INÍCIO

03 junho 2025

ORGULHO E FORMA

ORGULHO E FORMA 













ORGULHO DA FORMA

MODELOS, ATLETAS e GIF DE FILMES

















FILMES LGBTQIAPN+









RED, WHITE AND ROYAL BLUE





Séries 









 

02 junho 2025

POEMAS AO LUAR



POEMAS
CLAIR DE LUNE




Tua alma é uma paisagem escolhida
Que encantando vão máscaras e bergamascas,
Tocando alaúde e dançando, e quase
Tristes em suas fantasias extravagantes.

Cantando em modo menor
O amor triunfante e a vida oportuna,
Não parecem acreditar em sua felicidade
E sua canção mistura-se ao luar,

Ao calmo luar triste e belo,
Que faz sonhar as aves nas árvores
E soluçar de êxtase as fontes,
As grandes fontes esbeltas entre os mármores.

Paul Verlaine

Clair de Lune é um poema escrito por Paul Verlaine no ano de 1869 e fonte de inspiração para o terceiro e mais famoso movimento da Suíte bergamasque para piano, do compositor Claude Debussy.



















Clair de lune

Votre âme est un paysage choisi
Que vont charmant masques et bergamasques
Jouant du luth et dansant et quasi
Tristes sous leurs déguisements fantasques.

Tout en chantant sur le mode mineur
L’amour vainqueur et la vie opportune,
Ils n’ont pas l’air de croire à leur bonheur
Et leur chanson se mêle au clair de lune,

Au calme clair de lune triste et beau,
Qui fait rêver les oiseaux dans les arbres
Et sangloter d’extase les jets d’eau,
Les grands jets d’eau sveltes parmi les marbres.


Paul Verlaine
De Fêtes galantes (1869)

***

EU E OUTRAS POESIAS

Augusto dos Anjos

Monólogo de uma sombra

“Sou uma Sombra! Venho de outras eras, 
Do cosmopolitismo das moneras...
Pólipo de recônditas reentrâncias, 
Larva de caos telúrico, procedo
Da escuridão do cósmico segredo, 
Da substância de todas as substâncias!


A simbiose das coisas me equilibra. 
Em minha ignota mônada, ampla, vibra
A alma dos movimentos rotatórios...
E é de mim que decorrem, simultâneas, 
A saúde das forças subterrâneas
E a morbidez dos seres ilusórios!


Pairando acima dos mundanos tetos, 
Não conheço o acidente da Senectus
Esta universitária sanguessuga
Que produz, sem dispêndio algum de vírus, 
O amarelecimento do papirus
E a miséria anatômica da ruga!


Na existência social, possuo uma arma
O metafisicismo de Abidarma
E trago, sem bramânicas tesouras, 
Como um dorso de azêmola passiva, 
A solidariedade subjetiva
De todas as espécies sofredoras.


Como um pouco de saliva quotidiana
Mostro meu nojo à Natureza Humana. 
A podridão me serve de Evangelho...
Amo o esterco, os resíduos ruins dos quiosques
E o animal inferior que urra nos bosques
É com certeza meu irmão mais velho!


Tal qual quem para o próprio túmulo olha,
Amarguradamente se me antolha,
À luz do americano plenilúnio,
Na alma crepuscular de minha raça
Como uma vocação para a Desgraça
E um tropismo ancestral para o Infortúnio.


Aí vem sujo, a coçar chagas plebéias, 
Trazendo no deserto das idéias
O desespero endêmico do inferno, 
Com a cara hirta, tatuada de fuligens
Esse mineiro doido das origens, 
Que se chama o Filósofo Moderno!


Quis compreender, quebrando estéreis normas, 
A vida fenomênica das Formas, 
Que, iguais a fogos passageiros, luzem.
E apenas encontrou na idéia gasta, 
O horror dessa mecânica nefasta, 
A que todas as coisas se reduzem!


