cronos e meio-irmão de Zeus. Quando o encontro de Cronos com a ninfa Filira foi interrompido por Reia, ele se transformou em um cavalo para passar despercebido e o resultado foi esse filho biforme (meio homem meio cavalo). O resto dos Kentauroi, Centauros foram gerados pela nuvem Nephele nas encostas do Monte Pelion, na Magnésia, onde foram amamentados pelas filhas de Kheiron. 

Kheiron foi um professor renomado que orientou muitos dos maiores heróis do mito, incluindo os Argonautas Jasão e Peleu, o médico Asclépio (Esculápio), o semideus Aristaios (Aristaeus) e Aquiles (Aquiles) de Tróia. O velho Centauro foi acidentalmente ferido por Hércules quando o herói lutava contra outros membros da tribo ou quando aprendia a usar o arco). A ferida, envenenada com veneno de Hidra, era incurável e, sofrendo uma dor insuportável, Kheiron renunciou voluntariamente à sua imortalidade. Zeus então o colocou entre as estrelas como a constelação de Sagitário ou Centauro.

Quíron (1)

Na antiga pintura de vasos gregos, Kheiron era frequentemente retratado com uma forma bastante distinta daquela dos outros Kentauroi, ele tinha o corpo inteiro de um homem, da cabeça aos pés, com um corpo parcial de cavalo preso à garupa, e estava vestido com uma túnica longa e botas. Esta forma incomum pode simplesmente refletir sua aparição no drama grego, onde as limitações do figurino exigiam uma simplificação da forma centaurina. Os outros Kentauroi, que não aparecem no drama ateniense, foram retratados nus e com formas totalmente equinas abaixo da cintura.

O nome de Kheiron foi derivado da palavra grega para mão, kheir, e significava algo como “hábil com as mãos”. No mito, também estava intimamente associado à palavra kheirourgos, “cirurgião”, devido ao seu conhecimento das plantas medicinais, dos fenômenos da natureza e de como curar doenças que afetavam o corpo.


PAIS DE QUÍRON 

KRONOS & PHILYRA (Titanomachia Frag 6, Pindar Pythian Ode 3, Apollodorus 1.8, Apollonius Rhodius 2.1231, Hyginus Faulaeb 138, Hyginus Astronomica 2.38, Ovid Metamorphoses 6.126 e 7.352, Ovid Fasti 5.379, Virgil Georgics 3.92 e 3.549, Plínio História Natural 7.197)

FILHOS 

OS PELIONIDES NYMPHAI (por Khariklo) (Píndar Pythian Ode 5)

ENDEIS (Hyginus Fabulae 14)

MELANIPPE (Eurípides Melanippe Frag, Callimachus Frag, Hyginus Astronomica 2.18)

OKYRRHOE (por Khariklo) (Ovídio Metamorfoses 2.635)

KARYSTOS (por Khariklo) (Scholiast em Píndaro Pítico 4.181, Eustathius em Homero 281)


2.

Centauros são seres da mitologia grega cujo corpo é composto, em sua metade superior, de dorso, braços e cabeça de homem e, na inferior, de lombo, pernas e patas de cavalo.

Sobre sua origem, há duas versões do mito: numa delas, são descendentes de Ixion e de uma nuvem, na outra, descendentes de Cronos e Filira (Cronos é Saturno na mitologia latina), de cuja união nasceu um ser meio homem, meio cavalo, que se uniu com éguas do monte Pélion gerando uma raça de Centauros. Quíron é um deles. Quíron é o mais velho e célebre dos centauros e diferencia-se de sua espécie pelo uso da razão, por orientar sua força pela mente, por princípios superiores e por dirigi-la para os bons combates.
Quíron vive sozinho numa caverna no monte Pélion, sem, no entanto, isolar-se do mundo. Além de meditar, estudar, pesquisar e buscar o conhecimento, é também professor e educador, sendo responsável pela formação e instrução de heróis, deuses, semideuses e comuns mortais.

