INÍCIO

06 junho 2015

MUDANÇA DE COMPORTAMENTO

MUDANDO DE COMPORTAMENTO

Zapeando pela internet encontrei um texto despretensioso mas bastante interessante sobre atitudes que podemos desenvolver para atingirmos nossos objetivos ou metas.

Copiei para cá para compartilhar com meus leitores essa importante reflexão sobre nosso comportamento que pode contribuir para que atinjamos a felicidade. 

Conheça sete atitudes para mudar de comportamento

1 - Defina a relevância do objetivo 
A medida vale para escolhas afetivas e profissionais. Além de definir o quão importante a meta é para você, seja seletivo naquilo que se propõe a fazer. Assim evita perder tempo e energia com projetos que não serão finalizados

2 - Tente ser mais positivo 
Só encontrar aspectos negativos em uma tarefa é um grande obstáculo para a finalização dela

3 - Estabeleça prioridades 
Comece pelas metas pequenas até alcançar as grandes. Estime quanto esforço e tempo serão necessários para realizar cada projeto

4 - Esqueça o perfeccionismo 
Muitas pessoas usam o perfeccionismo como desculpa não finalizar as coisas

5 - Pense no resultado final 
Para não perder a motivação ao longo da execução do projeto, mantenha-se concentrado no que fez você se envolver nele

6 - Orgulhe-se de seu progresso 
Às vezes, a pessoa consegue reverter seu comportamento ao se fazer desafios simples, como terminar de ler um livro. Orgulhe-se mesmo de pequenos avanços

7 - Converse sobre o problema 
Para ajudar no processo de reverter o impulso de nunca terminar o que começa, vale conversar com pessoas que ajudem você a se conhecer melhor, desde amigos a um psicoterapeuta. 


Fonte





“Reis do Agronegócio” 
(música de Chico César, letra de Carlos Rennó)


Ó donos do agrobiz, ó reis do agronegócio,
Ó produtores de alimentos com veneno,
Vocês que aumentam todo ano sua posse,
E que poluem cada palmo de terreno,
E que possuem cada qual um latifúndio,
E que destratam e destroem o ambiente,
De cada mente de vocês olhei no fundo
E vi o quanto cada um, no fundo, mente.

Vocês desterram povaréus ao léu que erram,
E não empregam tanta gente como pregam.
Vocês não matam nem a fome que há na Terra,
Nem alimentam tanto a gente como alegam.
É o pequeno produtor que nos provê e os
Seus deputados não protegem, como dizem:
Outra mentira de vocês, Pinóquios véios.
Vocês já viram como tá o seu nariz, hem?

Vocês me dizem que o Brasil não desenvolve
Sem o agrebiz feroz, desenvolvimentista.
Mas até hoje na verdade nunca houve
Um desenvolvimento tão destrutivista.
É o que diz aquele que vocês não ouvem,
O cientista, essa voz, a da ciência.
Tampouco a voz da consciência os comove.
Vocês só ouvem algo por conveniência.

Para vocês, que emitem montes de dióxido,
Para vocês, que têm um gênio neurastênico,
Pobre tem mais é que comer com agrotóxico,
Povo tem mais é que comer, se tem transgênico.

É o que acha, é o que disse um certo dia
Miss Motosserrainha do Desmatamento.
Já o que acho é que vocês é que deviam
Diariamente só comer seu “alimento”.
Vocês se elegem e legislam, feito cínicos,
Em causa própria ou de empresa coligada:
O frigo, a múlti de transgene e agentes químicos,
Que bancam cada deputado da bancada.

Até comunista cai no lobby antiecológico
Do ruralista cujo clã é um grande clube.
Inclui até quem é racista e homofóbico.
Vocês abafam mas tá tudo no YouTube.

Vocês que enxotam o que luta por justiça;
Vocês que oprimem quem produz e quem preserva;
Vocês que pilham, assediam e cobiçam
A terra indígena, o quilombo e a reserva;
Vocês que podam e que fodem e que ferram
Quem represente pela frente uma barreira,
Seja o posseiro, o seringueiro ou o sem-terra,
O extrativista, o ambientalista ou a freira.

Vocês que criam, matam cruelmente bois,
Cujas carcaças formam um enorme lixo;
Vocês que exterminam peixes, caracóis,
Sapos e pássaros e abelhas do seu nicho;
E que rebaixam planta, bicho e outros entes,
E acham pobre, preto e índio “tudo” chucro:
Por que dispensam tal desprezo a um vivente?
Por que só prezam e só pensam no seu lucro?