E hão de achá-lo, amanhã, bestas agrestes, 
Sobre a esteira sarcófaga das pestes
A mosrtrar, já nos últimos momentos, 
Como quem se submete a uma charqueada, 
Ao clarão tropical da luz danada, 
O espólio dos seus dedos peçonhentos.


Tal a finalidade dos estames!
Mas ele viverá, rotos os liames
Dessa estranguladora lei que aperta 
Todos os agregados perecíveis, 
Nas eterizações indefiníveis
Da energia intra-atômica liberta!


Será calor, causa ubíqua de gozo, 
Raio X, magnetismo misterioso, 
Quimiotaxia, ondulação aérea, 
Fonte de repulsões e de prazeres, 
Sonoridade potencial dos seres, 
Estrangulada dentro da matéria!


E o que ele foi: clavículas, abdômen, 
O coração, a boca, em síntese, o Homem, 
Engrenagem de vísceras vulgares 
Os dedos carregados de peçonha, 
Tudo coube na lógica medonha
Dos apodrecimentos musculares. 


A desarrumação dos intestinos 
Assombra! Vede-a! Os vermes assassinos
Dentro daquela massa que o húmus come, 
Numa glutoneria hedionda, brincam, 
Como as cadelas que as dentuças trincam 
No espasmo fisiológico da fome. 


É uma trágica festa emocionante!
A bacteriologia inventariante
Toma conta do corpo que apodrece...
E até os membros da família engulham, 
Vendo as larvas malignas que se embrulham
No cadáver malsão, fazendo um s. 


E foi então para isto que esse doudo
Estragou o vibrátil plasma todo, 
À guisa de um faquir, pelos cenóbios?!...
Num suicídio graduado, consumir-se, 
E após tantas vigílias, reduzir-se 
À herança miserável dos micróbios!


Estoutro agora é o sátiro peralta
Que o sensualismo sodomita exalta, 
Nutrindo sua infâmia a leite e a trigo...
Como que, em suas clélulas vilíssimas, 
Há estratificações requintadíssimas
De uma animalidade sem castigo. 


Brancas bacantes bêbadas o beijam. 
Suas artérias hírcicas latejam, 
Sentindo o odor das carnações abstêmias, 
E à noite, vai gozar, ébrio de vício, 
No sombrio bazer domeretrício, 
O cuspo afrodisíaco das fêmeas. 


No horror de sua anômala nevrose, 
Toda a sensualidade da simbiose, 
Uivando, à noite, em lúbricos arroubos, 
Como no babilônico sansara, 
Lembra a fome incoercível que escancara
A mucosa carnívora dos lobos. 


Sôfrego, o monstro as vítimas aguarda. 
Negra paixão congênita, bastarda, 
Do seu zooplasma ofídico resulta...
E explode, igual à luz que o ar acomete, 
Com a veemência mavórtica do aríete
E os arremessos de uma catapulta. 


Mas muitas vezes, quando a noite avança, 
Hirto, observa através a tênue trança
Dos filamentos fluídicos de um halo
A destra descarnada de um duende, 
Que tateando nas tênebras, se estende 
Dentro da noite má, para agarrá-lo!


Cresce-lhe a intracefálica tortura, 
E de su’alma na caverna escura, 
Fazendo ultra-epiléticos esforços, 
Acorda, com os candeeiros apagados, 
Numa coreografia de danados, 
A família alarmada dos remorsos. 


É o despertar de um povo subterrâneo!
É a fauna cavernícola do crânio
Macbeths da patológica vigília, 
Mostrando, em rembrandtescas telas várias, 
As incestuosidades sangüinárias
Que ele tem praticado na família. 


As alucinações tácteis pululam. 
Sente que megatérios o estrangulam...
A asa negra das moscas o horroriza; 
E autopsiando a amaríssima existência
Encontra um cancro assíduo na consciência
E três manchas de sangue na camisa!


