INÍCIO

03 dezembro 2019

IMAGEM DO HOJE COMO HÊMERA

HÊMERA
Ἡμέρα 


Éter, em grego: Αἰθήρ, Aíthēr, do verbo αἵθω, aíthô, queimar. Na mitologia grega, é a personificação do conceito de céu superior, o “céu sem limites”, diferente de Urano, céu. É o ar elevado, puro e brilhante, respirado pelos deuses olímpicos, contrapondo-se ao ar obscuro, aér, ἀήρ, que os mortais respiravam, sendo deus desconhecido da matéria, em consequência as moléculas de ar que formam o ar e seus derivados.
É considerado por Hesíodo como sendo filho de Érebo e de Nix, tendo por irmã Hemera. O poeta e mitógrafo romano Higino diz que Éter era filho de Caos e Caligo Escuridão.

A lista de Higino atribui-lhe como filhos de sua união com Dies (Hemera), Terra (Gaia), Coelum (Urano) e Mare (Tálassa), e depois com Terra, Dolor (dor), Dolus, (engano), Ira (fúria), Luctus (luto), Mendacium (mentiras), Jusiurandum (juramento), Ultio (punição), Intemperantia (intemperança), Altercatio (altercação), Oblivio (esquecimento), Socordia (preguiça), Timor (medo), Superbia (soberba), Incestum (incesto), e Pugna (contenda). 

Cícero lhe atribui paternidade sobre Urano. Também era considerado por Aristófanes como pai das Néfeles, ninfas das nuvens.
Assim como Érebo, que personifica as trevas superiores, tem como seu correspondente Nix, as trevas superficiais (e, em algumas versões, este aparece como filho daquela), pode ser interpretado que Éter tem seu correspondente em Urano (de quem ora aparece como filho, ora como pai).

De acordo com a Teogonia de Hesíodo, que é a “genealogia grega padrão” dos deuses, Aether era descendente de Erebus e Nyx, e irmão de Hemera. No entanto, outras fontes iniciais fornecem outras genealogias. De acordo com um , a união de Erebus e Nyx resultou em Aether, Eros e Metis (em vez de Aether e Hemera), enquanto de acordo com outro, Aether e Nyx foram os pais de Eros (em Hesíodo, o quarto deus a existir depois do Caos, Gaia (Terra) e Tártaro). Outros nos dizem que Urano (Céu) (em Hesíodo, filho de Gaia) era filho de Éter, e que tudo veio de Éter.



HÊMERA 

Hêmera ou Heméra, do grego antigo: Ἡμέρα, “Dia” ou Amara, Αμαρα, “Dia”, no mito grego, era filha de Nix, Νύξ, Nýx, a noite, com seu irmão Érebo Ἔρεβος, Érebos (as trevas), uma entidade primordial e a personificação da luz do dia e do ciclo da manhã.

Nix, assim como Hades, possui um manto com um capuz que a torna invisível a todos, assistindo assim ao universo sem ser notada. 

Hemera é a personificação do dia, com sua luz diáfana e alegre, uma divindade feminina filha de Erebus (deus da escuridão e das sombras) e Nyx (deusa da noite). Ela era a guardiã das fronteiras, dos portais, e do grande portão de bronze, entre o mundo onde chegava a luz e o mundo das sombras. Nascida junto de Ether, a luz celestial e das Hespérides.



Hemera, por William-Adolphe Bouguereau, 1884 
(William-Adolphe_Bouguereau_(1825-1905)

Hemera ou Heméra, em grego Ἡμέρα, "Dia", Hêmera, ou Amara (Αμαρα, "Dia"), no mito grego, era filha de Nix (a noite) com Érebo (as trevas), uma entidade, é a personificação da luz do dia e do ciclo da manhã. É a deusa que preside o dia. A palavra Hemera procede de ἦμαρ, (êmar) árcado-cipriota, ἆμαρ, ἄματος (âmar, âmatos). 