Eu vejo a liberdade dada aos que se põem
Além da lei, na lista do trabalho escravo,
E a anistia concedida aos que destroem
O verde, a vida, sem morrer com um centavo.
Com dor eu vejo cenas de horror tão fortes,
Tal como eu vejo com amor a fonte linda –
E além do monte o pôr-do-sol porque por sorte
Vocês não destruíram o horizonte… Ainda.

Seu avião derrama a chuva de veneno
Na plantação e causa a náusea violenta
E a intoxicação “ne” adultos e pequenos –
Na mãe que contamina o filho que amamenta.
Provoca aborto e suicídio o inseticida,
Mas na mansão o fato não sensibiliza.
Vocês já não ´tão nem aí co´aquelas vidas.
Vejam como é que o Ogrobiz desumaniza…:

Desmata Minas, a Amazônia, Mato Grosso…;
Infecta solo, rio, ar, lençol freático;
Consome, mais do que qualquer outro negócio,
Um quatrilhão de litros d´água, o que é dramático.
Por tanto mal, do qual vocês não se redimem;
Por tal excesso que só leva à escassez –
Por essa seca, essa crise, esse crime,
Não há maiores responsáveis que vocês.

Eu vejo o campo de vocês ficar infértil,
Num tempo um tanto longe ainda, mas não muito;
E eu vejo a terra de vocês restar estéril,
Num tempo cada vez mais perto, e lhes pergunto:
O que será que os seus filhos acharão de
Vocês diante de um legado tão nefasto,
Vocês que fazem das fazendas hoje um grande
Deserto verde só de soja, de cana ou de pasto?

Pelos milhares que ontem foram e amanhã ser-
Ão mortos pelo grão-negócio de vocês;
Pelos milhares dessas vítimas de câncer,
De fome e sede, e fogo e bala, e de AVCs;
Saibam vocês, que ganham “cum” negócio desse
Muitos milhões, enquanto perdem sua alma,
Que a mim não faria falta se vocês morressem;
Saibam que não me causaria nenhum trauma.









01 junho 2015

RADICAIS GREGOS E LATINOS

RADICAIS GREGOS E LATINOS 


Radicais gregos

acro (alto, elevado = acrobata, acrópole, acrofobia);

aer, aero (ar = aeronave, aeronauta);

agogo (o que conduz = pedagogo, demagogo);

agro (campo = agronomia, agrônomo);

alg, algia (dor, sofrimento = analgésico, nevralgia);

andro (homem, macho = andrógino, androfobia);

anemo (vento = anemógrafo, anemômetro);

antropo (ser humano = antropocentrismo, antropofagia);

arcai, arqueo (antigo, velho = arcaísmo, arqueologia);

aristo (ótimo, o melhor = aristocracia, aristocrata);

aritmo (número = aritmética, aritmologia);

arquia (governo = monarquia, anarquia);

asteno, astenia (fraqueza, debilidade = astenopia, neurastenia);

astro (corpo celeste = astronomia, astrodinâmica);

atmo (gás, vapor = atmosfera, atmômetro);

baro (pressão, peso = barômetro, barítono );

bata (o que anda = acrobata, nefelibata );

biblio (livro = biblioteca, bibliotecário);

bio (vida = biologia, biografia);

caco (feio, mau = cacofonia, cacoépia);

cali (belo = caligrafia, calidoscópio);

cardio (coração = cardíaco, cardiograma);

cefalo (cabeça = acefalia, cefaléia);

ciclo (círculo = ciclometria, bicicleta, triciclo);

cine, cinesi (movimento = cinética, cinesalgia);

cito (célula = citologia, citoplasma);

cosmo (mundo, universo = cosmovisão, macrocosmo);

cracia (poder, autoridade = gerontocracia, tecnocracia);

cromo (cor = cromogravura, cromógeno);

crono (tempo = cronômetro, cronograma);

datilo (dedo = datilografia, datiloscopia);

deca (dez = decâmetro, decalitro);

demo (povo = democracia, demográfico);

derma (pele = dermatologista, dermite);

di (dois = dissílabo, ditongo);

dinamo (força, potência = dinamite, dinamismo);

doxo (crença, opinião = ortodoxo, paradoxo);

dromo (corrida = autódromo, hipódromo);

eco (casa, domicílio, habitat = ecologia, ecônomo, ecossistema);

edro (base, face = poliedro, pentaedro);

ergo (trabalho = ergofobia, ergógrafo);

esperma, espermato (semente = espermatologia, espermatozóide);

etio, etimo (origem = etiologia, etimologia);

etno (raça, nação = etnia, etnocentrismo);

fago (que come ou aquele que come = antropófago, necrófago);

filo (amigo, amante = fílósofo, filantropo);

fisio (natureza física ou moral = fisiologia, fisionomia, fisioterapia);

fobo (aversão = claustrofobia, xenofobia);

