INÍCIO

01 junho 2024

MÊS DO ORGULHO

01/06/2024





Vai iniciar o inverno com o Sol estático dia 20/VI/2014 às 09h 44min. momento que o Sol para de progredir para o norte e inicia sua volta ao hemisfério Sul. Vamos fazer dessa estação desolada e de solidão uma estação quente e cheia de amor e aconchego.  

(gr)

Neste mês no dia 20 de junho teremos a noite mais longa do ano e normalmente bem fria. No Solstício de Inverno temos a noite mais longa e o dia mais curto em termos de horas de luz do Sol. A partir desse dia os dias começam novamente a ficar mais longos até se igualarem no Equinócio de Primavera, ou seja, onde a noite e o dia tem o mesmo numero de horas; isso acontece no dia 22 de setembro.

Solstício de inverno é um fenômeno astronômico usado para marcar o início do inverno. Ocorre normalmente por volta do dia 20 de Junho, no hemisfério sul, quando o Sol atinge a maior distância angular em relação ao plano que passa pela linha do equador. Nesse dia o Sol chega exatamente no Trópico de Câncer, no hemisfério norte.

Há pessoas que pensam que no Inverno o nosso planeta fica mais distante do Sol ou que o nosso hemisfério fica mais afastado. Isto não é verdade. A causa das estações do ano, Primavera, Verão, Outono e Inverno e o fato de serem diferentes em cada hemisfério, está relacionada ao eixo inclinado da Terra em relação ao plano da eclíptica e sua órbita ao redor do Sol (Teles, 2011).

Veja o relógio on-line

A Terra translada em torno do Sol em uma órbita plana quase circular, com excentricidade equivalente a 0,0167, com um período de (uma volta em torno do Sol) e esse movimento é estimado pelos astrônomos em 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos. Ou seja, todo ano sobrem quase 6 horas no calendário. Para compensar, são necessários quatro anos para somar todas essas horas e se chegar a mais um dia, ajustando, dessa forma, o calendário.

A media que o ano vai passado a Terra vai girando em torno de si mesma (em torno de seu eixo), originando os dias.

O eixo de rotação da Terra possui uma inclinação constante e sempre na mesma direção, apontando para a estrela polaris, de 23,5º em relação ao plano de sua órbita, ou plano da eclíptica, expondo ora um ora outro hemisfério aos raios do Sol. Assim, ao longo do ano o Sol "aparentemente" se desloca no céu do trópico de Capricórnio no hemisfério sul ao trópico de Câncer no hemisfério norte, passando pelo equador. Desta forma, ao se deslocar em sua órbita expõe diferentes regiões do planeta aos raios solares. 

Essas posições da Terra em relação ao Sol são conhecidas como Solstícios: Solstício de Verão para o hemisfério voltado para o Sol; Solstício de Inverno para o hemisfério voltado contra o Sol.

Solstício é o momento em que o Sol, visto da Terra, se encontra o mais distante possível do equador celeste (23,5º para o norte ou para o sul); o que corresponde ao instante em que um hemisfério está o mais voltado para o Sol. No dia do Solstício de inverno, ou solstício de junho para o hemisfério sul, o Sol estará no zênite sobre o trópico de câncer, fazendo com que o hemisfério norte receba mais energia pois seus raios chegam perpendiculares nessa parte do planeta. No hemisfério sul vemos o Sol distante do zênite, o Sol se encontra então mais baixo em sua trajetória. Em nenhuma cidade do hemisfério sul receberá os raios solares perpendiculares mas sim inclinados dependendo de sua latitude. Isso tem uma implicação no clima pois com menos energia chegando a temperatura cai bastante nessa região.

Entre os Solstícios, temos posições intermediárias, conhecidas como equinócios, onde os dois hemisférios estão simetricamente dispostos em relação ao Sol: Equinócio de Primavera e Equinócio de Outono. São os pontos onde a noite e o dia têm a mesma duração.
Esta data foi de grande importância para diversas culturas antigas que a associavam simbolicamente a aspectos como o nascimento ou renascimento. As celebrações no Solstício de Inverno marcavam o retorno da luz, no sentido real e simbólico, já que os dias ficariam mais longos.