Hesiodo, Ἡσίοδος 750 a.C. relata em sua Theogonia que Hemera teve apenas uma fiha com Éter, chamada Thálassa, θάλασσα, Θάλασση. Enquanto o poeta romano Higino, Gaius Iulius Hyginus 64 a.C.- 17 d.C., nos conta que Hemera teve um romance com seu irmão Éter e com ele teve três filhos, Gaia (a Terra), Urano (Coelus, o céu), e Thálassa (o mar). Outras tradições afirmam que Éter e Heméra tiveram dois filhos apenas Urano e Gaia, sendo consequentemente os avós de quase todos os deuses gregos. 

Hêmera nasceu junto com Aether (Éter) e as Hespérides, Ἑσπερίδες. 

As Hespérides Ἑσπερίδες, entardecer são primitivas ninfas primaveris que representam o espírito fertilizador da natureza donas do Jardim das Hespérides, onde cresce a árvore dos pomos de ouro, localizado no extremo ocidente do mundo. Hespérides, a luz dourada do pôr do sol. 

Originalmente são três ninfas: 

Egle: a brilhante, a radiante, ninfa da luz avermelhada da tarde 

Erítia: a vermelha, a esplendorosa, ninfa do esplendor da tarde 

Hésperaretusa: a do poente, a crepuscular, ninfa do crepúsculo vespertino. 

A palavra Hepéride esta ligada a verper, tarde, estrela da tarde, Hésperos, ocidente, poente. 

O equivalente de Heméra no mito romano era Dies.

As ninfas hespérides, também chamadas de ninfas do poente, habitavam o extremo Ocidente, não longe da ilha dos bem-aventurados, nas margens do oceano. Tinham o dom da profecia e da metamorfose. Eram belas, jubilosas e simbolizavam a fertilidade do solo. Moravam em um belo palácio localizado à frente do jardim das árvores dos pomos de ouro. À medida que o mundo ocidental foi sendo mais bem conhecido, precisou-se a localização do país das hespérides com o junto ao monte Atlas. 

A paternidade destas ninfas é muito controversa. Uma versão diz que elas são filhas de Zeus e Têmis, outra, que descendem de Fórcis e Ceto. A interpretação evemerista diz que Héspero, o astro da tarde, teria tido uma filha chamada Hespéride, que junto de Atlas, seu tio, deu à luz as ninfas hespérides . 

Segundo Evêmero de Alexandria (330 a.C. a 250 a.C.) as ninfas hespérides são sete donzelas : 

Aretusa 
Hespéraretusa (= Aretusa do ocidente) 
Hespéris 
Egéria 
Clete 
Ciparissa 
Cinosura 

As ninfas possuíam o dom de controlar a vontade de feras selvagens e eram consideradas guardiãs da ordem natural, das fronteiras entre o dia e a noite, dos tesouros dos deuses, e também das fronteiras entre os três mundos (a Terra, o paraíso e o mundo subterrâneo, ou inferno). 

Algumas tradições colocam Éter e Heméra como pais apenas de Urano e de Gaia, consequentemente como os "avós" de quase todos os deuses gregos. 

Nome das Hespérides 

Algumas tradições colocam Éter e Heméra como pais apenas de Urano e de Gaia, consequentemente como os "avós" de quase todos os deuses gregos. (Éter, Αἰθήρ, Aithḗr, corporifica o "céu superior". Ele, o Éter, personifica o ar superior puro que os deuses respiram, em oposição ao ar normal (ἀήρ, aer) respirado pelos mortais). 

Hemera é comentado em De Natura Deorum, de Cícero, onde é logicamente determinado que Dies (Hemera) deve ser um deus, se Urano é um deus. 

O poeta Bacchylides afirma que Nyx e Chronos são os pais, mas Hyginus em seu prefácio às Fabulae menciona Chaos como mãe/pai e Nyx como irmã. 

Hemera era a contraparte feminina de seu irmão e consorte, Aether (Luz), mas nenhum deles figurava ativamente em mitos ou cultos. Hyginus lista seus filhos como Urano, Gaia e Thalassa (a deusa primordial do mar), enquanto Hesíodo apenas lista Thalassa como filho.

