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22 fevereiro 2025

PERSONA DESENHOS

DESENHO DE PERSONAGENS 
























 

ÚLTIMAS PALAVRAS DO IMPERADOR HADRIANO

ANIMULA VAGULA BLANDULA

Dinastia NERVA-ANTONINA (96 - 192)

Publius Aelius Trajano Hadriano pertencia à dinastia Antonina. Os antoninos foram os imperadores:

1) Nerva: Marcus Cocceius Nerva; 8 de novembro de 30 – 27 de janeiro de 98. Imperador de 96 - 98 d.C 

2) Trajano: Marcus Ulpius Nerva Traianus; 18 de setembro de 53 - 9 de agosto de 117) foi imperador romano de 98 a 117.

3) Adriano: Publius Aelius Hadrianus; 24 de janeiro de 76 - 10 de julho de 138), também designado como Hadriano, foi imperador romano de 117 a 138.

4) Antonino Pio: Titus Aelius Hadrianus Antoninus Pius; 19 de setembro de 86 - 7 de março de 161), foi imperador romano de 138 a 161.

5) Marco Aurélio: Marco Aurélio Antonino; 26 de abril de 121 - 17 de março de 180. Imperador romano de 161 a 180. 

6) Lúcio Vero: Lúcio Aurélio Vero; 15 de dezembro de 130 - 23 de janeiro de 169) foi imperador romano de 161 até sua morte em 169. Co-imperadores: Lúcio Vero (161-169) e Cômodo (177-180)

7) Cômodo: César Lucius Aeliius Aurelius Commodus Augustus Pius Félix Sarmaticus Germanicus Máximus Britânicus), nascido em Lanúvio em 31 de agosto de 161 e falecido em Roma em 31 de dezembro de 192, foi um imperador romano que reinou de 180 a 192.

O período da Dinastia Antonina foi um período de estabilidade e paz. Também ficou conhecido como a era dos cinco bons imperadores (Nerva, Trajano, Adriano, Antonino Pio e Marco Aurélio). Após essa dinastia, houve o governo pretoriano em 193. Os pretorianos eram os guardas pessoais do imperador, que tomaram o poder por um ano após o assassinato de Cômodo.

Publius Aelius Trajano Hadrianus
Nativitas: 24 Ianuarii 76 CE; Italica
Obitus: 10 Iulii 138; Baiae
Patria: Roma antiqua
Nomen nativum: Publius Aelius Hadrianus

Víbia Sabina


Últimas palavra do imperador Hadriano



Animula vagula blandula
Hospes comesque corporis
Quae nunc abibis in loca
Pallidula rigida nudula
Nec ut soles dabis iocos

O imperador Adriano e o verdadeiro amor de sua vida, o jovem Antinous.
Apesar de ser casado com Vibia Sabina, e nutrir por ela grande amor, ele amava também o jovem Antinous. Essa relação era de conhecimento público em Roma e no império, e é dito que, até mesmo a imperatriz, sabia desse relacionamento e era grande amiga e confidente do jovem Antinous. 



Animula vagula blandula é o primeiro verso de um poema que aparece na Historia Augusta como obra do moribundo imperador Adriano. Foi extensivamente estudado e existem inúmeras traduções. O autor da Historia Augusta foi depreciativo, mas autores posteriores foram mais respeitosos. 

O título original da obra é desconhecido, entretanto ficou conhecida como Historia Augusta. O manuscrito mais antigo, que conta a história de alguns imperadores, indo do ano 117 a 285 d.C., com lacunas em alguns anos. 
O Codex Palatinus Latinus 899 do século IX na biblioteca do Vaticano, é apresentado como “Vidas dos vários príncipes e tiranos do divino Adriano ao Numeriano”, denominação que retoma um comentário que aparece na vida dos Trinta Tiranos, não tendo valor como título oficial. O termo História Augusta só foi atribuído em 1603 pelo humanista Isaac Casaubon para uma das primeiras edições impressas.




Tradução para o português


Pobre alma errante e encantadora
Convidada e companheira do meu corpo,
Para que lugar você irá agora?
Coisinha pálida, rígida e nua,
Nem você estará fazendo piadas como sempre faz.

Poor little, wandering, charming soul
Guest and companion of my body,
What place will you go to now?
Pale, stiff, naked little thing,
Nor will you be making jokes as you always do.


Antinous é deificado após a sua morte, pelo imperador Hadriano.



























Reconstrução da aparência do rosto de Antinous


Hadrianus e Antinous





































Taça Warren


Zeus, transformado numa águia raptando Ganimedes 


Nisus e Euryalus