A imagem da esquerda da Terra se refere à posição (vista do Sol) de um Equinócio, ou seja, os dois hemisférios recebem a luz solar da mesma maneira, com ângulos iguais para as mesmas latitudes ao norte e ao sul do equador. A imagem da direita mostra como é o Solstício de Verão no hemisfério norte e o Solstício de Inverno no hemisfério sul, com o observador centrado no Sol.






BANDEIRAS E SÍMBOLOS 
DO ORGULHO

Diz o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros: “é dever do/da jornalista opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e à opressão, (bem como) defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos Humanos; e ainda combater a prática de perseguição ou discriminação por motivos sociais, econômicos, políticos, religiosos, de gênero, raciais, de orientação sexual, condição física ou mental, ou de qualquer outra natureza.” (FENAJ, 2007). Para atender a tais objetivos, defender os direitos de minorias e combater a discriminação, é preciso informação. É a isso que este Manual se propõe. A intenção é dar subsídios aos/às profissionais da área da Comunicação para que se tornem aliados/as na luta contra preconceitos que insistem em dar as caras.

“Informação correta: não é mimimi, é dignidade humana” busca apresentar a reflexão sobre termos que perpetuam estereótipos e preconceitos. Em tempos em que ser politicamente correto é fazer “mimimi”, o uso de informação precisa na cobertura jornalística é essencial para promover a dignidade humana. 

São palavras simples, mas que fazem toda a diferença para quem é constantemente marginalizado: como usar o artigo feminino para se referir à travesti (sim, com crase!) e não chamar de “opção” a orientação sexual de quem é homo ou bissexual, assim como de quem é heterossexual.


BANDEIRAS E SÍMBOLOS DO ORGULHO LGBTQUIAP+

Modificado do Artigo de Juliana Theodoro s/d

Bandeira do orgulho LGBTQIAP+

Bandeira do Orgulho LGBTI+ Criado por Gilbert Baker (San Francisco, 1978). Foi usada pela primeira vez na Gay and Lesbian Freedom Day March. Em seguida foi adotada pelo Pride Parade Committee após o assassinato de Harvey Milk. Representa a diversidade humana e as cores significam: Vermelho: Vida Laranja: Cura / saúde Amarelo: Luz do sol Verde: Natureza Azul: Arte Lilás: Espírito A bandeira original tinha mais duas cores: rosa, significando sexualidade; e índigo significando harmonia (grupodignidade).

Símbolos do Orgulho das Lésbicas Signos de mulher entrelaçados: A união de dois desses signos lado a lado vem sendo usada para representar a comunidade lésbica desde a década de 1970. Triângulo preto: Afixado em suas roupas, o símbolo denotava “mulheres antissociais” nos campos de concentração do regime nazista. Isso incluía feministas, lésbicas, prostitutas e mulheres que se negavam a gerar filhos. O triângulo negro tornou-se um símbolo de orgulho e solidariedade entre as lésbicas. Labrys: O machado de duas lâminas, também chamado de labrys, está associado com sociedades matriarcais ancestrais, às amazonas e à deusa grega Deméter. Hoje em dia ele é um símbolo da força e da independência das lésbicas.

Bandeira labrys é considerada como a mais política das bandeiras lésbicas por seus diversos elementos que carregam história. (Foto: Wikimedia)
Publicada em 2000 no jornal Palm Springs Gay and Lesbian Times e feita pelo designer gráfico gay Sean Campbell, a "bandeira labrys" é considerada como a mais política das bandeiras lésbicas por seus diversos elementos que carregam história. O violeta ao fundo é associado às poesias de Safo, a primeira mulher que se tem registro histórico de amar mulheres; o triângulo preto invertido é uma reivindicação do símbolo, que foi usado por nazistas para marcar as mulheres "anti-sociais", indesejadas, inclusive, lésbicas; e o machado de dupla lâmina, o lábris ou labrys, está associado a uma arma usada pelas Amazonas da mitologia, uma nação guerreira composta exclusivamente por mulheres.


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Nova bandeira do orgulho LGBTQIA+

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A bandeira do arco-íris é a mais conhecida do movimento LGBT+. É usada desde a década de 1970 e tem 6 cores. O vermelho simboliza a vida, o laranja, a revigoração. O amarelo representa a luz do sol, e o verde, a natureza. Já o azul e o roxo simbolizam serenidade e espiritualidade, respectivamente.