fono (som, voz = fonógrafo, fonoteca);

fos, foto (luz = fosfeno, fotografia);

gamo (casamento = gamomania, monogamia);

gastro (estômago = gastronomia, gástrico);

gene (origem = gênese, genética);

geo (terra = geografia, geóide);

gine, gineco (mulher = andrógino, ginecocracia);

gono, gonio (ângulo = polígono, goniômetro);

grafia (escrita = ortografia, caligrafia);

helio (sol = heliocentrismo, heliografia);

hemo (sangue = hemorragia, hemograma);

hepato (fígado = hepatite, hepático);

hetero (outro, diferente = heterossexual, heterogêneo);

hidro (água = hidrografia, hidrófilo);

higro (umidade = higrômetro, higrófilo);

hipno (sono = hipnose, hipnotismo);

hipo (cavalo = hipódromo, hipopótamo);

homeo, homo (semelhante = homeopatia, homossexual);

icon, icono (imagem = iconoclasta, iconografia);

ictio (peixe = ictiofagia, ictiologia);

iso (igual = isóbaro, isósceles);

latria (culto = idolatria, alcoólatra);

lito (pedra = litografia, aerólito);

log, logia (estudo = ginecologia, astrologia);

macro (grande = macrocosmo, macrobiótica);

mancia (adivinhação = quiromancia, cartomancia);

mani, mania (loucura = manicômio, cleptomania);

mega, megalo (grande = megalomaníaco, megalocefalia);

meso (meio = Mesopotâmia, mesóclise);

metro (que mede, medição = barômetro, termômetro);

micro (pequeno = microcosmo, microfone);

miso (ódio, aversão = misantropia, misossofia);

mito (fábula = mitologia, mitomania);

mnemo (memória = amnésia, mnemônico);

mono (único, sozinho = monarquia, monobloco);

morfo (forma = zoomórfico, amorfo, morfologia);

necro (morte, cadáver = necrotério, necrofilia);

neo (novo, moderno = neologismo, neolatino);

neuro (nervo = neurite, neuralgia);

nomo (regra, lei = nomologia, agrônomo);

odonto (dente = odontologia, odontalgia);

oftalmo (olho = oftalmologista, oftalmia);

oligo (pouco = oligarquia, oligopólio);

onimo (nome = ortônimo, sinônimo);

onir, oniro (sonho = onírico, oniromancia);

ornito (ave = ornitologia, ornitofilia);

orto (reto, correto = ortônimo, ortografia);

oxi (agudo, ácido = oxítona, oxidação);

paleo (antigo = paleografia, paleontologia);

pato (doença, sofrimento = patologia, patogenia);

pedia (educação = ortopedia, pediatria);

pole, polis (cidade = metrópole, acrópole, Florianópolis);

poli (muito = poligamia, polígono, politeísmo);

potamo (rio = Mesopotâmia, hipopótamo);

pneumato (ar, gás, espírito = pneumatologia, pneumatólise);

pneum(o) (pulmão = pneumonia, pneumotórax);

proto (primeiro = protozoário, protótipo);

pseudo (falso = pseudônimo);

psico (alma, espírito = psicologia, psiquiatria);

quiro ( mão = quiromancia);

rino (nariz = rinite, rinoceronte);

rizo (raiz = rizotônico, rizófago);

scopio (o que faz ver = telescópio, microscopia);

sema, semio (sinal = semáforo, semiótica);

sidero (ferro, aço = siderurgia, siderografia);

sismo (terremoto = sísmico, sismógrafo);

sofo (sábio = filosofia, sofomaníaco);

soma, somo, somato (corpo, matéria = cromossomo, somatologia);

stico (linha, verso = dístico, hemistíquio);

tanato (morte = eutanásia, tanatofobia);

taqui (rápido = taquicardia, taquigrafia);

teca (coleção = fonoteca, filmoteca, discoteca);

tecno (arte, ofício = tecnologia, tecnocracia);

tele (ao longe, distância = telefone, telescópio, telégrafo);

teo (deus, divindade = teocentrismo, teocracia);

termo (calor, temperatura = termômetro, térmico, termostato);

topo (lugar, localidade = topografia, topônimo);

xeno (estranho = xenofobia, xenofilia);

xer, xero (seco, secura = xerófilo, xerografia);

xilo (madeira = xilogravura, xilófago);

zoo (animal = zoologia, zoomorfo).