Genealogia do Kháos



Após a titanomaquia, Heméra passou a compor o séquito de Hélio, deus do sol, ao lado das Hespérides. 

Era também guardiã dos umbrais e dos portais entre o mundo da luz e o mundo das trevas. 

Segundo Hesíodo, Heméra mora junto com a mãe, Nix, além do Oceano, no extremo ocidente. Lá, um grande muro separa as portas do inferno do mundo visível. Atrás do muro, ergue-se imponente um grande palácio onde ambas residem, mas nunca são vistas juntas. 

Quando Heméra sai, a mãe espera até a hora da filha voltar, para, por sua vez, saudá-la e sair para lançar o manto da noite sobre o mundo. 

Quando Nix retorna ao palácio, saúda a filha e dá permissão para que ela saia com Hélio e as Hespérides a iluminar a terra até o fim da tarde, e o ciclo recomeça. Como diz Hesíodo, "nunca o palácio se fecha com ambas". 
De acordo com a teogonia de Hesíodo, Hemera deixa o Tártaro assim que Nyx entra; quando Hemera volta, Nyx sai. 
Nyx e Hemera se aproximam e se cumprimentam quando passam pelo grande limiar de bronze: e enquanto uma está prestes a entrar na casa, a outra sai pela porta. 
Heméra é possuidora de uma grande beleza, não tão grande quanto a de Afrodite, mas o suficiente para ser considerada também uma deusa da persuasão e da mentira, que através da astúcia pode manipular com certa facilidade tanto mortais quanto os demais deuses. Também sempre foi associada ao deus Apolo e poderiam até ser considerados "irmãos de coração", pois Apolo é também conhecido como uma deidade solar matutina.

Consorte: Aether   

Prole (Filhos): Gaia, Uranus, Thalassa, Pontus 
Pais: Erebus e Nyx

Irmãos: Aether, Hypnos, Thanatos, Oizys, Momus, Apate, Clotho, Lachesis, Oneiroi, Atropos, Eris (Hesíodo), Furies, (em algumas variantes), Moros.

Equivalente romano: Dies



ADENDO 

Aristófanes afirma que Aether era filho de Erebus. No entanto, Damascius diz que Aether, Erebus e Chaos eram irmãos e descendentes de Chronos (Pai Tempo).

De acordo com Epiphanius, o mundo começou como um ovo cósmico, cercado por Tempo e Inevitabilidade (provavelmente Chronos e Ananke) em forma de serpente. Juntos, eles constringiram o ovo, apertando sua matéria com grande força, até que o mundo se dividiu em dois hemisférios. Depois disso, os átomos se organizaram. Os mais leves e finos flutuaram acima e se tornaram o Ar Brilhante (Aether e/ou Urano) e o Vento rarefeito (Caos), enquanto os átomos mais pesados ​​e densos afundaram e se tornaram a Terra (Gaia) e o Oceano (Pontos e/ou Oceanus). 
Veja também o Mito de Er de Platão.

O quinto hino órfico ao Aether descreve a substância como “o poder sempre indestrutível de Zeus” (the high-reigning, ever indestructible power of Zeus), “o melhor elemento” e “a centelha de vida de todas as criaturas”. 
Embora atribuído ao poeta mitológico Orfeu que viveu antes da época de Homero, a provável composição dos hinos nos séculos 6 a 4 aC os torna contemporâneos de filósofos naturais, como Empédocles, que teorizou as forças materiais da natureza como idênticas aos deuses e superiores às divindades antropomórficas da religião homérica.




O ovo órfico, ou o ovo cósmico (Jacob Bryant, 1774). 

Uma teogonia órfica, atribuída a Hieronymus e Helânica de datação incerta e que é relatada da forma mais exaustiva por Damascius no século VI DC. Da água e da terra surgiu uma serpente, cujo nome era Tempo/Chronos; a esta serpente juntou-se Ananke (Ἀνάγκη, Necessidade) incorpórea, por natureza idêntica a Adrastea, com os braços estendidos para conter o mundo inteiro. Aether úmido é o filho do Tempo (Χρόνος, Chronos) e irmão do Caos sem limites e do Erebus enevoado; nesta tríade, o Tempo gera o ovo do qual nasce um ser com aspecto feminino e masculino: Protogonus, também chamado de Zeus ou Pã. 