A nova bandeira tem sido usada desde 2021. Sobre as cores da tradicional bandeira arco-íris foram inseridas as linhas preta e marrom representando pessoas negras e não-brancas.

As linhas turquesa, rosa e branca são as cores da bandeira transexual, já o triângulo amarelo com o círculo roxo rementem a comunidade intersexual.


Bandeira do Orgulho Lésbico


A bandeira da comunidade lésbica já teve várias versões. Atualmente, a "bandeira sunset" (bandeira pôr do sol) é a mais adotada. É composta por 5 listras que vão do laranja ao roxo.

Os tons de laranja significam independência e não conformidade de gênero. Já o branco representa os relacionamentos únicos, enquanto os tons de roxo simbolizam o sexo, o amor e a serenidade.


Bandeira do Orgulho do Gênero Não-Binário


A bandeira foi criada em 2014 para representar pessoas não-binárias. Pessoas não binárias são aquelas que não se identificam com o gênero masculino ou feminino, identificam-se com os dois ou, em certos momentos, identificam-se com um e depois com outro.


O amarelo simboliza a neutralidade de gênero, saindo do binarismo (masculino e feminino, muitas vezes representado por azul e rosa, respectivamente). O branco remete as pessoas que se identificam com vários gêneros. O roxo simboliza a fluidez entre os gêneros, já o preto representa os que não tem gênero.


Bandeira do Orgulho das Pessoas Trans


Bandeira do Orgulho das Pessoas Trans; Criada em 1999 por Monica Helm. As faixas azul claro representam a cor tradicional dos bebês homens, e as faixas em rosa claro representam a cor tradicional para bebês mulheres. As faixas brancas representam aqueles que são intersexo, estão em transição ou que se identificam com o gênero neutro ou não têm gênero definido. Adaptado da Cartilha Aliança LGBTA, Monsanto Brasil; da página Bandeiras LGBT do site ladobi.uol.com.br; e do Manual de Comunicação LGBT da ABGLT de 2010.

A bandeira foi criada em 1999 por uma mulher trans americana, Monica Helms. As faixas em azul estão associadas ao uso da cor para representar o universo masculino, assim como a cor rosa remete ao universo feminino. A faixa central branca simboliza as pessoas não binárias.

A não-binaridade faz parte do espectro transsexual. Sendo o termo trans uma expressão guarda-chuva para vários tipos de identificação de gênero.


Bandeira do Orgulho Bissexual


Bandeira do Orgulho Bissexual Criada por Michael Page em 1998, que explicou as cores assim: “a chave para compreender o simbolismo da bandeira do orgulho bi é saber que a faixa roxa cria uma transição suave entre as faixas rosa e azul, assim como no ‘mundo real’ os bissexuais se misturam suavemente tanto com as comunidades gays e lésbicas como com as comunidades heterossexuais.”

Foi desenhada em 1998. A cor rosa representa a atração sexual e/ou romântica por pessoas do mesmo gênero. O azul simboliza a atração sexual/romântica por pessoas do gênero oposto.

A faixa central é da cor roxa, cor resultante da junção do azul com o rosa (ou vermelho), simbolizando a atração tanto pelo gênero oposto, como pelo mesmo gênero.


Bandeira do Orgulho do Gênero Fluido


Pessoas de gênero fluido são pessoas não-binárias, cuja identificação de gênero flui entre os vários gêneros. As cores escolhidas para a bandeira representam essa fluidez.

O rosa simboliza o feminino. O branco, a ausência de gênero. O roxo representa as possibilidades de combinação entre os gêneros feminino e masculino. A cor preta representa identificações de gênero que fogem do masculino e do feminino. Já o azul simboliza o masculino.


Bandeira do Orgulho Genderqueer e Não-Binário


Bandeira do Orgulho Genderqueer e Não-Binário Criada por Marilyn Roxie em 2010 e consolidada em 2012. A faixa lavanda representa pessoas andróginas e a androginia, já a faixa branca representa a neutralidade de gênero, e o verde representa identidades que se definem para além ou sem qualquer referência ao sistema binário de gênero (homem e mulher).