Radicais latinos


agri (campo = agricultura, agrícola);

ambi (ambos = ambivalência, ambidestro, ambíguo);

ambulo (caminhar, andar = sonâmbulo, noctâmbulo);

animi (alma = animicida, anímico);

arbori (árvore = arborícola, arboriforme, arboricultura);

beli (guerra = bélico, belicista, beligerante);

bi, bis (repetição, duas vezes = bisavô, bilíngüe, bissexual);

calori (calor = caloria, calorífero);

cida (que mata = vermicida, inseticida);

cola (que habita, que cultiva = vinícola, citrícola);

cole, colo (pescoço = colar, colarinho);

color (cor, coloração = colorífico, quadricolor);

cordi (coração = cordial);

corn(i) (chifre, antena = cornear, cornudo, cornucópia);

crimino (crime = criminoso, criminologia);

cruci (cruz = crucificado);

cultura (ato de cultivar = suinocultura, piscicultura);

cupr(i) (cobre = cúprico, cuprífero);

curvi (curvo = curvilíneo);

deci (décimo = decímetro, decigrama);

digit(i) (dedo = digitador, digitação);

dui (dois = duidade, duelo);

ego (eu = egocentrismo, egoísmo);

equi (igual = equivalência, eqüidistante);

estil(i) (estilo = estilista, estilismo);

estrato (coberta, camada = estratosfera, estrato);

evo (idade = longevidade, longevo, medievo);

fero (que contém = mamífero, carbonífero);

ferr(i), ferro (ferro = ferrovia, ferrífero, ferrugem);


fico (que faz, que produz = benéfico, maléfico, frigorífico);

fide (fé = fidelidade, fidedigno);

fili (filho = filiação, filial);

forme (forma = uniforme, disforme, cordiforme);

frater (irmão = fraterno, fratricida);

frig(i) (frio = frigidez, frigorífico);

fugo (que foge = centrífugo, vermífugo);

genito (relativo a geração = genitor);

gradu (grau, passo = centígrado, graduação);

herbi (erva = herbívoro, herbicida);

homin(i) (homem = hominal, homicídio);

igni (fogo = ignição, ígneo);

lati (largo, amplo = latifúndio, latofólio);

loquo (que fala = ventríloquo, altíloquo);

luc(i) (luz = lucidez, lúcido);

mini (muito pequeno = minissaia, mínimo);

multi (numeroso = multissecular, multiangular);

ocul(i) (olho = oculista, oculiforme);

odori (odor, cheiro = odorífero, desodorante);

oni (tudo, todo = onipresente, onisciente);

pani (pão = panificadora);

pari (igual = paridade, paritário);

ped(i), pede (pé = pedestre, pedicuro, bípede);

personal(i) (pessoal = personalidade, personificar);

petr(i) (pedra = petrificar, petróleo);

pisci (peixe = piscicultura, pisciano);

plani (plano = planisfério, planície);

pluri (muitos = pluralizar, pluricelular);

pluvio (chuva = pluviômetro, pluviosidade);

popul(o) (povo = populoso, populismo);

primi (primeiro = primogênito, primícias);

quadr(i), quadru (quatro = quadrangular, quadrúpede, quadricular);

radic(i) (raiz = radicar, radiciação);

reti (reto, direito = retificar, retilíneo);

reti (rede = reticulado, retiforme);

retro (movimento para trás = retroceder, retroagir);

sabat(i) (sábado = sabatina, sabatismo);

sacar(i) (açúcar = sacarífero, sacarose, sacarina);

sesqui (um e meio = sesquicentenário, sesquipedal);

sexi, sexo (sexo = sexologia, assexuado);

sideri (astro = sideral, sidério);

silvi (selva = silvícola, silvicultura);

sino (da China = sinologia, sino-brasileiro);

socio (sociedade = sociologia, sociolingüística);

sono (som, ruído = sônico, sonoplastia);

sudor(i) (suor = sudoríparo, sudoral);

telur(i) (terra, solo = telúrico, telurismo);

toni (tom, vigor = tônico, tonificar);

toxico (veneno = toxicomania, toxina);

triti (trigo = triticultura, triticultor);

veloci (veloz = velocípede, velocímetro);

vermi (verme = vermífugo, vermicida);

vin(i) (vinho = vinicultura, vinícola);

vitri (vidro = vitrina, vitrificar, vitral);

voto (que quer, que deseja = malévolo, benévolo);

voro (que devora = carnívoro, herbívoro).

retroceder, retroagir;

sabatina, sabalismo;

saçarífero, Sílcarose;

sacarina sesquicenlenário;

se-squipedal sexülogía, assexuado sideral;

sidério silvícola, silvicultura sinologia;

sino-brasileiro sociologia, soeíoíingílísüca sônico;

sonoplastía sudoríparo, sudoral telúrico.


