INÍCIO

02 novembro 2022

LA INTERNACIONAL SOCIALISTA

HINO INTERNACIONAL DOS  TRABALHADORES

Letra e música de 
“La Internacional”




Canção escrita por Eugène Pottier, um trabalhador do setor de transportes e membro da Comuna de Paris, em Junho 1871. 

Inicialmente era cantada ao ritmo da Marselhesa e só em 1888 recebeu música própria, composta por Pierre Degeyter, um operário anarquista.







ESPANHOL 

La internacional 


Arriba parias de la Tierra!
¡En pie famélica legión!
Atruena la razón en marcha:
es el fin de la opresión.



Del pasado hay que hacer añicos.
¡Legión esclava en pie a vencer!
El mundo va a cambiar de base.
Los nada de hoy todo han de ser.
Estribillo: (dos veces seguidas pero con melodía diferente)

Agrupémonos todos
en la lucha final.
El género humano
es la internacional.
Ni en dioses, reyes ni tribunos,
está el supremo salvador.
Nosotros mismos realicemos
el esfuerzo redentor.
Para hacer que el tirano caiga
y el mundo esclavo liberar
soplemos la potente fragua
que el hombre libre ha de forjar.

Estribillo

La ley nos burla y el Estado
oprime y sangra al productor;
nos da derechos irrisorios,
no hay deberes del señor.
Basta ya de tutela odiosa,
que la igualdad ley ha de ser:
"No más deberes sin derechos,
ningún derecho sin deber"




***


La Internacional
Quilapayún


Arriba los pobres del mundo,
de pie los esclavos sin pan
y gritemos todos unidos:
¡Viva la Internacional!


Removamos todas las trabas
que nos impiden nuestro bien,
cambiemos el mundo de base
hundiendo al imperio burgués.


Agrupémonos todos
en la lucha final
y se alcen los pueblos con valor


por la Internacional.


El día que el triunfo alcancemos
ni esclavos ni hambrientos habrán,
la tierra será el paraíso
de toda la Humanidad.


Que la tierra dé todos sus frutos
y la dicha en nuestro hogar,
el trabajo es el sostén que a todos
de la abundancia hará gozar.




***


BRASIL
Português 

A internacional 


De pé! Ó vítimas da fome
De pé! famélicos da terra
A indolente razão ruge e consome
A crosta bruta que a soterra!
De pé! De pé não mais senhores!
Se nada somos em tal mundo,
Sejamos todos, ó produtores!

Refrão:
Bem unidos, façamos,
Nesta luta final.
Uma terra sem amo,
A Internacional! 

Messias, Deus, chefes supremos, 
Nada esperamos de nenhum! 
Sejamos nós que conquistemos 
A terra mãe livre e comum! 
Para não ter protestos vãos, 
Para sair deste antro estreito, 
Façamos nós por nossas mãos, 
Tudo que a nós nos diz respeito

Refrão:
Bem unidos, façamos,
Nesta luta final.
Uma terra sem amo,
A Internacional! 

Crime de rico, a lei o cobre, 
O Estado esmaga o oprimido, 
Não há direitos para o pobre, 
Ao rico tudo é permitido 
À opressão não mais sujeitos! 
Somos iguais todos os seres: 
Não mais deveres sem direitos 
Não mais direitos sem deveres!

Refrão:
Bem unidos, façamos,
Nesta luta final.
Uma terra sem amo,
A Internacional! 

Abomináveis na grandeza 
Os reis das minas e da fornalha 
Edificaram a riqueza 
Sobre o suor de quem trabalha, 
Todo o produto de sua 
A corja rica o recolheu! 
Querendo que ela restitua, 
O povo só quer o que é seu.

Refrão:
Bem unidos, façamos,
Nesta luta final.
Uma terra sem amo,
A Internacional! 

Fomos do fumo embriagados! 
Paz entre nós, guerra aos senhores! 
Façamos guerra de soldados! 
Somos irmãos, trabalhadores, 
Se a raça vil cheia de galas, 
Nos quer a força canibais, 
Logo verá que as nossas balas 
São para os nossos generais.

Refrão:
Bem unidos, façamos,
Nesta luta final.
Uma terra sem amo,
A Internacional!

Somos os povos dos nativos. 
Trabalhador forte e fecundo. 
Pertence a terra aos produtores 
Ó parasita deixa o mundo! 
O parasita que te nutres 
Do nosso sangue a gotejar, 
Se nos faltarem os abutres, 
Não deixa o sol te fulgurar!

Refrão:
Bem unidos, façamos,
Nesta luta final.
Uma terra sem amo,
A Internacional!












Fonte







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