INÍCIO

23 julho 2024

KAMALA

KAMALA “JEKYL & HYDE” HARRIS
Kamala aka Mrs Jekyl and Hyde
Like any american politics. 


A nação exemplar e adorada por Adolf Hitler segue mesmo em sua estrada num passo acelerado de decadência não só visível como perceptível nas mentes e corpos dos trabalhadores dos EUA. 
Exemplar por implementar uma política de segregação racial contra negros, imigrantes latinos, indígenas e pobres de qualquer coloração, desde sempre; e adorada por produzir leis que mantém e sustentam esse sistema grotesco funcionando. Nessa nação o apelo do patriotismo, liberdade, e protofascismo, tornou-se erótico.

Desta forma, agora que o Sr. Joseph Robinette "Joe" Biden Jr. (Scranton, 20 de novembro de 1942), advogado e político norte-americano que serve atualmente como o 46º presidente da nação mais belicista, imperialista, intervencionista, que produziu o maior número de guerras no planeta, desistiu de concorrer ao posto de 47°, Kamala Harris assume a disputa em seu lugar. 

Kamala Harris nasceu em Oakland, Califórnia, em 1964, é filha de uma cientista indiana e de um economista jamaicano. Ela estudou Ciência política e Economia na Universidade Howard, em Washington, e posteriormente se graduou em Direito pela Universidade da Califórnia.

Não parece que sua família possuia grandes recursos para que pudesse estudar em Harvard ou Yale, nem tampouco sua educação foi libertadora já que os fatos mostram que se tornou uma perfeita opressora de trabalhadores pretos, imigrantes, latinos, gays e pobres. 

Enfim, se os fascistas do passado estivessem vivos, voltariam o olhar para o norte do Novo Mundo, para essa nação edulcorada, objeto de seus sonhos e desejariam boa sorte a ambos Kamala e Trump.  

A “humanidade não vai atravessar as colunas de Boaz e Jaquim, desnuda, rumo à glória de uma era de ouro”, como desejava e vislumbrava o bilionário Peter Isherwel (Mark Rylance), no filme “Não Olhe Para Cima”, enquanto enganava o mundo. Não! A humanidade não se moverá em direção a um mundo inclusivo, com mais igualdade e liberdade, confiando em candidatos de extrema direita, ou em governos de direita como o partido Democrata norte-americano. Somente na luta contra a opressão podem os 98% dos humanos, sobrepujar os 2% que possuem quase 90% da riqueza do planeta. 

Eu esperava que nossos irmãos trabalhadores norte-americanos não se resignassem com uma vida medíocre, superficial e indecisa, que eles tem (e que temos por aqui) e produzissem candidatos que honrassem seu “estado candidus”, e representassem a classe que produz toda a riqueza do mundo. Que levantassem a classe que transforma horas de vida, em trabalho morto que se transforma em riqueza acumulada porá aquele 1% da população global.

Nao sejamos ingênuos ou pior, tolos. O que é bom para os Democratas estado-unidenses, é bom para o “mundo democrático”? 

Perguntado de outra forma: o que o que é bom para os democratas da nação-império é bom para o Brasil democrático? Não somos tolos. A América é a política do pior, no entanto, para nós o "menos pior" é o melhor, uma vez que o Trump é o fascismo. 

Já vimos para onde leva a “intervenção democrática” norte-americana. Já experimentados isso em nossos corpos aqui no Brasil. 


A seguir excertos de uma postagem de Pensar a História, no X (antigo Twitter) onde esse perfil trás fatos contextualizados sobre a mulher, negra que é a favorita para substituir o atual presidente, que desistiu de continuar na corrida presidencial.


Para maiores informações leia a thread original no X aqui

Com vocês, algumas citações de: PENSAR A HISTÓRIA.

Os Estados Unidos possuem a maior população carcerária do mundo, com 2,3 milhões de presidiários. A nação que se autodenomina “Terra dos Livres” responde por apenas 5% da população mundial, mas concentra 25% de todos os prisioneiros do planeta.

A taxa de encarceramento dos EUA, quase 700 presos para cada 100 mil habitantes, é quase 6 vezes maior do que a da China, rotulada como uma “ditadura” pelas autoridades estadunidenses. A seletividade da justiça penal se reflete no perfil étnico dos encarcerados.m

Negros e latinos perfazem 29% da população dos EUA, mas representam 60% da população carcerária.

Em vários estados, prisioneiros são submetidos ao trabalho compulsório. Essa medida, somada à privatização dos presídios, tem transformado o encarceramento num negócio lucrativo.

O mercado das prisões movimenta mais de US$ 200 bilhões por ano nos EUA e empresários do setor possuem lobistas poderosos financiando campanhas. Da Microsoft à Nike, passando pela Walmart e McDonald's, diversas corporações lucram com o trabalho barato dos prisioneiros.

Durante a eleição à procuradoria, Kamala se posicionou à direita dos republicanos em relação à “3 Strikes Law”, lei que determinava que qualquer pessoa condenada por 3 delitos, incluindo os de menor potencial ofensivo, seria automaticamente sentenciada à prisão perpétua.

A lei foi desastrosa. Pessoas foram para a prisão perpétua por motivos banais, como porte de maconha ou furtar comida. Mesmo assim, Kamala foi contra reformar a lei e encorajou os eleitores a rejeitarem a proposta 66, que previa aplicar a regra somente a crimes graves.

Kamala não se deu por satisfeita apenas com a aplicação indiscriminada da prisão perpétua contra delitos banais. Ela apoiou uma medida do condado de São Francisco que obrigava as escolas a entregarem crianças imigrantes para serem detidas por autoridades policiais.

Kamala ajudou a implementar uma medida de "combate à vadiagem" que mandava para a cadeia os pais de alunos que faltassem às aulas. Questionada sobre o caso de uma mãe que foi presa porque a filha com câncer parou de ir pra escola, Kamala respondeu com risadas e ironias.

Embora tenha sido a primeira mulher negra a ocupar o cargo de procuradora-geral na Califórnia, Kamala foi muito criticada pelo movimento negro por ter acobertado e livrado de punição policiais envolvidos em atos de racismo e de execução extrajudicial de jovens negros.

Ela foi uma das principais apoiadoras da proposta de intervenção dos EUA Síria, defendeu a aplicação de sanções contra a China e a Venezuela e a continuidade do embargo a Cuba. Ela também liderou a repressão violenta aos imigrantes na fronteira com o México. 

Eleita para o Senado em 2016 e para a vice-Presidência dos EUA em 2020, Kamala segue perfilada às alas mais conservadoras do Partido Democrata. No plano externo, ela é próxima da facção dos “Hawks”, defensores de uma política externa agressiva e intervencionista.

Contemplada com mais de 5 milhões de dólares pela AIPAC, principal agência do lobby sionista, Kamala é uma apoiadora incondicional do Estado de Israel e defendeu o envio de mais 38 bilhões de dólares para financiar o genocídio na Faixa de Gaza.




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