Míngua-se o combustível da lanterna
E a consciência do sátiro se inferna, 
Reconhecendo, bêbedo de sono, 
Na própria ânsia dionísica do gozo, 
Essa necessidade de horroroso,
Que é talvez propriedade do carbono!


Ah! Dentro de toda a alma existe a prova
De que a dor como um dartro se renova, 
Quando o prazer barbaramente a ataca...
Assim também, observa a ciência crua, 
Dentro da elipse ignívoma da lua
A realidade de uma esfera opaca. 

Somente a Arte, esculpindo a humana mágoa, 
Abranda as rochas rígidas, torna água
Todo o fogo telúrico profundo
E reduz, sem que, entanto, a desintegre, 
À condição de uma planície alegre, 
A aspereza orográfica do mundo!


Provo desta maneira ao mundo odiento
Pelas grandes razões do sentimento, 
Sem os métodos da abstrusa ciência fria
E os trovões gritadores da dialética, 
Que a mais alta expressãoda dor estética
Consiste essencialmente na alegria.


Continua o martírio das criaturas: 
O homicídio nas vielas mais escuras, 
O ferido que a hostil gleba atra escarva, 
O último solilóquio dos suicidas
E eu sinto a dor de todas essas vidas
Em minha vida anônima de larva!”


Disse isto a Sombra. E, ouvindo estes vocábulos, 
Da luz da lua aos pálidos venábulos, 
Na ânsa de um nervosíssimo entusiasmo, 
Julgava ouvir monótonas corujas,
Executando, entre daveiras sujas, 
A orquestra arrepiadora do sarcasmo!


Era a elegia panteísta do Universo, 
Na produção do sangue humano imenso, 
Prostituído talvez, em suas bases...
Era a canção da Natureza exausta, 
Chorando e rindo na ironia infausta
Da incoerência infernal daquelas frases. 


E o turbilhão de tais fonemas acres
Trovejando grandíloquos massacres, 
Há-de ferir-me as auditivas portas, 
até que minha efêmera cabeça, 
Reverta à quietação datrava espessa
E à palidez das fotosferas mortas!

 




Fonte

ANJOS, Augusto dos. Eu e outras poesias. 42. ed. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 1998.


A Biblioteca Virtual do Estudante de Língua Portuguesa.




EVOLUÇÃO

 O MUNDO EVOLUI LENTAMENTE 






A Bandeira LGBTQIAP+: Significado e Importância

A bandeira LGBTQIAP+ é um dos símbolos mais reconhecidos da diversidade sexual e de gênero, representando a luta por direitos, respeito e visibilidade de lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer, intersexo, assexuais, pansexuais e outras identidades. Sua história e cores carregam significados profundos, refletindo a riqueza e a pluralidade da comunidade. 

Origem e Evolução da Bandeira


A bandeira do arco-íris foi criada em 1978 pelo artista Gilbert Baker, a pedido do ativista Harvey Milk, um dos primeiros políticos abertamente gays dos EUA. Originalmente, ela tinha oito cores, cada uma com um significado: 

Rosa – Sexualidade 
Vermelho – Vida 
Laranja – Cura 
Amarelo – Luz do sol 
Verde – Natureza 
Turquesa – Arte 
Azul – Harmonia 
Violeta – Espírito 

Com o tempo, por questões de produção, as cores foram reduzidas a seis (vermelho, laranja, amarelo, verde, azul e violeta), tornando-se a versão mais conhecida. 

Nos últimos anos, novas versões surgiram para incluir mais identidades, como a bandeira do progresso, criada por Daniel Quasar em 2018, que adiciona listras pretas (representando pessoas negras e vítimas da AIDS) e marrom (pessoas LGBTQIAP+ racializadas), além das cores branca, azul e rosa (referência à bandeira trans). 


O Que Cada Parte Representa?