(8/XII/2010)






Fonte:


http://www.pciconcursos.com.br/aulas/portugues/principais-radicais-gregos-e-latinos
















NEFELIBATA - Νεφέλη

NEFELIBATA 
Νεφέλη, νέφος de: ὁμίχλη, névoa ou neblina (Aristoteles) 


A palavra nefelibata (adjetivo) tem origem no grego: "nephele": Νεφέλη = nuvem e "batha", (em que se pode andar). Ou seja, aquele que "anda nas nuvens". Em literatura, diz-se do escritor que não obedece as regras literárias. No contexto geral, trata-se de uma pessoa idealista, que vive fugindo da realidade.
(8/XII/2010) 


1. NEPHELE

νεφέλη, (νέφοσcloud, mass of clouds (distd. from ὁμίχλη, mist or fog,Arist.Mete.346b33), Il.15.20Hes.Th.745, etc.; ν. κυανέη, πορφυρέη,Od.12.75Il.17.551ἐριβρόμου νεφέλασ στρατόσ Pi.P.6.11νεφέλαι πόκοισ ἐρίων ὁμοῖαι Thphr.Sign.13.—Mostly poet., but found in X.An.1.8.8Arist.Thphr. ll. cc., and in late Prose, Plu.2.777ePhilostr.Ep.24
  • metaph., νεφέλη δέ μιν ἀμφεκάλυψε κυανέη, of death, Il.20.417τὸν δ' ἄχεοσ νεφέλη ἐκάλυψε μέλαινα a cloud of sorrow, 17.591, cf. S.Ant.528(anap.); πολέμου ν. Simon.89φόνου ν. Pi.N. 9.38, cf. I.7(6).27Κενταύρου φονίᾳ νεφέλᾳ, i.e. with his blood, S. Tr.831 (lyr.); κελαινῶπισ ν., of sleep, Pi.P.1.7.

νέφοσεοστόcloud, mass of clouds,Il.4.275, al.; σμικροῦ νέφουσ ἐκπνεύσασ μέγασ χειμών S.Aj.1148ν. ὄμβριον Ar.Nu.288 (lyr.); ν. καὶ ὁμίχλη Pl.Ti.49cτὸν κίνδυνον παρελθεῖν ὥσπερ ν. D.18.188
  • metaph. (cf. νεφέλη 1.2), θανάτου δὲ μέλαν ν. ἀμφεκάλυψεν Il.16.350, cf. Od.4.180B.12.64λάθασ ν.Pi.O.7.45σκότου ν., of blindness, S.OT1314 (lyr.); ν. οἰμωγῆς, στεναγμῶν, E.Med.107(anap.), HF 1140ὀφρύων ν. a cloud upon the brow, Id.Hipp.172 (anap.); ὑπὸ τοῦ μετώπου οἷον ν. ἐπανεστηκόσArist.Phgn.809b22διασκεδᾶτε τὸ προσὸν νῦν ν. ἐπὶ τοῦ προσώπου Anaxandr.58

  • metaph., also, a cloud of men, etc., ν. πεζῶν, Τρώων, Il.4.27416.66ψαρῶν, κολοιῶν, 17.755ν. τοσοῦτον ἀνθρώπων Hdt.8.109πενεστάων ν.Timo 39μαρτύρων Ep.Hebr.12.1πολέμοιο ν. the cloud of battle, thick of the fight, Il.17.243, cf.Ar.Pax1090: applied by Pi.N.10.9 to a single hero: used by Prose writers for poet. νεφέλη(q. v.). (Cf. Skt. nábhas 'fog', 'cloud', Slav. nebo 'heaven', Lat. nebula.