Uma outra teogonia órfica emerge dos Discursos Sagrados, dos quais vários autores neoplatônicos relatam algumas passagens atribuídas a Orfeu, mas provavelmente é o resultado de uma reformulação de material arcaico que ocorreu entre os séculos I e II DC. 

O grande Chásma, Abismo

Nesta teogonia, o Tempo, Chronos, Χρόνος, gera o Éter e, portanto, um grande chásma (abismo, χάσμα, χάσματος ) que se estende por todo lado; então o Tempo por meio do Éter forma um “Ovo de Prata”.

Abismo bocejante, abismo, χ. μέγα, do Tártaro, Hes.Th.740; “Ταρτάρου. ἄβυσσα χάσμα.” “ χάσμα γῆς”. “τὰ χ. τῆς γῆς”; χθονός, πέτρας; “σεισμοὶ καὶ χάσματα”

O ovo órfico na tradição órfica grega antigo é o ovo cósmico do qual eclodiu a divindade (ao mesmo tempo masculina e feminina), i.é., hermafrodita primordial Phanes/Protogonus (que também se equipara a Zeus, Pan, Metis, Eros, Erikepaios e Bromius), que por sua vez criaram os outros deuses. O ovo é frequentemente retratado com uma serpente enrolada ao seu redor.

The Orphic Egg in the Ancient Greek Orphic tradition is the cosmic egg from which hatched the primordial hermaphroditic deity Phanes/Protogonus (variously equated also with Zeus, Pan, Metis, Eros, Erikepaios and Bromius) who in turn created the other gods. The egg is often depicted with a serpent wound about it.




DIVINDADES PRIMORDIAIS

Nome Antiga GréciaNome portugêsDescrição
Αἰθήρ (Aithḗr)ÉterO deus da atmosfera superior e a luz.
Ἀνάγκη (Anánkē)Ananque A deusa da inevitabilidade, a compulsão e a necessidade.
Χάος (Cháos)CaosO nada do qual tudo o demais surgiu. Descrito como um vazio.
Χρόνος (Chrónos)ChronosA personificação do tempo. Não deve se confundir com o Titã (Cronos), o pai de ZeusPoseidon e Hades.
Ἔρεβος (Érebos)ÉreboO deus da escuridão e da sombra.
Ἔρως (Eros)ErosO deus do amor e da atração.
Ὕπνος (Hypnos)HipnosA personificação do sonho.
Nῆσοι (Nē̂soi)As NesoiAs deusas das ilhas e do mar.
Οὐρανός (Ouranós)UranoO deus dos céus (Pai dos Céus); pai dos titãs.
Γαῖα (Gaîa)GeaPersonificação da terra (Mãe Terra); mãe dos titãs.
Οὔρεα (Oúrea)Os ÓreasOs deuses das montanhas.
Φάνης (Phánēs)FanesO deus da procriação nos mistérios órficos.
Πόντος (Póntus)PontoO deus do mar, pai dos peixes e as outras criaturas marinhas.
Τάρταρος (Tártaros)TártaroO deus da parte mais profunda e escura do inframundo, que também se conhecia como o Tártaro em si.
Θάλασσα (Thálassa)TalassaPersonificação do mar e consorte de Ponto.
Θάνατος ("Thánatos")TânatosDeus da morte. Irmão de Hipnos (sonho) e em alguns casos Moros (condenação).
Ἡμέρα (Hēméra)HemeraA deusa do dia.
Νύξ (Nýx)NixA deusa da noite.
Νέμεσις (Némesis)NêmesisA deusa da retribuição.
TITÃS