Suas especialidades são a medicina (conhece o poder das ervas, das plantas e das forças da natureza), as ciências, a filosofia, a ética, a música, as artes da caça e da guerra (apenas com finalidades de sobrevivência) e os ritos religiosos. Foi mentor de muitos heróis gregos: Frasão, Aquiles, Hércules (que tornou-se um de seus grandes amigos) e de Asclépio (ou Esculápio) que, por seu poder de cura, foi chamado por muitos de “o pai da medicina”.
Quíron, como outras divindades ctônicas, um filho da terra, simboliza a sabedoria da natureza e do próprio corpo. Rejeitado por seus pais biológicos devido a estranheza de sua forma física, Quíron foi adotado e educado por Apolo (deus da profecia, da música, da poesia e da medicina, um modelo de sabedoria, justiça, beleza e juventude), de quem herdou sua sabedoria e por intermédio de quem desenvolveu seus próprios dons.

Quíron dedica sua vida à cultura, harmonia, ordem, criatividade e conhecimento, energias opostas ao forte traço instintivo de suas origens e de sua raça. Seu destino, contudo, é um tanto trágico. 

Seu final é triste, mas, ao mesmo tempo, transformador, pois revela a possibilidade de libertação do sofrimento e de redenção. A solução se apresenta através de uma troca, uma espécie de negociação feita por Hércules junto a Zeus para ajudar seu amigo. Prometeu, castigado por roubar o fogo (conhecimento) dos deuses para dar aos homens, havia sido condenado a ser amarrado a uma montanha e ter seu fígado eternamente devorado por uma ave de rapina, mas o fígado se recompunha durante a noite. Zeus havia decretado que, para que ele fosse libertado, um imortal precisaria renunciar à imortalidade e tomar seu lugar. Quíron então oferece seu privilégio de imortalidade para Prometeu e, assim, passa para o reino dos mortos, obtendo seu merecido repouso. Por fim, a libertação de seu próprio sofrimento foi também a libertação do sofrimento do outro, mas Zeus o colocou no céu, na forma da constelação de sagitário uma constelação zodiacal.  
Desta forma, Sagitário é uma das constelações do zodíaco e está localizada no hemisfério celestial sul. É uma das 48 constelações listadas pelo astrônomo Ptolemeu do século II e continua sendo uma das 88 constelações modernas. Seu antigo símbolo astronômico é (♐︎). Seu nome em latim significa “arqueiro”. Sagitário é comumente representado como um centauro retesando um arco. Situa-se entre Scorpius e Ophiuchus a oeste e Capricornus e Microscopium a leste.

O centro da Via Láctea, nossa galáxia, fica na parte mais ocidental de Sagitário, onde localiza-se o Sagitário A*.


3.

QUÍRON, o curador cósmico, está agora em Áries. O centauro ferido Quíron entrou em Áries em 18 de fevereiro de 2019, depois de passar mais de sete anos no signo de Peixes, e lá permanecerá até 2027.

Embora Quíron tenha sido originalmente classificado como um asteroide, descobriu-se que possui um comportamento típico de cometas. Foi o primeiro membro conhecido de uma classe de objetos atualmente denominados centauros, que têm órbitas entre Saturno e Urano e que partilham características com asteroides e cometas. Por essa razão, alguns destes corpos possuem uma designação oficial de asteroide e outra relativa aos cometas. No caso de Quíron, é o asteroide 2060 Quíron e é também o cometa 95P/Quíron. O nome próprio associado à sua designação oficial refere-se ao centauro Quíron da mitologia grega e foi mais tarde sugerido que nomes de centauros mitológicos passassem a ser atribuídos exclusivamente a objetos desta classe.

Este asteroide, segundo a astrologia, traz consigo um ciclo em que melhoraremos a nossa confiança, incluindo a imagem corporal. Estes são temas delicados que podem ter um grande efeito sobre nós. Os problemas pessoais e de saúde que impediam o nosso progresso estão prestes a ser revistos e resolvidos. Para quem acredita, essa característica é maravilhosa.

Aprenderemos a nos afirmar e a focar em nossas necessidades em doses saudáveis, sem nos sentirmos culpados no processo. Este trânsito enfatiza o conceito de que a cura começa dentro de si mesmo; o que é corroborado pela etimologia de Cheiron o médico, cirurgião.

Esta passagem de Quíron é extraordinariamente longa, com o corpo celeste passando oito anos em Áries. 

Isso é ainda mais longo do que uma passagem de Urano. Para efeito de comparação, quando Quíron transita por Libra, leva menos de dois anos, o que é menos do que um trânsito de Saturno.

Há muitos problemas que precisam ser resolvidos, e é por isso que Quíron passa tanto tempo em Áries.

Áries está conectado à nossa identidade. Quíron é popularmente conhecido como o curador de feridos. Ao transitar em Áries, o objetivo de Quíron é curar a ferida mais profunda de todas: a ferida de nossa identidade pessoal.

