Nosso lugar no Cosmo
This planet that once supported lush life
and our Sun that was once a beautiful star
that provided heat and light and life and hope will no longer exist...
Our Sun will become a cold, forgotten and obscure object
in a vast Universe that will eventually collapse in on itself
or its elements will separate until they mean nothing, and all life will disappear into cold and darkness
For all eternity...
Este planeta que um dia sustentou uma vida exuberante
e nosso Sol que já foi uma bela estrela que fornecia calor e luz
e vida e esperança não mais existirão...
Nosso Sol se tornará um objeto frio, esquecido e obscuro
num vasto Universo
que eventualmente entrará em colapso sobre si mesmo
ou seus elementos se separarão
até que não signifiquem nada,
e toda a vida desaparecerá em
frio e escuridão
para toda a eternidade...
O Sol hoje (amarelo) e quando se expandir numa gigante vermelha.
Conforme o sol perder suas camadas exteriores, sua massa vai diminuir, afrouxando sua influência gravitacional sobre todos os planetas. Então, os mundos orbitando a estrela vão começar a deslocar-se para um pouco mais longe.
A morte do sol é inevitável. No entanto, ainda levará quase 5 bilhões de anos, fique tranquilo – muito possivelmente o ser humano se extinguirá muito antes disso. O Sol encontra-se, atualmente, na metade de sua vida, mas já podemos imaginar o que ocorrerá com o sistema solar quando o Sol morrer.
Ah, a fusão...
Primeiro, há a fusão de átomos. O Sol é composto majoritariamente por hidrogênio – o elemento mais abundante do universo. A forma com o Sol e as outras estrelas liberam energia é pela fusão nuclear. Você aperta alguns átomos com tanta força que eles se juntam. Nesse processo, você libera energia e forma um outro átomo. No caso da fusão do hidrogênio, libera-se hélio.
No entanto, esse combustível não é infinito. Quando o hidrogênio acabar, o Sol fundirá o hélio, e assim a massa dos átomos fundidos cresce continuamente. Mas em algum momento o Sol já não possuirá força para fundir elementos. Nenhuma estrela consegue fundir elementos mais pesados do que o ferro de forma eficiente.
O fim do hidrogênio
Mas o problema se inicia milhões de anos antes do fim dos combustíveis – mas se inicia com o fim do hidrogênio. Conforme o sol funde o hidrogênio, acumula-se hélio em seu núcleo. Mas o hélio pesa mais, e necessita de mais pressão e mais calor para fundir.
Com o fim do hidrogênio o Sol passará, então, a crescer e esquentar, em seus últimos milhões de anos de vida, lentamente tornando-se uma gigante vermelha. Nos estágios iniciais, o Sol destruirá a atmosfera da Terra e evaporará todos os oceanos. Será um verdadeiro inferno. Mas este é só o começo, a pior parte ainda vem por aí.
O Sol continuará a crescer, e em algum momento engolirá as órbitas de Mercúrio de de Vênus. Em um primeiro momento, talvez ele não engula a Terra, mas é bem possível que também engula. De qualquer forma, apenas pela proximidade, o raivoso e idoso Sol destruirá a Terra, vaporizando todos os metais e as rochas com seu calor e sua ira em menos de um dia. Nesse caso, sobraria apenas o núcleo da Terra.
Evidências indicam que os lindos anéis de Saturno se destruirão logo – em cerca de 300 milhões de anos. No entanto, se estivessem vivos até a expansão do Sol, derreteriam, já que são compostos por poeira e água congelada. Além disso, muitas luas de Júpiter e Saturno são cobertas por gelo, e também perderão o gelo.
Além disso, é possível que os gigantes gasosos roubem gases liberados pelo Sol e os incorporem, tornando-se ainda maiores.
O Sol iniciará, então, uma série de contrações e expansões, durante alguns milhões de anos. Nesse processo, puxará alguns planetas e lançará outros, perdendo quase toda sua massa.
Ele se tornará, então uma anã branca, com um fraco brilho gerado pelo calor remanescente. Agora, inicia-se um período de bilhões de anos de estabilidade, e novos planetas surgirão. Um planeta que se formasse extremamente próximo da estrela poderia abrigar a vida novamente. (Miranda, 2022)
Um epoiler do futuro do Sol: uma nebulosa planetária.
(imagem Pivetta, 2023)
Imagens do telescópio Webb mostram estruturas esbranquiçadas, formadas por “raios” de matéria ejetada, nas bordas do anel da nebulosaNASA, ESA, CSA, STScI, Orsola De Marco (Universidade Macquarie).
(fapesp)
Fontes















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