INÍCIO

04 abril 2020

GO "GEDIS" THE MONEY WITHOUT BIDDING

OS DOMINANTES DOMINADOS
(GO "GUEDIS" THE MONEY)


i

Capitalismo é um sistema econômico baseado na propriedade privada de bens e dos meios de produção e sua operação com fins lucrativos. Não necessariamente para promover o bem de todos. A relação de trabalho assalariado é predominante. Em nenhum momento da história desse sistema econômico essa relação proprietário dos bens e dos meios de produção e trabalhadores, foi justa ou digna para o trabalhador. Tendo como único objetivo e escopo final a constante obtenção de lucro não importando quem perca com isso. Assim, a injustiça aparece no momento em que os trabalhadores não participam do lucro, recebendo em troca de sua força de trabalho, um salário. Muitas vezes mínimo e regulamentado pela Constituição baseado na OIT. Pois se ficar a cargo do empregador nem o mínimo para sobreviver o trabalhador recebe. Vemos por exemplo o trabalho infantil. 
Entre as características centrais do capitalismo, além da propriedade privada e dos bens, a acumulação de capital, o trabalho assalariado, a troca voluntária da mão de obra por dinheiro, um sistema de preços para produtos etc.
E esses princípios básicos geram uma sociedade com duas classes principais: 
os capitalistas ou os donos dos meios de produção (fazendas, bancos, fábricas, industrias etc.) e os proletários, os trabalhadores que vendem sua força de trabalho, sua energia vital, seu tempo e suas habilidades aos capitalistas em troca de um salário.
Como consequência desse sistema econômico, temos a desigualdade social, consumismo desenfreado e perda de valores morais, monopólios e cartéis que prejudicam os consumidores desviando e estocando bens para que aumente a procura e esses parasitas do sistema possam ganhar dinheiro, segundo as leis do mercado. Não bastando tudo isso, ainda outra consequência do capitalismo é o desemprego. Assim, temos que o capitalismo é um sistema econômico que se caracteriza pela propriedade privada dos meios de produção (equipamentos, espaço (fazendas, fábricas) etc. pelo trabalho livre assalariado, onde o trabalhador vende sua força de trabalho ao capitalista, pela acumulação de capital (riqueza) pelo capitalista dono dos meios de produção e sistema de mercado baseado na iniciativa privada, na lei da oferta e procura, na racionalização dos meios de produção e na exploração de oportunidades de mercado para efeito de lucro, no qual os assalariados não participam.


ii 

Os parasitas

O ministro da economia criticou o reajuste anual dos salários dos servidores que, segundo ele, além de possuírem o privilégio da estabilidade funcional (estabilidade no emprego) possuem uma aposentadoria generosa. 

O ministro argumentou que a máquina pública, nas três esferas de governo, não se sustenta financeiramente por questões fiscais e, por isso, a carreira do funcionalismo precisa ser revista. Ora, então os militares não deveriam ganhar o que ganham, nem poder deixar pensões para suas filhas que também oneram a folha do governo. Por que os funcionários públicos? 

Porque o ministro tem algo contra a classe que o elegeu, seu preconceito de banqueiro da elite. Ele odeia tanto a classe média quanto a classe média odeia odeia os pobres. Ele disse que foram as empregadas domésticas que estavam indo para a Disney. Porque? Por que ele não podia acusar a classe média que elegeu o seu patrão. Ele não podia ofender a classe que os colocou lá. 

Mas pelo preconceito que ele tem contra os pobres ele podia passar a mensagem sem ofender a classe média abjeta, esse lixo branco que o apoia.

Vejam essa frase, que que comparação mais tosca e desumana, tudo para justificar a retirada de direitos dos trabalhadores: "O hospedeiro está morrendo, o cara virou um parasita, o dinheiro não chega no povo e ele quer aumento automático", disse o ministro. 

Não se pode descer mais pois essa mente já esta no mais baixo da humanidade, infelizmente. Pois nela não existe mais nenhuma empatia alguma. Ele desconhece as condições dos servidores públicos que até onde sei fazer um trabalho incrível com o pouco que tem e em ambientes totalmente precarizados. Mas a sanha anacrônica e gananciosa do ministro quer destruir o que resta para entregar para que alguma parceria publico privada faça esse trabalho cobrando do povo por um direito que é assegurado pela Constituição. 