A bandeira LGBTQIAP+ não é apenas um símbolo de orgulho, mas também de resistência. Ela representa: 

Diversidade: Mostra que existem múltiplas formas de amar, viver e expressar identidades. 
Luta por direitos: Relembra as conquistas históricas, como a descriminalização da homossexualidade e o casamento igualitário. 
Inclusão: Dá visibilidade a grupos marginalizados, como pessoas trans e não binárias. 
Acolhimento: Sinaliza que todos merecem respeito, independentemente de sua orientação sexual ou identidade de gênero. 

Por Que Ela É Importante?

Em um mundo onde muitas pessoas LGBTQIAP+ ainda enfrentam discriminação, violência e exclusão, a bandeira funciona como um símbolo de esperança e união. Ela é usada em marchas, eventos e espaços seguros para mostrar que ninguém está sozinho. 
Além disso, a bandeira desafia normas opressivas e celebra a liberdade de ser quem se é. Seu significado vai além das cores, é um lembrete de que a diversidade é algo a ser valorizado, não temido. 

A bandeira LGBTQIAP+ é muito mais que um pedaço de tecido colorido: é um emblema de resistência, amor e igualdade. Enquanto houver preconceito, ela continuará sendo uma ferramenta de luta e celebração, inspirando gerações a viverem com orgulho e autenticidade. 

🌈Orgulho é resistência!🌈












(1)



Cores Oficiais do Orgulho Gay de 2025: Códigos de Cores Exatos para 15 Bandeiras do Orgulho Gay



Para cada grupo homenageado no Orgulho Gay, há uma bandeira que o representa, com suas próprias cores distintas. 
Abordamos as cores exatas de 15 bandeiras diferentes.

Arco-Íris Clássico
Classic Rainbow

O arco-íris original que Harvey Milk encomendou a Gilbert Baker em 1977 tinha 8 listras, sendo posteriormente atualizado com apenas 7. Hoje, é mais provável que você veja uma versão simplificada de 6 listras estampada em todos os designs com o tema do Orgulho. A ideia é ser abrangente, mas todas as identidades merecem ser reconhecidas individualmente, cada uma das outras bandeiras abaixo é tão importante quanto o arco-íris.

The original rainbow that Harvey Milk commissioned from Gilbert Baker in 1977 had 8 stripes, then it was updated later with only 7. Now, you’re most likely to see a simplified 6-stripe version emblazoned on any and all Pride-themed designs. It’s meant to be all-inclusive, but all identities deserve to be recognized on their own – each of the other flags below is just as important as the rainbow.

Arco-Íris do Progresso
Progress Rainbow

Todos os aspectos da identidade se cruzam, tanto individual quanto politicamente, como reconhecido na bandeira do Progresso de Daniel Quasar, um redesenho do arco-íris de seis listras. Com as listras pretas e marrons adicionais, bem como as cores da bandeira transgênero, esta bandeira chama a atenção para as lutas interconectadas de todas as identidades LGBTQIA+ e BIPOC.

All aspects of identity intersect with one another both individually and politically, as acknowledged in Daniel Quasar's Progress flag, a redesign of the 6-stripe rainbow. With the additional Black & Brown stripes, as well as the colors of the transgender flag, this flag draws attention to to interconnected struggles of all LGBTQIA+ identities and BIPOC.

Bandeira Transgênero 
Transgender Flag

Em 2022, os direitos das pessoas trans nos EUA ainda estão em risco, então esta Parada do Orgulho é o palco para uma posição especialmente desafiadora contra o número recorde de projetos de lei anti-trans que tramitam nas legislaturas estaduais este ano. A bandeira trans foi criada por Monica Helms em 1999 e apresenta uma icônica combinação de cores azul pastel e rosa, instantaneamente reconhecível quando incorporada a qualquer design.

In 2022, the rights of trans people in the US is still being jeopardized, so this Pride is the stage for an especially defiant stand against the record number of anti-trans bills going through state legislatures this year. The trans flag was created by Monica Helms all the way back in 1999, and features an iconic pastel blue and pink colorway, instantly recognizable when incorporated into any design.