O que isso significa pode significar? Quíron deixa uma parte do seu mapa e se move para uma área que você realmente não explorou profundamente, ou nem sequer tocou. Quíron em trânsito em Áries apontará para a área que você precisa curar para integrar todas as suas partes e se tornar inteiro novamente.

É bom lembrar quem é Quíron... o mais sábio e nobre de todos os Centauros da Mitologia Clássica. 

Enquanto todos os outros centauros galopavam para a ruína desenfreada e para o esquecimento na embriaguez, apenas Quíron compartilhou o conhecimento que herdou dos Titãs... ensinando uma série de jovens sensíveis... Aquiles, Jasão, Perseu, Teseu, Ájax, Dionísio, Hércules... uma lista interminável de heróis e semideuses. Ele os educou nas artes e nas ciências... ensinando-os a serem músicos e médicos.

Diz-se que o próprio Esculápio se tornou o deus da medicina apenas através das mãos hábeis de Quíron... “mãos hábeis de Quíron” em grego "kheirourgos" vivendo até hoje na palavra “chirurgie”... cirurgião.

Infelizmente... para usar outra palavra encontrada na maioria dos mitos gregos... Quíron foi acidentalmente ferido por uma flecha envenenada com o veneno da hidra enquanto ensinava tiro com arco a Hércules. Hércules, foi o culpado por esse acidente.

Em vez de usar todos os seus poderes para se curar... não deixando nada para seus alunos... Quíron renunciou voluntariamente à imortalidade e morreu... após o que seu meio-irmão Zeus o colocou entre as estrelas como a Constelação de Sagitário.

O enlutado Hércules passou a ser tutor de uma série de jovens... mais notavelmente seu amado Hylas... que foi sequestrado por ninfas, para nunca mais ser visto... levando Hércules a vasculhar o mundo... gritando "Hylas! Hylas!" onde quer que ele fosse.

Hylas é a fonte da palavra inglesa: Alas!

Baseando-se na mitologia clássica, Carl Jung cunhou o termo “curador ferido” para descrever como os psicoterapeutas devem se conectar com o arquétipo de Quíron. Jung disse que os melhores psicanalistas precisam desesperadamente de cura... e que, identificando-se com seu “curador ferido” interior, eles podem curar seus pacientes... mesmo que sejam incapazes de curar a si mesmos.


4.

Asclépio aprendera a arte de curar com o centauro Quiron, segundo a lenda. Promovia a cura dos doentes e até ressuscitava os mortos. Enciumado por estes triunfos e pela subversão da ordem natural das coisas, Zeus matou-o com um raio e Asclépio, após sua morte, foi recebido como um deus. Esta é a origem na mitologia grega do deus da medicina, que era como Asclépio era cultuado por volta de 429 a.C., e representado por uma serpente. Com a conquista da Grécia pelos romanos, estes assimilaram os deuses da mitologia grega, trocando-lhes os nomes: Asclépio passou a chamar-se Esculápio.

Esculapio.

Esculápio, Museu do Vaticano.

A serpente representa um papel importante na velha medicina mágica, representando as forças subterrâneas e, portanto, os deuses das regiõesi inferiores. Asclépio, ou Esculápio, a princípio, provavelmente foi venerado como deus das regiões inferiores e aparecia sob a forma de uma serpente, a quem eram oferecidas as oferendas. Posteriormente Asclépio é representado em várias esculturas segurando um bastão com uma serpente em volta.

Dois símbolos têm sido usados ultimamente em conexão com a medicina: o símbolo de Asclépio, representado por um bastão tosco com uma serpente em volta, e o símbolo de Hermes, chamado caduceu, que consiste em um bastão mais bem trabalhado, com duas serpentes dispostas em espirais ascendentes, simétricas e opostas, e com duas asas na sua extremidade superior.

Se o símbolo de Asclépio está ligado à tradição médica, já o de Hermes (Mercúrio, para os romanos) está ligado ao comércio e, erroneamente, muitas vezes interpretado como símbolo da arte médica, o que se constitui em verdadeira heresia. Hermes, na mitologia grega, é considerado um deus desonesto e trapaceiro, deidade do lucro e protetor dos ladrões. Possuía a capacidade de deslocar-se com a velocidade do pensamento e por isso tornou-se o mensageiro dos deuses do Olimpo e o deus dos viajantes e das estradas. Como o comércio na antigüidade era do tipo ambulante, Hermes foi consagrado como o deus do comércio. Por isso o caduceu é o símbolo do comércio e dos viajantes, sendo utilizado em emblemas de associações comerciais e escritórios de contabilidade, por exemplo.