  • 2. BATHYS

    βᾰθύσβαθεῖα Ion. βαθέᾰ, βαθύ; fem. βαθύσ Call.Del.37Eratosth. 8; gen. βαθέος, βαθείασ Ion. βαθέησ: dat. βαθέϊ, βαθείῃ Ion. βαθέῃ: Comp. βαθύτερος, poet. βαθίων [ι Att., ιTheoc.5.43], Dor. βάσσων (q. v.): Sup. βαθύτατος, poet. βάθιστοσ:—deep or high, acc. to one's position, Hom., etc.; βαθέησ ἐξάλλεται αὐλῆσ a court within a high fence, Il.5.142, cf. Od.9.239ἠϊόνοσ προπάροιθε βαθείησ the deep,i.e. wide, shore, Il.2.92τάφροσ 7.341, al.; κρατήρ S.Fr.563κύλικεσ Id. Aj.1200 (lyr.); βαθὺ πτῶμα a fall from a high rock, A.Supp.796πλευρὰ βαθυτάτη (vulg. βαρυτάτη), of an athlete, Ar.V.1193; of a line of battle, βαθύτεραι φάλαγγεσ X.Lac.11.6, cf. HG2.4.34β. τομή, πληγή, a deep cut, Plu.2.131aLuc.Nigr.35
    • deep or thick in substance, of a mist, ἠέρα βαθεῖαν Il.21.7, cf. Od.9.144; of sand, ἀμάθοιο βαθείησ Il.5.587ἐπὶ θῖνα βαθύνTheoc.22.32; of ploughed land, νειοῖο βαθείησ Il.10.353β. γῆ,opp. to stony ground, E.Andr.637Thphr.CP1.18.1; of luxuriant growth, deep, thick, of woods, etc., βαθείησ τάρφεσιν ὕλησ Il.5.555βαθείησ ἐκ ξυλόχοιο 11.415βαθὺ λήϊον2.147Thgn.107τοῦ ληΐου τὸ . . βαθύτατον Hdt.5.92.ζ; λειμώνA.Pr.652σῖτοσ X.HG3.2.17χλόα E.Hipp.1139 (lyr.); χαίτη, τρίχες, πώγων, Semon.7.66X.Cyn.4.8Luc.Pisc.41
      • deep, of colour, PHolm.21.9: Comp., Ael.VH6.6Lyd.Mag.2.13πορφύριον -ύτερονPLond.3.899.4 (ii A. D.). 
    • of quality, strong, violent, βαθείῃ λαίλαπι Il.11.306
      • generally, copious, abundant, β. κλᾶροσPi.O.13.62β. ἀνήρ a richman, X.Oec.11.10β. οἶκοσCall. Cer.113β. πλοῦτοσAel.VH3.18Jul.Or.2.82bβ. χρέοσ deep debt, Pi.O.10(11).8στεφάνων β. τέρψισ S.Aj.1200 (lyr.); β. κλέοσ Pi.O. 7.53κίνδυνοσId.P.4.207β. ὕπνοσ deepsleep, Theoc.8.65AP7.170, cf. Luc.DMar.2.3εἰρήνηId.Tox.36σιωπήApp.Mith.99BC4.109(Sup.). 
    • of the mind, ἄχοσ ὀξὺ κατὰ φρένα τύψε β. in the depths of his soul, Il.19.125; but also, profound,φρήν Pi.N.4.8φροντίσ A. Supp.407μέριμνα Pi.O.2.60βαθεῖαν ἄλοκα διὰ φρενὸσ καρπούμενοσ A.Th.593μουσικὴ πρᾶγμ' ἐστὶ β.Eup.336βαθύτερα ἤθη more sedate natures, Pl.Lg.930a (but, more recondite, i.e. civilized,manners, Hdt.4.95): of persons, deep, wise, β. τῇ φύσει στρατηγόσ Posidipp. 27.4ταῖσ ψυχαῖσ Plb.6.24.9; also, deep, crafty, Men.1001ἦθοσ Ph. 2.468
    • of time, β. ὄρθροσ dim twilight, Ar.V.216Pl.Cri. 43a, etc.; β. νύξa late hour in the night, Luc.Asin.34περὶ ἑσπέραν β.Plu.2.179e, cf. Paus.4.18.3βαθὺ τῆσ ἡλικίασ Ar.Nu.514β. γῆρασcj. in AP7.163 (Leon.), cf. Eun.VSp.457 B., al.; β. ὥρα ἔτουσ Charito 1.7

  • Adv. -έωσ Theoc.8.66profoundly,Procl.in Prm.p.475 S.: Sup. βαθύτατα, γηρῶν Ael.VH2.36. (βṇθύς, cf. βένθος.) 
  • Bibliografia 
  • Discricionário Aurélio de Língua Portuguesa. 
  • GREEK APP 
  • 31 maio 2015

    KERYGMA

    KERYGMA OU KERIGMA

    Kerigma (do grego: κήρυγμα, kérygma) é uma palavra usada no Novo Testamento com o significado de mensagempregaçãoanúncio ou proclamação[1] [2] [3] .

    Segundo o Novo Testamento, Jesus lançou seu ministério ao entrar em uma sinagoga de Nazaré, em um sábado, e ler um trecho do livro do profeta Isaías:

    O Espírito do Senhor está sobre Mim, porque Me ungiu, para anunciar a Boa Nova aos pobres, para proclamar a libertação dos cativos, recobrar a vista aos cegos, pôr em liberdade os oprimidos, proclamar um ano de graça do Senhor. [4]

    Após a leitura Jesus se identificou como o Messias prenunciado pelo profeta, aquele que traria as boas novas, ou o Evangelho[5] . A afirmação de que Jesus faz nesse momento é conhecido como o kerigma e é a base de sua pregação aos homens.

    Apesar de ter sido efetuado originalmente por Jesus, entende-se que o kerigma se refere a um ato individual que pode ser realizado por qualquer cristão, mesmo sem experiência ou treinamento prévio.


