INÍCIO

18 setembro 2024

O VOS OMNES

O VOS OMNES 






Canto da Verónica (latim)

Responsorium

O vos omnes 
Qui transitis per viam, 
Attendite, et videte 
Si est dolor similis sicut dolor meus.


Versus
Attendite, universi populi
Et videte dolorem meum.


Uma tradução do texto original para português:

Ó VÓS TODOS

Canto da Verónica

Responsório

Oh vós todos
Que passais pela via,
Vinde e vede:
Se há dor semelhante à minha!

Verseto

Atentai, povos do mundo,
E vede a minha dor.








COPACABANA

COPACABANA, 
A PRINCESINHA-MAR

Bairro da zona sul da cidade do Rio de Janeiro, internacionalmente conhecido, com praia, opções gastronômicas, circuito cultural, boemia e palco de grandes eventos, Copacabana é um dos principais cartões-postais do Brasil. Inicialmente, a extensão da praia e seu entorno chamava-se Sacopenapã, de origem tupi e significava, "o barulho e o bater de asas dos socós", o barulho dos pássaros. 

Praia de Copacabana. 

Há várias hipóteses etimológicas para o nome Copacabana. A primeira alega que o termo teria vindo da língua quíchua falado no antigo Império Inca, significando "lugar luminoso", "praia azul" ou "mirante do azul". Outras fontes apontam o termo como originário da língua aimará, falada na Bolívia, significando "vista do lago" (kota kahuana). Na Bolívia, Copacabana é o nome dado a uma cidade situada às margens do Lago Titicaca, fundada sobre um antigo local de culto inca. Existem relatos de que, nesse local, antes da chegada dos colonizadores espanhóis, ocorria o culto a uma divindade chamada Kopakawana, que protegeria o casamento e a fertilidade das mulheres.

Praia em Copacabana. 

Inicialmente, a praia e toda a região a sua volta tinham o nome tupi de "Sacopenapã", que significa "o barulho e o bater de asas dos socós". No século XVIII, com a inauguração de uma ermida em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana, num rochedo no final da praia, o nome da praia e da região foi trocado para "Copacabana".

Google maps

O nome Copacabana e sua ligação com o bairro inicia-se no século XVII, com a chegada de comerciantes de prata, bolivianos e peruanos, que eram conhecidos como “peruleiros”. Os imigrantes motivados por sua fé trouxeram uma réplica da imagem de Nossa Senhora de Copacabana. A imagem foi depositada no interior de uma capela, erguida sobre um rochedo e posteriormente deu o novo nome ao bairro.

Copacabana em 1914, foto de Antônio Caetano da Costa Ribeiro. Acervo da Fundação Biblioteca Nacional (1).

Em 1914, a igreja foi demolida, para a construção do atual Forte de Copacabana.

Segundo a lenda, após a chegada dos espanhóis à região da Copacabana boliviana, Nossa Senhora teria aparecido no local para Francisco Tito Yupanqui, um jovem pescador, que, em sua homenagem, teria esculpido uma imagem da santa que ficou conhecida como Nossa Senhora de Copacabana: a Virgem vestida de dourado pousada sobre uma meia-lua. No século XVII, comerciantes bolivianos e peruanos de prata (chamados na época de "peruleiros") trouxeram uma réplica dessa imagem para a praia do Rio de Janeiro então chamada de Sacopenapã (nome tupi que significa "caminho de socós"). Sobre um rochedo dessa praia, construíram uma capela em homenagem à santa. Tal capela, com o tempo, passou a designar a praia e o bairro e demolida em 1918, para ser erguido, em seu lugar, o atual Forte de Copacabana.
Outra vertente da história é confirmado por historiadores que relatam que a Igrejinha de Copacabana, que batizou o bairro e a praia (que na época se chamava "Sacopenapã"), foi construída por pescadores no início do século XVIII em homenagem a Nossa Senhora de Copacabana. A imagem de Nuestra Señora de Copacabana, que ficava na igreja, foi trazido da Bolívia no final do século XVIII. Com a demolição do pequeno templo em 1918, foi transladada para a matriz do bairro. A mesma imagem retornou para a nova Igrejinha de Copacabana, no Posto 6 junto ao Forte, em 8 de dezembro de 1953, quando o novo templo ainda era construído.
No final do século XIX e início do século XX, com o desenvolvimento de sistemas de saneamento mais avançados, as praias da cidade puderam ser limpas, adquirindo valor e tornando-se objeto da procura pelas camadas de mais alta renda. Com a chegada dos bondes e a abertura de vários túneis ligando a praia ao centro da cidade, esta começou a ser mais frequentada pela população (WP).