Várias tentativas existem para explicar porque há confusão entre o símbolo de Asclépio e o caduceu de Hermes, embora nenhuma explicação seja definitiva. Concorrem para isso uma série de distorções e erros históricos. 

Durante a Idade Média, o bastão com as duas serpentes era utilizado como símbolo por impressores, mercadores, associações comerciais e até por sociedades secretas. O bastão acabou sendo associado também à alquimia. A ligação entre os médicos medievais e a alquimia fez o resto: na Inglaterra do século XV o caduceu de Hermes se tornou o emblema da classe médica e passou a ser estampado até nos livros de medicina.

Outro fato, ocorrido no século XVI, aumentou a confusão. Um prestigiado editor suíço, Johan Froebe, adotou para sua editora um logotipo inspirado no caduceu de Hermes e o utilizou na capa de obras clássicas de Hipócrates. Posteriormente, outros editores na Inglaterra e Estados Unidos fizeram o mesmo.

Mais recentemente, o fato que mais contribuiu para a difusão do caduceu de Hermes como símbolo da medicina foi a sua adoção pelo Exército norte-americano como insígnia do seu departamento médico, no século XIX, uma escolha errônea e que demonstra desconhecimento da iconografia mitológica.



Tradução/Transcrição

CHIRON the cosmic healer is now in Aries. The wounded centaur Chiron entered Aries on 18 February 2019, after spending over seven years in the sign of Pisces, and will stay there until 2027. This minor planet brings with it a cycle in which we will be improving our confidence, including body image. These are sensitive topics that can have a big effect on us. Personal and health problems that were hindering our progress are about to be revised and resolved. We will be learning to assert ourselves and focus on our needs in healthy doses without feeling guilty in the process. This transit emphasizes the concept that healing begins within oneself. This transit of Chiron is unusually long, with the heavenly body spending eight years in Aries. That is even longer than a Uranus transit. For comparison, when Chiron transits Libra, it takes it less than two years which is less than a Saturn transit.

Honestly, there are many issues that require resolving which is why Chiron spends so much time in Aries. 
Aries is connected to our identity. Chiron is popularly known as the wounded healer. When transiting Aries, Chiron’s goal is to heal the deepest wound of them all: our personal identity wound. What does it mean for you? Chiron leaves a part of your chart and moves into an area you have not really explored into depth, or have not even touched at all. Chiron transiting Aries will point to the area you need to heal so that you integrate all your parts and become whole again.

It is good to remember who Chiron is ... the wisest and noblest of all the Centaurs in Classical Mythology. While all the other centaurs galloped off to riotous ruin and drunken oblivion, Chiron alone shared the knowledge he had inherited from the Titans ... tutoring a series of sensitive youths ... Achilles, Jason, Perseus, Theseus, Ajax, Dionysus, Hercules ... an endless list of heroes and demigods. He schooled them in the arts and sciences ... teaching them to be musicians and physicians.

It is said that Aesculapius himself became the god of medicine only through the skilled hands of Chiron ... "Chiron's skilled hands" in Greek "kheirourgos" living on today in the word “chirurgie” ... “surgeon.”

Alas ... to use another word found in most Greek Myths ... Chiron was accidentally wounded by a hydra-venom arrow whilst teaching Hercules archery. Rather than use all his powers to heal himself ... leaving nothing for his pupils ... Chiron voluntarily relinquished immortality and died ... whereupon his half-brother Zeus placed him amongst the stars as the Constellation of Sagittarius. Grieving Hercules went on to tutor a series of twinkish youths himself ... most notably his beloved Hylas ... who was abducted by nymphs, never to be seen again ... prompting Hercules to search the world ... shouting "Hylas! Hylas!" everywhere he went. Hylas is the source of the English word: "Alas!"

Drawing on Classical Mythology, Carl Jung coined the term "wounded healer" to describe how psychotherapists must connect with the archetype of Chiron. Jung said that the best psychoanalysts are themselves in desperate need of healing ... and that, by identifying with their inner "wounded healer," they can heal their patients ... even if they are unable to heal themselves.