    Kerygma (from the Greek word κήρυγμα kérugma) is a Greek word used in the New Testament for "preaching" (see Luke 4:18-19Romans 10:14, Matheus 3:1. It is related to the Greek verb κηρύσσω kērússō meaning, literally, "to cry or proclaim as a herald" and used in the sense of "to proclaim, announce, preach".

    According to the New Testament (Luke 4:17-21Jesus launched his public ministry when he entered the synagogue in Nazareth, read from the scroll of Isaiah and identified himself as the subject of Isaiah 61. The text is a programmatic statement of Jesus' ministry to preach or proclaim – kerygma – good news to the poor, the blind and the captive.

    Fonte 

    Wikipedia http://pt.m.wikipedia.org/wiki/Kerigma







    30 maio 2015

    IMAGEM SOLIDÃO

    IMAGEM SOLIDÃO 

    Eu vou para casa só 
    Eu acordo sozinho 
    Eu ando pelas ruas solitário 
    Eu assisti TV sozinho 
    Eu converso comigo mesmo
    Eu sinto tristeza 
    Eu me alegro com dias nublados 
    Há alguém mais que gosta de dias cinzas? 
    Eu vou no parque ver as folhas caírem 
    Amarelas, vermelhas, sanguíneas
    Eu queria conversar 
    Eu procuro...

    Da solidão de lírio 

    Da vaga solidão 


    03 maio 2015

    O CAMINHO DA ESTÉTICA

    A IMAGEM ESTÉTICA 


    Aonde a mão for vai o olhar;

    aonde for o olhar, vai a mente;

    Aonde for a mente vai a emoção.

    Aonde for a emoção vai o gosto.

    Aonde a mão estiver isto é o gesto.

    O gesto é a materialização da ideia-mente.

    Onde está o gosto? O gosto não está no artista nem no gesto do artista.

    O gosto está no público.

    O olhar do público leva à sua mente, e a sua mente conduz a emoção.

    É uma emoção estética destinada ao público que contempla a obra.

    Logo, a apreensão da obra pelo olhar acrescenta a emoção que falta para completar a obra.

    Assim, surge a estética, o estudo do gosto que inicía com a estesia do olhar e adiciona significado através da emoção à apreensão do objeto, cuja aura existia na mente do artista. Esse conhecimento "de cor" é aprendido na escola, pela educação do olhar, pela alargamento da visão de mundo, pela construção de uma biblioteca de objetos-imagem que dialogam entre sim se sobrepõem e se justapõem edificando desta forma, a cultura individual e social.

    Pela fusão momentânea do fruidor com o objeto de conhecimento gera-se um excedente memorável oriundo da superfície das camadas significativas que sozinhas não tem significado algum. Essa apreensão e compreensão do que nos olha do fundo de sua existência nos co-move re-movendo o véu de escuridão que exige em nossa mente.

    O desvelamento desse conhecimento é a estética.




    30 abril 2015

    A IMAGEM DA FELICIDADE


    Tecido de felicidade



    Todas as pessoas que conhecemos, de uma forma ou de outra estão ligadas e se ligam a nos num tecido como na lineatura de um tecido, perfazendo o tecido social. Essas pessoas aproximam- nos um pouco mais do próximo passo das nossas vidas. Elas desempenham um importante papel e nossa existência 
    Assim, nada existe sem uma dose (rede) de contatos; é uma rede de contatos. Logo devemos nos misturar nesse tecido social para interagirmos. Desta forma, os encontros, as reações acontecerão com maior rapidez e sucesso. Nesses contatos e nessas redes sociais devemos levar a voz, a cor e a imagem do nosso povo (de onde viemos) para todos que genuinamente se aproximarem da arte, possam se beneficiar e evoluir. Logo, cada saber, deve servir para que aumente a nossa felicidade e a felicidade do mundo. Nessas redes algumas pessoas podem se encontrar momentaneamente mais longe fisicamente de suas casas, de seus países, de seu local de origem. Admitindo que saíram em busca da felicidade. Se construíram um novo lar, que seja permitido a elas a felicidade nesse novo lugar. Mas se desejarem voltar que possam voltar para a construção desse local de origem. E é nisso que consiste ser cidadão do mundo. Nunca devemos negligenciar o aprendizado pois para termos sucesso devemos partir com as "malas cheias". Cheias de vontade de aprender, cheias de ensinamentos e técnicas para doar-ensinar e transmitir para quem quiser e se aproximar e assim contribuir para a evolução humana.