Bandeira Bissexual
Bisexual Flag

A "iluminação bissexual", a favorita da internet, é uma aplicação teatral e melancólica da própria bandeira bi, combinando um azul suave com um rosa bem quente, mesclando os dois tons no meio. Este design atemporal é uma das bandeiras do Orgulho LGBTQIA+ mais antigas que existem, criado por Michael Page em 1998.

The internet favorite “bisexual lighting” is a moody, theatrical application of the bi flag itself, combining a muted blue with an extra-warm pink, blending the two tones in the middle. This timeless design is one of the more long-standing Pride flags out there, created by Michael Page in 1998.

Bandeira Pansexual
Pansexual Flag

Muitas pessoas se identificam como bissexuais e/ou pansexuais e se sentem representadas por qualquer um dos termos. A bandeira pan em si é menos conhecida do que as clássicas bandeiras do arco-íris e bi, mas seus vibrantes tons de rosa, amarelo e azul são instantaneamente reconhecíveis assim que você os vê.

Many people identify as bisexual and/or pansexual, and feel represented by either term. The pan flag itself is less widely known than the classic rainbow and bi flags, but its vibrant pink, yellow, and blue are instantly recognizable once you’ve seen them.

Bandeira Não-Binária
Gender Nonbinary Flag

Gênero é um espectro, com muito mais fluxo e dimensão do que um binário imposto. A bandeira NB foi criada por Kye Rowan, de 17 anos, remetendo ao espectro agênero com seus tons quase pretos e quase brancos, e está em uso desde 2014.

Gender is a spectrum, with a lot more flux and dimension than an enforced binary. The NB flag was created by the 17 year-old Kye Rowan, nodding toward the agender spectrum with its near-black and near-white shades, and it has been in use since 2014.

Bandeira Lésbica
Lesbian Flag

As bandeiras lésbicas passaram por muitas modificações, iterações e debates desde o final dos anos 90. Uma das versões mais populares e inclusivas é esta, criada em 2018, com dois ou três tons de magenta e siena queimado espelhados em um centro branco.

Lesbian flags have gone through many different modifications, iterations, and debates since the late ‘90’s. One of the most popular and inclusive versions is this one created in 2018, with two or three shades of magenta and burnt sienna mirroring each other across a white center.

Bandeira Agênero
Agender Flag
 
Salem X projetou a bandeira agênero para representar uma ampla gama de identidades de gênero, com as listras em tons de cinza abrangendo qualquer ausência ou combinação de identidades de gênero, e o verde representando o gênero não binário. Assim como a bandeira trans, é impossível exibir a bandeira agênero de cabeça para baixo!

Salem X designed the agender flag to represent a broad scope of gender identities, with the grayscale stripes encompassing any lack or combination of gender identities, and the green standing for nonbinary gender. As with the trans flag, it’s impossible to display the agender flag upside-down!

Bandeira Assexual
Asexual Flag

A orientação assexual, ou "ace", inclui todos aqueles que não sentem atração sexual por outras pessoas, ou cuja atração sexual é especialmente moderada. As cores e o design da bandeira assexual abrangem todas as suas diversas identidades, incluindo graysexual e demissexual, mostradas na faixa cinza.

The asexual, or “ace,” orientation includes everyone who doesn’t feel sexual attraction to other people, or whose sexual attraction is especially mild. The colors and design of the asexual flag encompass all of its varied identites, including graysexual and demisexual, shown in the gray stripe.

Bandeira Demissexual
Demisexual Flag

A bandeira demissexual representa pessoas que sentem uma conexão sexual intimamente relacionada a outras conexões, como a romântica. Como parte do espectro assexual, a bandeira demissexual reformula o esquema de cores da bandeira assexual em um design original.

The demisexual flag represents people who feel sexual connection that is closely related to other connections, such as romantic connection. As part of the asexual spectrum, the demisexual flag reworks the color scheme of the asexual flag into an original design.