Fonte








POLÍTICA DIÁRIA

 POLÍTICA BRASILEIRA



















E O DESCARAMENTO Do Hugo Motta, FINGINDO NEGACIONISMO 
DO 08 DE JANEIRO? 
“Tem Cara De TENTATIVA GOLPISTA Tem Cheiro De TENTATIVA GOLPISTA, Tem Jeito De TENTATIVA GOLPISTA, Só Não Chama De TENTATIVA GOLPISTA Quem Não Quer. E Se Não Quer É Por Alguma Razão”






07 fevereiro 2025

TRY

TRY
(Marlisa)
Há 9 anos atrás
Quanta saudades daquele mundo! 



(…)
Where there is desire
There is gonna be a flame
Where there is a flame
Someone's bound to get burned
But just because it burns
Doesn't mean you're gonna die
You've gotta get up and try, and try, and try

(…)




SIMBOLOGIA 4

SIMBOLOGIA 4

Símbolos compreendem todas as dimensões da vida humana desde o nascimento, a inserção na vida social, desenvolvimento e construção do papel individual e social no mundo. 

Símbolos são imagens, objetos, sinais ou gestos que representam ou substituem algo. 
Os símbolos são usados para expressar ideias, sentimentos, crenças, fatos, situações ou mitos. 
Os símbolos podem ser: 

Linguísticos
Uma forma encurtada de uma palavra, como o km, que representa quilômetro.

Gráficos
Uma imagem que representa uma ideia ou realidade.

Tridimensionais
Um objeto que representa uma ideia ou realidade.

Sonoros
Um som que representa uma ideia ou realidade.

Gestuais
Um movimento que representa ou corporifica uma ideia ou realidade.

Os símbolos, corporificam aspectos que envolvem todos os planos da vida humana, a saber o plano psicológico, espiritual, e o plano material.

A seguir são apresentados mais alguns símbolos de nossa cultura com alguns de seus prováveis significados. 


Om ou AUM
O símbolo OM de modo geral, materializado no mantra OM (símbolo sonoro) é a representação da vibração primordial, o primeiro som do Universo, a parte principal que constitui todos os outros mantras. Segundo o Mandukya Upanishad contém uma descrição detalhada do Om, dando sua interpretação simbólica:
“Om, aquele imutável (akshara), é tudo o que existe. O que foi, o que é e o que será, tudo é realmente a sílaba Om; e tudo o que não está submetido ao tempo triplo é também, realmente, a sílaba Om. (Mandukya Upanishad, 1)”
Ele simboliza a raiz de todos os sons existentes no universo e do mundo (natureza).

OM

Esse símbolo está vínculo com o terceiro olho e, por isso, é indicado para a intuição, clarividência e a elevação espiritual. Esse símbolo é a concretização do som OM, utilizado em mantras e na meditação. Ele representa os elementos do Universo e uma forma de simbolizar o Deus supremo.

Yin e Yang
Símbolo que fala sobre o início da existência do universo e a união entre as energias negativa e positiva, a dualidade do mundo. O Yin representa o feminino, a noite, a Lua, a terra e a escuridão. O Yang é o masculino, o Sol, o dia, o quente. Quando estão juntos, simbolizam a harmonia perfeita, o equilíbrio da vida e mostra que tudo é mutável.

Símbolo do Yin e Yang.

Yin e Yang são conceitos do taoismo que expõem a dualidade de tudo que existe no universo. Descrevem as duas forças fundamentais opostas e complementares que se encontram em todas as coisas: o yin é o princípio da noite, Lua, a passividade, absorção. O yang é o princípio do Sol, dia, a luz e atividade. Segundo essa ideia, cada ser, objeto ou pensamento possui um complemento do qual depende para a sua existência. Esse complemento existe dentro de si. Assim, se deduz que nada existe no estado puro: nem na atividade absoluta, nem na passividade absoluta, mas sim em transformação contínua.

Ankh ou Cruz Ansata
O ankh ou chave da vida é um antigo símbolo hieroglífico egípcio usado na arte e na escrita egípcias para representar a palavra "vida" e, por extensão, como um símbolo da própria vida.

Ankh

Ressureição e a chave da vida; esse símbolo tem origem no Egito e pode ser visto nas pinturas e esculturas dos deuses Osíris e Ísis. O mesmo também significa fertilidade, já que sua representação contém um formato oval, em referência ao feminino, e uma cruz, que é o sinal do masculino.

