INÍCIO

01 março 2022

PENSAMENTOS














I


Cheguei à conclusão que
Assim como a água é vida
Existir é política.
Existir é pensar racionalmente
Assim, o simples vir a ser é fazer política.
O ato de SER, é político.
Assim como o átomo é a raiz da matéria.
Ser e política são uma coisa só.

Quem não tiver voz alguém falará e criará uma narrativa para esse que não tem voz, ou abdicou dela. Como ser é “dizer”, “falar” e como dizer é falar é pensar, falar é existir. 
Desta forma quem “existe” politicamente ou “quem É”, tem o dever de usar a palavra. 
Quem pensa, emprestará a sua voz para quem não a tem.
Devemos por obrigação moral e ética emprestar aos animais, às plantas, à natureza, nossa voz. Para defendê-los contra a sanha extrativista e egoista de quem quer eliminá-los para melhor usar os recursos da Terra ou do subsolo. 

Mas qual voz? Qua voz deve estar a serviços dos nossos irmãos, todos os seres vivos?  
A voz da ciência e da ecologia para preservação. 
Defendê-los da sanha do lucro desvairado e destruidor, da ganância desenfreada da elite extrativista e egoísta. Defendê-los dessa última praga do capitalismo o neoliberalismo que não vê vida, vê o lucro. Para eles tudo q existe é lucro. 

Por isso, se voce se alienar desse direito, direito à razão e à voz, direito à política, voce será escravizado, seu sangue será sugado e quando não produzir mais nada para enriquecer os capitalistas neoliberais, serás jogado fora, como material descartável, lixo, sem valor.

Por isso se voce tem voz, não é bom ceder esse direito para alguém. 
Esse alguém pode ser um bolsominio enrustido e disfarçado, um defensor do capitalismo neoliberal de Guedes e dos imperialistas de Washington.
Que jogam uns países contra os outros e recolhem a riqueza o lucro que sobra da morte.

Pois o neoliberalismo combate exatamente o que falsamente defende, a liberdade. A liberdade de pensamento. E logo a seguir a liberdade de expressão “a liberdade de falar”, falar criticamente. 










II


FALAR AMOR

Essa imagem fala. 
Ver é falar consigo mesmo. É criar uma história. 
Ver um abraço é pensar no amor. Pensar no que levou a esse ponto de proximidade. É pensar no amor. 
E pensar no amor é contar para si mesmo uma história. Nessa história não há exploração, não há patrões nem mais nem exploradores, pois a fala é de sentimentos mútuos. É uma história construída juntos. É pensar na solidariedade e em tudo que desencadeia esses sentimentos bons e humanos.





III


 












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