Bandeira Genderqueer
Genderqueer Flag

A bandeira genderqueer única de Marilyn Roxie é considerada outra forma de bandeira não binária, representando aqueles cuja identidade de gênero existe em qualquer lugar fora do binário de gênero. Especificamente, o verde-sálvia representa o gênero não binário, o branco representa o agênero e o lilás indica a androgenia.

Marilyn Roxie's unique genderqueer flag is considered another form of nonbinary flag, representing those whose gender identity exists anywhere outside the gender binary. Specifically, the sage green stands for nonbinary gender, the white represents agender, and the lavender indicates androgeny.

Bandeira Gênero Fluido 
Genderfluid Flag

A fluidez de gênero reconhece que o gênero pode mudar e evoluir ao longo do tempo e que ele se intersecta com outros aspectos da identidade e da expressão de maneiras dinâmicas. Criada por J.J. Poole em 2012, a bandeira da fluidez de gênero combina vários tons, entre rosa e azul, além de listras pretas e brancas.

Genderfluidity acknowledges that gender can shift and evolve over time, and that gender intersects with other aspects of identity and expression in dynamic ways. Created by JJ Poole in 2012, the genderfluid flag combines various hues between pink and blue, plus black and white stripes.

Bandeira Intersexo
Intersex Flag
The intersex Pride flag.

A bandeira intersexo reconhece que o sexo e as características sexuais também são espectros não binários. Suas cores e design, criados em 2013, são totalmente distintos da maioria das bandeiras desta lista, a fim de diferenciá-la completamente da iconografia de gênero binária.

The intersex flag acknowledges that sex and sex characteristics, too, are nonbinary spectra. Its colors and design, established in 2013, are entirely distinct from most of the flags in this list in order to distinguish it entirely from binary gender iconography.

Bandeira Arromântica
Aromantic Flag

A bandeira arromântica reformula a linguagem visual da bandeira assexual, reconhecendo a interação de atrações sexuais, românticas e outras, e representando tanto aqueles que sentem atração sexual quanto pessoas aroas.

The aromantic flag reworks the visual language of the asexual flag, acknowledging the interplay of sexual, romantic, and other attractions, and representing both those who experience sexual attraction and aroace people.

Bandeira do Poliamor
Polyamory Flag
The polyamory Pride flag.

A bandeira tradicional do poliamor usa o símbolo pi, cujos dígitos infinitos e não repetidos representam as infinitas atrações românticas e sexuais, relacionamentos e parceiros de pessoas poliamorosas. Suas cores são extremamente vibrantes: as três cores primárias puras e o preto puro.

The traditional polyamory flag uses the pi symbol, whose infinite and non-repeating digits represent the infinite romantic and sexual attractions, relationships, and partners of polyamorous people. Its colors are extremely bright: the three pure primary colors, and pure black.




Conclusão
Esta lista está longe de ser uma lista abrangente ou exaustiva de bandeiras do Orgulho, apenas apresenta algumas das bandeiras mais conhecidas que existem. Se você quiser usar os códigos hexadecimais dessas bandeiras para o seu próprio design ou encontrar um código hexadecimal de cor em uma bandeira que não esteja nesta lista, recomendo usar o Kapwing, onde você pode usar cores precisas para qualquer design de imagem, GIF ou vídeo.


The traditional polyamory flag uses the pi symbol, whose infinite and non-repeating digits represent the infinite romantic and sexual attractions, relationships, and partners of polyamorous people. Its colors are extremely bright: the three pure primary colors, and pure black.

In Conclusion
This list is nowhere near a comprehensive or exhaustive list of Pride flags, it merely showcases some of the best-known flags out there. If you want to use the hex codes in these flags for your own design, or find a color hex code in a flag that isn't on this list, I recommend using Kapwing, where you can use precise colors for any image, GIF, or video design.



Fonte