A bandeira que representa a comunidade queer tem a cor lilás como símbolo da androgenia, o branco representando a identidade agênero e o verde, pessoas não binárias. Pessoas que se identificam como queer são aquelas que não se identificam com os padrões de gênero. Suas identidades estão entre e além dos gêneros normativos.


Bandeira do Orgulho intersexo


Bandeira do Orgulho intersexo Criada em 2013 pela Organização Internacional Intersexo (Austrália). Segundo o website da organização: “O círculo não tem quebras ou ornamentos, representando a inteireza e a completude, e nossas potencialidades. Nós ainda lutamos por autonomia corporal e integridade genital, e isso simboliza o direito de sermos quem e como nós quisermos.”

A bandeira foi criada em 2013 para representar a luta das pessoas intersexo por emancipação corporal. A cor amarela simboliza a neutralidade de gênero, o não-binarismo. Já o círculo roxo representa a totalidade.


Bandeira do Orgulho Pansexual


Bandeira do Orgulho Pansexual. A faixa azul representa a atração por homens, a faixa rosa representa a atração por mulheres, e o amarelo representa a atração por pessoas que se identificam como sem gênero, de ambos os gêneros ou de um terceiro gênero. (Adaptado da Cartilha Aliança LGBTA, Monsanto Brasil; da página Bandeiras LGBT do site ladobi.uol.com.br; e do Manual de Comunicação LGBT da ABGLT de 2010).

O rosa na bandeira da pansexualidade simboliza o feminino, o amarelo, as pessoas não-binárias, e o azul, o masculino. A pansexualidade é atração sexual e/ou romântica de quem se interessa por pessoas, independente da sua orientação sexual ou do gênero.


Bandeira do Orgulho Polissexual


A bandeia polissexual simboliza aqueles que sentem atração romântica e/ou sexual por vários gêneros. É mais abrangente que a bissexualidade, mas menos do que a pansexualidade. As pessoas polisexuais têm atração por vários gêneros, mas não todos.

A cor rosa na bandeira representa a atração pelo feminino, o azul, pelo masculino, e o verde, pelos gêneros que fogem do binarismo.


Bandeira do Orgulho do poliamor



A bandeira do orgulho do poliamor representa as pessoas com diversos parceiros, em relacionamentos não monogâmicos. O azul na bandeira simboliza a abertura e honestidade, o vermelho, o amor, já o preto representa aqueles que, devido ao preconceito, têm que esconder os seus relacionamentos. Algumas bandeiras têm o símbolo do π (pi) em dourado, ao centro. O pi significaria a infinidade de amores possíveis dentro do poliamor.


Bandeira do Orgulho do Agênero


Pessoas agênero não se identificam com nenhum gênero. A sua bandeira simboliza nas cores preto, cinza e branco, a neutralidade ou a ausência de gênero. O verde representa as pessoas não-binárias.


Bandeira do Orgulho Assexual


Bandeira do Orgulho Assexual Criada em 2010 por meio da Asexual Visibility and Education Networl, AVEN. A faixa negra representa a assexualidade, a cinza representa a área entre ser sexual e assexual, a faixa branca representa o desejo sexual, já a faixa roxa representa a comunidade.



Bandeira do Orgulho da Arromanticidade


É a bandeira que representa as pessoas que não sentem atração romântica. Pessoas arromânticas podem ter qualquer orientação sexual, mas os seus relacionamentos não são pautados pelo romantismo tradicional.
Na bandeira, o preto e o cinza representa os arromânticos (assexuais ou alossexuais). O branco simboliza os relacionamentos platônicos. O verde-claro remete ao espectro arromântico e o verde mais escuro, a não atração romântica.


Bandeira do Orgulho Urso


Os chamados ursos são uma subcultura da comunidade gay, formada principalmente por homens (cis ou trans) homossexuais ou bissexuais, geralmente maduros. Para os mais jovens usa-se o termo chubby. Geralmente, os homens que pertencem à comunidade ursina gostam de manter os pelos pelo corpo e o rosto, são grandes e fortes, e, por isso, a nomeação de ursos. As cores da bandeira, com vários tons de marrom, amarelo, branco e preto, simbolizam a pelagem dos ursos e também a cor da pele dos membros da comunidade. A pegada no canto superior esquerdo também remete ao animal urso.