    29 abril 2015

    IMAGENS CIENTÍFICAS E ESTÉTICAS



    A IMAGEM DECOMPOSTA EM COR

    A Cor 


    Vemos cores 
    Um pequeno espectro do mundo que nos rodeia. 
    Uma ínfima fresta pela qual interagimos com o que importa. Amamos pelas cores, odiamos certas cores, temos preconceito por algumas cores, lutamos sob determinadas cores, associamos cores a nossos estados interiores. Nos associamos pela cor da pele. Discriminamos pessoas pela cor. É triste. 
    Mas lá no fundo talvez nem queiramos saber... 
    A matéria, os átomos e moléculas não tem cores. 
    Nosso mundo pintado pela nossa visão deu nome as cores. 
    E assim ficou mais cheio de sentido. Mas também cheio de dor e mágoa, complexo. 
    Devemos aprender a amar todas as cores para que a felicidade seja completa! 







    AVENTURA DA FORMA CINTILANTE

    IMAGENS DE PRAZER-DOR










    Leitura: Texto de MARK GREIF, publicado na revista PIAUÍ Ed. 127 (2017).

    ABAIXO A ACADEMIA
    O que a malhação tem feito com a nossa ideia de corpo

    "A prática moderna do exercício físico permite que reconheçamos a máquina que opera dentro de nós. Não há nada como uma academia moderna para nos fazer acreditar que sentimos saudade da labuta nas fábricas. A alavanca da prensa de estampagem não comanda mais o trabalho. Com o advento da academia, porém, importamos para nosso lazer vestígios remanescentes de equipamentos industriais. Saímos do escritório, subimos na esteira rolante e corremos como se perseguidos por demônios. Enfiamos voluntariamente nossas pernas na prensa e submetemos nossos braços retesados à engrenagem. É crucial que os equipamentos sejam simples. Planos inclinados, pinos, alavancas, roldanas, travas, manivelas, cremalheiras e correias da máquina de musculação Nautilus ou dos equipamentos para exercícios aeróbicos põem à nossa disposição antigos estágios do progresso tecnológico, só que em miniatura. Os elementos são visíveis e inteligíveis, sabemos usá-los, mas não representam perigo para nós. Deslocados e neutralizados, constituem resquícios de uma necessidade que não precisa mais ser suprida com antevisão ou engenho. No passado, fazendeiros já recorriam a roldana, cabo e barra para erguer a viga do telhado; hoje, nós nos valemos dos mesmos meios para exercitar os músculos dorsais."




    O fluxo das imagens 


    Meu amigo está correndo atrás de uma imagem fugaz, fugidía...Seus esforços são na tentativa de ficar com o corpo perfeito. Mas o que é a perfeição se não um conceito inatingível, inalcançável? A forma, o simulacro de uma espécie. Uma longa jornada para um lugar que ninguém sabe qual é. Biológico, estético, psicológico, sociológico, econômico (?)... Aí surge um espectro: a vigorexia, que surge quando, mesmo possuindo um corpo musculoso, se acha flácido e magro. 
    Não somos máquinas, embora o funcionamento de um corpo possa ser comparado ao de uma máquina com suas engrenagens e sua mecânica. 
    Somos vida, somos bioquímica e fisiologia. 

    Todos estamos numa corrida, numa perseguição da forma clássica grega.
    A estátua helenística de um atleta olímpico!
    Não importa que caminho tomamos, queremos chegar lá, na luz da forma, na forma brilhante e radiante.
    Uns com o método químico que altera a forma como um Proteus "omnifórmico" congelado na forma de um κούρος, kourós, que bebeu da fonte da juventude eterna, onde nem Cronos tem domínio.
    Ledo engano. O tempo é Deus, e se não o é faz parte de sua essência.   

    A dor é a companheira do menino-imagem todos os dias, a dor é o caminho, a única via de agarrar e se apossar de uma imagem aceita por todos.
    Mas a forma não se deixa agarrar, nem permite-nos fixar seus limites. 


    O desejo da forma 
    A tortura da perseguição implacável. 

    Como o texto inicial diz, a academia é o local de uma autoregulação feita no público.
    Mas mais importante ainda é o que vemos na academia. Vemos a forma em diferentes estados de uma suposta evolução.
    A imagem que alimenta nosso ideal de corpo.
    A forma que se deteriora no tempo.
    A imagem inspira a busca.
    A imagem do outro como ápice da busca, não o outro em si, mas o que vemos do outro. Uma espécie de espelho que devolve uma imagem embaçada.
    Pavimenta o caminho para a forma desejada e sempre perdida.
    Nos espelhos das academias vemos nosso próprio corpo comparado com os corpos que buscam a aceitação.
    Vemos o lado de dentro expresso na fachada.
    Mas fica a dúvida adiada pela felicidade momentânea da forma cristalina e cintilante...
    A vida adiada, e a duração abreviada.
    Nunca saberemos quando dizer adeus pela última vez.
    E eu nem sei porque.