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Sobre a origem do nome Copacabana há algumas versões: uma da língua quíchua, falada pelos Incas e que significa “lugar luminoso”, “praia azul”, “mirante azul”. Já a outra possibilidade vem da língua aimará, da Bolívia e significa “vista do lago”. Até o final do século XIX, Copacabana não era um local de fácil acesso, viviam ali alguns pescadores, existiam chácaras, sítios, a Igreja de Nossa Senhora de Copacabana e o Forte Reduto do Leme. Em 1892, um marco para a região, foi a inauguração do túnel no Morro de Vila Rica, Túnel Real Grandeza, conhecido como Túnel Velho, atual, Túnel Alaor Prata. A construção permitiu o acesso entre Copacabana e Botafogo e a integração com o restante da cidade. Outro destaque para a integração e movimentação no bairro foi a criação e ampliação das linhas do bonde.

Já no início do século XX, em 1905, na gestão do prefeito Pereira Passos, foi iniciada a obra da Avenida Atlântica, entregue no ano seguinte pelo prefeito Sousa Aguiar. Data deste período a construção do famoso calçadão de Copacabana, construído com pedras vindas de Portugal. Na década de 70 obras foram feitas para duplicar a Avenida Atlântica e facilitar o fluxo, já intenso.

Um dos grandes símbolos do bairro, o Hotel Copacabana Palace foi o primeiro grande edifício construído, inaugurado em 1923. O plano inicial era que o hotel de luxo hospedasse os visitantes que viriam a capital federal para participar da Exposição do Centenário da Independência do Brasil que ocorreu em 1922, porém, dificuldades com a obra, com materiais, não permitiram a inauguração do hotel a tempo. Nas dependências do Copacabana Palace também funcionou um cassino até 1946, quando o jogo foi proibido no país. A edificação com localização privilegiada permite uma bela vista do praia.









































(Imagens: Google images)




Fonte




16 setembro 2024

RESCALDO DE GUERRA

RESCALDO DE GUERRA

(Modif. de Walter Freitas, 1)

As guerras são batalhas que dizimam seres humanos e deixam sequelas permanentes nos sobreviventes. Todos perdem. Não existe vencedor quando a vida humana é ultrajada por governantes sedentos de poder e ambição.

No campo de combate, se busca eliminar aqueles que são considerados “inimigos” e que ameaçam a liberdade e o poder do opositor. 

Atualmente temos dois conflitos que já mataram milhares de civis e militares. As crianças são as principais vítimas dessas tragédias provocadas por verdadeiros psicopatas e terroristas, que destroem escolas, creches, abrigos, hospitais, residências e tudo que encontram pela frente, além de vidas humanas. que entram nas estatísticas dos “senhores da guerra”.

(O conflito mais notável está sendo travado de um lado pelos genocidas israelenses e do outro por um povo que há décadas vem sendo massacrado, tendo suas terras roubadas e seus bens expropriados, enfim seu futuro está ameaçado). Do lado dos genocidas está a nação mais poderosa do mundo e seus lacaios europeus. Fascistas são eles, que fecham os olhos para a história e para os fatos. Um dia pagarão com sua existência.)

A indústria bélica não sobrevive na paz. A guerra é o maior instrumento que existe, para que os donos das armas saiam sempre vencedores nas batalhas sangrentas. Não importa quantos milhares de seres humanos morrerão, o que importa é que seus objetivos sejam alcançados através dos lucros obtidos com vendas e fornecimento de armamentos cada vez mais avançados e letais, com grande poder de destruição. 
(Seus métodos bélicos como a proxi-war, e sanções impostas a todos visam a abertura de mercados e um novo neo-imperialismo e neo-colonialismo mais palatável do que o antigo, mas igualmente destrutivo e que reduz as pessoas a objetos terminado com um arremedo de ser humano chamado de empreendedor).

O que sobra numa guerra: cadáveres, mutilações, dores, sofrimentos e, consequentemente para os mercadores das armas, a reposição dos equipamentos de combate que foram destruídos e que serão utilizados no próximo conflito.

Para os norte-americanos e seus aliados, a melhor forma de garantir uma economia com crescimento, é através das guerras, com o fornecimento de armas. Dessa forma, garante os empregos e melhora a qualidade de vida de seu povo. 

Para esses senhores que incentivam a guerra e a violência como solução de conflitos e espalham a morte, a paz jamais foi ou será o principal objetivo, pois, carregam consigo, o ódio e o extermínio de seus opositores. Nunca o objetivo de uma guerra foi a busca da paz, pois na guerra há o objetivo do lucro com a morte, são os necropoliticos assentados em Washington ou na sede da União Europeia que controlam as cordas de seus fantoches e lacaios de todos os lugares. A vida transformada em trabalho morto fui para o norte como um rio do inferno que leva as almas no desabrochar da vida

“Quando os ricos fazem as guerras, são sempre os pobres que morrem.” (Jean - Paul Sartre. 1905-1980)

11 setembro 2024

11 DE SETEMBRO

SALVADOR ALLENDE, PRESENTE!

HOMENAGEM A SALVADOR ALLENDE NO CHILE













































FULIGEM DO NEOLIBERALISMO 



























O MAL DO NEOLIBERALISMO 


































OLÁ PRIMAVERA