Outras bandeiras da causa LGBTQIAP+

Bandeira do Orgulho dos Aliados da Causa LGBT+


Também é conhecida como a bandeira do hétero aliado. Foi criada em 1973 por familiares e amigos de pessoas LGBT+, que apoiavam a comunidade em sua luta por direitos civis e contra a homofobia. A bandeira tem o fundo listrado, em preto e branco, remetendo a heterossexualidade, e um triângulo colorido acima, simbolizando a bandeira arco-íris do orgulho LGBT+.



É a bandeira que incluiu as cores preta e marrom simbolizando as pessoas negras e não-brancas no movimento. A bandeira foi criada em 2017, e visa marcar a pauta racial dentro do movimento e da comunidade LGBT+.




MUITO ALÉM DO ARCO-ÍRIS (1)

Um resumo da história do criador desse símbolo cheio de vida e com inúmeros desdobramentos visuais ao longo dos anos.


No dia em que a hasghtag #Kiss4LGBTQrights deu origem o maior beijaço digital do mundo, e diante das acusações de sequestros e mortes de gays na Chechênia, vale um restrospectiva elogiosa sobre a história do inventor de um símbolo cheio de poder.


No dia 31 de março de 2017, morreu Gilbert Baker.

Você pode não ter ouvido esse nome, mas ele se refere ao criador de um dos maiores ícones do design gráfico mundial: a bandeira arco-íris.

Baker nasceu em 1951 no Kansas (EUA), onde sua avó tinha uma loja de roupas de femininas, e onde a semente foi germinada.
Após sair do exército em 1972, Baker aportou em San Francisco, onde aprendeu a costurar bandeiras que seriam levadas à protestos pelos direitos gays e contra a guerra.


Foi nessa época que ele se tornou amigo de Harvey Milk (aquele que virou filme com Sean Penn). Baker criou a bandeira arco-íris com um coletivo em 1978 e se recusou a patenteá-lo como símbolo da comunidade LGBT. Em 1979, Baker começou a trabalhar na Paramount Flag Company em San Francisco, onde desenhou bandeiras para inúmeros eventos cívicos e para a São Francisco Gay Pride.

Em 1994, Baker criou a maior bandeira colorida do mundo em comemoração ao 25º aniversário da Rebelião de Stonewall, uma série de violentas manifestações espontâneas de membros da comunidade LGBT contra a repressão da polícia de Nova York em 1969 – considerado o evento que deu início ao movimento moderno de libertação gay e à luta pelos direitos LGBT.

Stonewall inn, 1969

Stonewall Inn na atualidade (Foto de Daniel Case, 1)

E esse é apenas um pequeno resumo da história do criador desse símbolo cheio de vida e com inúmeros desdobramentos visuais ao longo dos anos.

Cada cor da bandeira está relacionada a um poder: o rosa era para o sexo, vermelho para a vida, laranja para a cura, amarelo para o sol, verde para a natureza, turquesa para a magia, azul para a paz e roxo para o espírito. A bandeira que ao longo dos anos foi condensada de oito cores para seis foi a inspiração para a fonte que recebeu o nome de seu criador.



A Ogilvy & Mather, em parceria com a NYC Pride and Fontself traduziram a energia contida na bandeira em uma fonte grátis

O download por ser feito aqui, para ser usada pelos ativistas mundo afora.



E como já é de praxe por aqui, selecionei alguns trabalham que celebram o respeito e a diversidade do amor.















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RECOMENDAÇÕES 
CINCO PASSOS

1. Proteger as pessoas da violência homofóbica e transfóbica. Incluir a orientação sexual e a identidade de gênero como características protegidas por leis criminais contra o ódio. Estabelecer sistemas efetivos para registrar e relatar atos de violência motivados pelo ódio. Assegurar investigação efetiva, instauração de processo contra os perpetradores e reparação das vítimas de tal violência. Leis e políticas de asilo devem reconhecer que a perseguição de alguém com base em sua orientação sexual ou identidade de gênero pode ser um motivo válido para um pedido de asilo.


2. Prevenir a tortura e o tratamento cruel, desumano e degradante às pessoas LGBT em detenção através da proibição e punição de tais atos, garantindo que as vítimas sejam socorridas. Investigar todos os atos de maus tratos por agentes do Estado e levar os responsáveis à justiça. Prover treinamento apropriado aos funcionários responsáveis pela aplicação da lei e garantir um controle eficaz dos locais de detenção.