Cruz de Malta
Símbolo usado pelos cavaleiros templários, tem sido sugerido que esse símbolo surgido no século. XVI, tenha ligação com símbolos dos deuses Sumérios. 

Os oito pontos também simbolizam os oito obrigações ou aspirações dos cavaleiros:- viver na verdade
1) ter fé
2) arrepender-se dos pecados
3) dar prova de humildade
4) amar a justiça
5) ser misericordioso
6) ser sincero e incondicional
7) suportar a perseguição

Cruz de Malta. A cruz de Malta, também conhecida como Cruz de Amalfi, é o símbolo associado com a Ordem dos Cavaleiros de Malta (Cavaleiros Hospitalários) e, por extensão, com a ilha de Malta. A cruz é pátea, grega, de braços iguais em forma de "Vs", de oito pontas, cada um unindo os outros em seu vértice, deixando as outras duas pontas expandiu-se de forma simétrica. Seu design é baseado em cruzes usadas desde a Primeira Cruzada. É também o símbolo moderno de Amalfi, uma pequena república italiana do século XI. A cruz pátea (derivada do francês croix pattée significando cruz patada), por vezes chamada cruz templária, e na maioria das vezes apelidada de cruz de Malta, sendo mais do que uma cruz específica, é uma categoria de cruzes caracterizadas por terem pontas mais amplas no seu perímetro do que no centro, configurando "patas", ou, mais simplificadamente, um design heráldico para todas as cruzes de pontas abertas e iguais. É a união entre as energias femininas e masculinas, e tem forte poder protetor. Como amuleto, traz boa sorte, amplia as vibrações do ser e ajuda no realização dos sonhos e projetos. 

Serpente
É o símbolo da sabedoria. Pode ter diversos significados místicos, porém, em geral, simboliza a boa saúde, juventude e a sorte é sabedoria. Como símbolo para sabedoria é uma ferramenta para alcançar a sabedoria pela reflexão, estudo e meditação, o desenvolvimento espiritual e o domínio das paixões. 

Estatueta minoica da "Deusa das Serpentes", 1600 a.C., Museu Arqueológico de Heraklion.


Olho de Hórus ou Udyat
O Olho de Hórus, também conhecido como olho esquerdo wedjat ou olho udjat, especular ao Olho de Rá (olho wedjat), é um conceito e símbolo na religião egípcia antiga que representa bem-estar, cura e proteção.
O Olho de Hórus, ou Udyat é um símbolo oriundo do Antigo Egito. Dentre seus muitos significados e usos, os mais comuns e genéricos são os de poder e proteção, além da relação com Hórus, o deus dos faraós. É um dos amuletos egípcios mais populares de todos os tempos. Conta a lenda que o Hórus ao reencarnar traria consigo em seu "novo" corpo a marca do olho de Hórus em um dos dedos da mão direita o fazendo ser reconhecido pelos sacerdotes do templo, que levaria em conta outras demais características físicas para reconhecer a veracidade da sua reencarnação, como sinais ou marcas abaixo do peito (tórax) e no pé esquerdo. Sinais que representariam marcas da luta de Hórus com Set.

Olho de Hórus.

Segundo o mito egípcio, o olho esquerdo de Hórus simbolizava a lua e o direito, o sol. Durante um duelo pouco depois da formação do universo, o deus Set arrancou o olho esquerdo de Hórus, o qual foi substituído por este amuleto. Como o amuleto não lhe dava plena visão, foi-lhe posta também uma serpente sobre sua cabeça. Após se recuperar, Hórus organizou novas batalhas que o levaram à vitória decisiva sobre Set. O amuleto, então, passou a representar a união do olho humano com a vista do falcão, animal simbólico de Hórus. Era usado, em vida, para afugentar o mau-olhado e, após a morte, contra infortúnios do Além.
Esse é um antigo símbolo egípcio, muito propagado na cultura moderna. Ele é a representação do olho divino do rei Hórus. Seu poder místico está ligado com as energias lunares e solares, com a proteção do espírito e a clarividência do terceiro olho. Por isso, ele é utilizado para aguçar a intuição, ter mais proteção e identificar os inimigos. O olho esquerdo simboliza o Sol e o direito, a Lua.

