INÍCIO

14 dezembro 2021

IMPERIALISMO E POBREZA


Imperialismo, pobreza e desigualdade 

Os EUA exercem um efeito nocivo sobre as democracias e seus lideres legitimamente eleitos pelo voto direto e universal. 

Esse efeito nocivo é devastador e se revela mais forte sobre “certas” democracias, especialmente as progressistas da América Latina que discordam ou que não estejam de acordo com os interesses da classe média e elite norte-americanas. 
Que não estejam de acordo com o desejo de exploração daqueles que elegem os governantes daquele país. 

Em síntese, os EUA querem, e impõem  pseudo democracias e líderes subservientes. Resumindo querem capachos que eles possam explorar, subornar pelo capital ou pelo poder, não querem protagonistas de sua própria história.

Atualmente são 14 milhões de desempregados e mais quase 3 milhões de desalentados. 20 milhões passam fome. 52% depopulação são afro-brasileiros, 51% são mulheres. Por que se deixam dominar? Somente esses segmentos citados poderiam manter um governo progressista por décadas. Será que tem ilusão de que serão elite ou pequenos burgueses? 



Não é necessário ir ao shopping para ver uma multidão de necessitados vendendo panos de prato, pedindo uma moeda ou algo para seus filhos. Eles são iguais a todos nós. Tem as mesmas necessidades.  

O golpe veio para afastar uma presidenta legitimamente eleita pelo voto do povo. Golpe contra o povo, golpe promovido por instituições mantidas com o dinheiro de impostos pagos pelo povo. 
Instituições que são mais “aristocratas cortes” encasteladas nos palácios vivendo no bem bom as custas do sofrimento de seus eleitores. E não só instituições eletivas, mas instâncias outras que oprimem seu próprio povo.  






Minha persona religiosa, ou o q sobrou dela poderia perguntar, como fez Jesus já na cruz no calvário: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni” significa “Deus meu, Deus meu, por que me me abandonaste?” É um grito de abandono. Pois estamos totalmente desamparados desta presença que Deus prometeu. 
Minha persona crítica agnóstica substitui a pouca crença num ser onipotente e toma para si a dúvida e tento trabalhar para mudar o mundo. É difícil. Lutamos contra potências imperialistas e elites burguesas escravocratas egoístas, nessa fase do capitalismo rentista acumulativo. Não espero, luto todo dia. 
Minha persona crítica ainda tem lá no fundo um verniz de esperança. Que um dia seremos autônomos e teremos dignidade. Não será facial. E nada será de graça. É justo que o trabalhador possa ter um carro, uma casa, uma boa escola para os filhos. Produzimos tudo no mundo, pq não podemos usar a roupa que cortamos, costuramos, estampamos, embalamos?  
Quando os povos imperialistas saberão o mal que produzem distantes de suas casas? 
Quanto tempo levará para o despertar da solidariedade, da compaixão?  
Dum spiro, spero,
Spiro ergo spero.
Spiro sepero






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