3. Revogar leis que criminalizam a homossexualidade, incluindo todas as leis que proíbem a conduta sexual privada entre adultos do mesmo sexo. Assegurar que não sejam presos ou detidos em razão de sua orientação sexual ou identidade de gênero, e não sejam submetidos a exames físicos degradantes e desnecessários com a finalidade de determinar sua orientação sexual.


4. Proibir a discriminação com base na orientação sexual e identidade de gênero. Promulgar leis abrangentes que incluam a orientação sexual e identidade de gênero como motivos proibidos para discriminação. Em especial, assegurar o acesso não discriminatório a serviços básicos, inclusive no contextos de emprego e assistência médica. Prover educação e treinamento para prevenir a discriminação e estigmatização de pessoas intersexo e LGBT.


5. Proteger as liberdades de expressão, de associação e de reunião pacífica para as pessoas intersexo e LBGT. Qualquer limitação destes direitos deve ser compatível com o direito internacional e não deve ser discriminatória. Proteger indivíduos que exercitam seus direitos de liberdade de expressão, de associação e de reunião dos atos de violência e intimidação por grupos privados.






Fonte











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Gender Concepts

Sex

Sex is comprised of the biological characteristics which a person is born with. This may include chromosomes, gametes (egg or sperm), gonads, reproductive organs, hormonal composition, among others. While most of the world understands gender as a mutually exclusive dichotomy of male and female, this is not true, as is evidenced in the biological makeup of humans and many other species. The features that serve to define “biological sex” may arise in various combinations; usually we see or label only two sets (male and female), but many more are not only possible but more common than we believe.


Gender

Not only is biological sex a continuum, but so is gender. Gender is much trickier to define, since it has many different dimensions through which is it felt, experienced, assumed, expected, expressed, and presented.

Gender is related to sex in which the physical body is often a part of someone’s gender. However, gender may or may not “match” the physical sex, and match is a loose term. This is because body parts are not inherently gendered; rather, they have been ascribed a gender. For instance, a penis is commonly thought of as the male organ. But there are many women and other female-identified folk who may have a penis, and do not consider it or themselves to be male, it is just a part of who they are. Other people do feel that a certain gendered body part does not belong on their body in relation to their gender.


Gender Identity

A person’s internal, private sense of gender is their gender identity. Some people live their entire lives without giving their gender identity a second thought. Many others heavily consider and challenge their gender role, or a set of expected thoughts and behaviors they should have for the sole reason of belonging to a certain gender group. Still others find themselves questioning whether they are the gender they have been told they are since birth, and realize that it may or may not match what they feel to be inside.


Gender Expression

How a person outwardly displays or presents their gender is their gender expression.This may include clothes, activities, mannerisms, behaviors, likes and dislikes of a certain gender. It is commonly thought of in terms of masculinity and femininity, but these proscriptions may change over time and across societies. It can also be a mixture of both, neither, or ambiguous.


Transgender

Gender in people is assumed to match that of the biological sex, but it doesn’t always. Thus, someone is transgender when a their internal gender identity does not match their assigned gender.

A transgender person’s gender identity may fall under binary genders of male or female, or it may be outside of the binary. There are infinite varitions on gender identity, gender expression, gender presentation, sexual orientation, birth sex, and current physical body.


Sexual Orientation

Sexual Orientation is a term to describe sexual, romantic, and/or emotional attraction towards others. It is completely independent of one’s gender identity, transgender status, gender presentation, or gender expression. That is, someone’s gender does not define who they are attracted to, as gender and orientation come in as many combinations as possible.

The most commonly known terms – heterosexual, homosexual or gay – are based on the gender of both the person with the attraction and who they are attracted to. However, because there are people whose gender does not fall into the male/female gender binary – such as neutrois people – it is difficult to define one’s sexual attraction in terms of one’s own gender. Furthermore, it is difficult to define one’s sexual attraction in terms of others’ non-binary gender. Thus some prefer to use terms that do not depend on their own gender, or on the gender of the person they are attracted to.


CONCLUSÃO 









































Beijo
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