Nome gregoNome em portuguêsDescrição
Os Doze Titãs
Κοῖος (Koîos)CéosTitã do intelecto e do eixo dos céus ao redor do qual giravam as constelações.
Κρεῖος (Kreîos)CrioO menor dos doze Titãs individualizados, era o pai de AstreoPás e Perses.
Κρόνος (Crónos)CronosO líder dos Titãs, que derrotou a seu pai Urano só para ser derrotado a sua vez por seu filho, Zeus. Não deve se confundir com a Crono, o deus do tempo.
Ὑπερίων (Hyperíōn)HiperiónTitãs da luz. Com Tea, era o pai de Helios (o Sol), Selene (a Lua), e Eos (a Aurora).
Ἰαπετός (Iapetós)JápetoTitãs da mortalidade e pai de PrometeusEpimeteoMenoécio e Atlas.
Mνημοσύνη (Mnēmosýnē)MnemósineTitânide da memória e da lembrança, e a mãe das Musas.
Ὠκεανός (Ōceanós)OceanoTitã de todos os rios oceânicos ao redor da terra, a fonte de toda a água doce da Terra.
Φοίβη (Phoíbē)FebeTitânide do ‘brilho’ do intelecto e da profecia, e consorte de Céos.
Ῥέα (Rhéa)ReaTitânide da fertilidade, da maternidade e dos bosques da montanha. Era irmã e consorte de Cronos, e mãe de ZeusHadesPoseidonHeraDémeter, e Hestia.
Τηθύς (Tēthýs)TetisTitânide da água doce, e a mãe dos rios, dos mananciais, dos arroios, das fontes e das nuvens.
Θεία (Theia)TeaTitânide da vista e da luz brilhante do céu azul. Era consorte de Hipérion, e mãe de Hélios, Selene e Éos.
Θέμις (Thémis)TêmisTitânide da lei divina e da ordem.
Outros Titãs
Ἀστερία (Astería)AstériaTitânide dos oráculos noturnos e das estrelas fugazes.
Ἀστραῖος (Astraîos)AstreuTitã do entardecer, das estrelas e dos planetas, e da arte da astrologia.
Ἄτλας (Átlas)AtlasTitã obrigado a levar aos céus sobre seus ombros por Zeus. Também era filho de Jápeto.
Αὔρα (Aúra)AuraTitânide da brisa e do ar fresco da manhã.
Κλυμένη (Clyménē)ClímeneTitânide do renome, da fama e da infâmia, e esposa de Jápeto.
Διώνη (Deiṓnē)DioneTitânide do Oráculo de Dodona.
Ἥλιος (Hḗconfusões)HéliosTitã do sol e guardião dos juramentos.
Σελήνη (Selḗnē)SeleneTitânide da lua.
Ἠώς (Ēṓs)EosTitânide do amanhecer (aurora).
Ἐπιμηθεύς (Epimētheús)EpimeteuTitã da improvisação, o pai de desculpas.
Εὐρυβία (Eurybía)EuribiaTitánide do domínio dos mares e consorte de Ceo.
Εὐρυνόμη (Eurynómē)EurínomeTitânide dos prados húmidos e pastizales, e a mãe dos três Cárites com Zeus.
Λήλαντος (Lēlantos)LelantoTitã do ar e da habilidade do caçador ao espreito de presa. Era a contraparte masculina de Leto.
Λητώ (Lētṓ)LetoTitânide da maternidade e a mãe dos gêmeos olímpicos, Artêmis e Apolo.
Μενοίτιος (Menoítios)MenoécioTitã da ira violenta, da ação precipitada, e da mortalidade humana. Assassinado por Zeus.
Μῆτις (Mē̂tis)MétisTitânide dos bons conselhos, do assessoramento, do planejamento, da astúcia e da sabedoria. Mãe de Atena.
Ὀφίων (Ophíōn)ÓrionUm Titã maior, em algumas versões mitológicas, que governou a Terra com sua consorte Eurínome antes de que Crono o derrotasse.
Πάλλας (Pállas)PásTitã da arte da guerra. Foi assassinado por Atena durante a Titanomaquia.
Πέρσης (Pérsēs)PersesTitã da destruição.
Προμηθεύς (Promētheús)PrometeusTitã da previsão e do conselho astuto, e criador da humanidade.
Στύξ (Stýx)EstigeTitânide do rio Estige, do inframundo, e a personificação do ódio.

Hemera

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