Heptagrama
Um heptagrama, septagrama, septegrama ou septograma é uma estrela de sete pontas desenhada com sete traços retos. O nome heptagrama combina um prefixo numérico, hepta, com o sufixo grego -gram. O sufixo -gram deriva de γραμμῆ (grammē) que significa uma linha.
Representando proteção e saúde, esse símbolo é formado pela união de um pentagrama com a estrela de sete pontas. Enquanto o pentagrama representa o ser humano e sua conexão com os quatro elementos da natureza e do espírito, a estrela é o sinal dos sete arcanjos ou das sete vitalidades da criação.

Heptagrama. 



Pentagrama
O pentagrama, também conhecido como pentalfa, pentágono ou pentágono estrelado é um polígono estrela regular de cinco pontas, formado a partir dos segmentos de linha diagonal de um pentágono regular convexo (ou simples, ou sem auto-interseção). Ao se desenhar um círculo ao redor das cinco pontas cria um símbolo semelhante conhecido como pentagrama, que é amplamente usado pelos wiccanianos e no paganismo, ou como um sinal de vida e conexões universais.

Pentagrama.

A palavra pentagrama vem da palavra grega πεντάγραμμον, pentagramon, de πέντε, pente, cinco + γραμμή, grammē, linha. A palavra pentagrama refere-se apenas à estrela e a palavra pentáculo refere-se à estrela dentro de um círculo, embora haja alguma sobreposição no uso. A palavra pentalfa é um renascimento do século XVII de um nome grego pós-clássico para a forma.

Os primeiros pentagramas foram encontrados na cerâmica suméria de Ur c. 3.500 a.C., e a estrela de cinco pontas foi em vários momentos o símbolo de Ishtar ou Marduk. Símbolos do pentagrama de cerca de 5.000 anos atrás foram encontrados na cultura Liangzhu da China. Um pentagrama apareceu em um texto chinês sobre teoria musical do período dos Reinos Combatentes (c.475 - 221 a.C.) como um diagrama das relações matemáticas entre as cinco notas em uma escala musical chinesa específica. O pentagrama era conhecido pelos antigos gregos, com uma representação em um vaso possivelmente datando do século 7 a.C. O pitagorismo teve origem no século VI a.C. e usou o pentagrama como símbolo de reconhecimento mútuo, de bem-estar e para reconhecer boas ações e caridade.
Por volta de 300-150 a.C., o pentagrama permaneceu como o símbolo de Jerusalém, marcado pelas 5 letras hebraicas que soletravam seu nome.
No Neoplatonismo, o pentagrama teria sido usado como símbolo ou sinal de reconhecimento pelos pitagóricos, que chamavam o pentagrama ὑγιεία, hygieia, de “saúde”.


Um pentagrama entrelaçado para o lado direito, popular entre os wiccanianos e algumas outras crenças neopagão. A bandeira de Marrocos apresenta frequentemente a versão voltada para esquerda. Na Idade Média, era utilizado como um amuleto para proteção contra os maus espíritos e entidades. Já na bruxaria, é o símbolo místico dos cinco elementos. Em algumas culturas o pentagrama pode ter significados diferentes, por exemplo, na cultura Celta, simboliza o poder divino, que é o deus Morrigan. No Cristianismo, sua representação é o sinal das cinco chagas de Jesus.

Triluna ou Lua tripla
Nas tradições neopagãs é um símbolo próprio da religião WICCA e atualmente muito usado por essas correntes para simbolizar a polaridade feminina, tida como grande mãe, e seus aspectos de transformação em relação à lua; Virgem: lua crescente; Mãe: Lua Cheia e Anciã: Lua Minguante. Serve como símbolo da Deusa tríplice e como um evocador de bênçãos da mesma. É a representação das fases da Lua, crescente, cheia e minguante, em um único símbolo. Em geral, pode ser feita com a lua minguante sobre a cheia. Esse símbolo também é chamado de Triluna e é tido como um sinal da Deusa Tríplice, que representa as três fases da vida feminina: a Donzela, a Mãe e a Anciã.

Triluna com um triskelion ou triskele, no centro.


Triluna com um pentagrama no centro.



Fonte

Ronnberg, A. and Martin, k. O livro dos Símbolos. Reflexões sobre imagens arquetípicas. Köln, DE. TASCHEN, 2012.

Aristófanes, The Birds, Ann Arbor, MI, 1961. 

Gimbutas, Marija, The Language of the Goddess, SF, 1989. 

Von Franz, Marie-Louise, Shadow and Evil in Fairy Tales, Boston, 1995.