Se a universidade publica é a que mais se destaca com servidores públicos extremamente qualificados, todas as demais repartições que tem servidores públicos são de excelente qualidade. Sou da classe média e muita vezes ao longo dos últimos vinte anos tive que consultar pelo SUS. Chegando lá, fui excelentemente tratado, com profissionais da melhor qualidade que se formaram na própria universidade publica. Minha mãe teve pneumonia e foi obrigada a ficar 17 dias hospitalizada num hospital publico. Não há palavras para descrever a atenção com que foi tratada, tanto médicos e enfermeiros, plantonistas todos os servidores imaculados. Há um aporte grande de pessoas necessitando de atendimento? Há. Mas essa realidade só existe pela falta de investimento em infraestrutura para atender o público. 

Sou da classe média mas não sou terraplanista, acredito na ciência e na caminhada da razão humana para alcançar um patamar de verdade e felicidade. Sei diferenciar um discurso que vem para destruir, como é o discurso do atual ministro tchutchuca. Outra pérola de ignorância e preconceito, desta vez declarada contra a classe média: "Nos Estados Unidos ficam quatro, cinco anos sem dar reajuste e quando dá todo mundo fica 'oh, muito obrigado. Aqui o cara é obrigado a dar [reajuste] porque está carimbado e ainda leva xingamento, ovo, não pode andar de avião" ainda completou. Nessa frase ele deixa claro o preconceito que ele nutre pela classe média. Além de tudo que ele jamais devia verbalizar ele ainda completa que os trabalhadores da classe média não podem andar de avião. Como se avião fosse uma carruagem de ouro reservada para reis e imperadores. Ora, ora, ora. Ele não perde uma oportunidade de achincalhar os trabalhadores pois ele como representante máximo do lixo branco, ele odeia o pobre, para ele a classe média é pobre. E para os padrões dele a classe média realmente é pobre, já que ele possui milhões na sua conta. 

Ele quer nos transformar naqueles 140 milhões de pessoas norte-americanas que são sugadas diariamente pelos ricos. Agora ele tem o Brasil para aumentar o mercado para a extrema direita norte-americana da qual ele é o arauto e esta a serviço. Vejam aonde chegamos. 

A subserviência e o complexo de vira-latas

Na mentalidade desses pseudo-humanos, traidores da pátria, que querem impor um sistema econômico anacrônico que há muito já caducou, pois concentra riqueza nas mãos de poucos, aumentando a desigualdade e a exclusão, gerando uma legião de pessoas infelizes que apenas sobrevivem.
Além de legitimar uma classe de exploradores dos trabalhadores via planos de saúde, educação, segurança etc. Serviços que hoje vemos que devem permanecer nas mão do estado como um ente regulador e mantenedor da melhor politica publica para todos os seus cidadãos.  
Esses boçais subservientes olham para o norte desejoso de terem nascidos yankes, de olhos azuis, enquanto suga até a última gota se sangue e da vida do povo brasileiro. Na realidade é um mestiço degenerado que renega sua própria origem. 


Uma festa danada

A Tchutchuca não pode dizer que era a classe média que viajava para todo lado (naquela “festa danada”), quando a moeda norte-americana estava valendo R$ 1,80 do US dólar. Ele não podia discriminar nem xingar a classe média pois foi a própria classe média que elegeu o seu patrão (Bolsonaro) e ele junto. 

Então ele usa uma linguagem figurada, dizendo que eram as empregadas domésticas que estavam viajando.

A classe média é "a emprega domestica para os ricos", donos do poder. 
Quem foi parasita a vida toda e envolvido em negócios obscuros onde todos (menos ele é claro) perderam dinheiro, não são as empregadas domésticas que por sinal ajudam a melhorar o país, trabalhando diariamente todos os dias do ano. 
Muito triste um ministro de estado se referir dessa maneira à uma classe digna e trabalhadora e se referir a toda classe média, da maneira que ele está acostumado a fazer. Jamais pensei q um dia eu viveria para ver isso. Muito triste um agente do estado se referir assim a classe média, mesmo usando uma linguagem figura ou uma metáfora.

O que estamos vendo nessa pandemia de coronavírus é as máscaras caindo. Todos estão se mostrando como realmente são. A classe média que mergulha no esgoto e não fica doente e merece ser estudada, agora resolveu acordar e por que esta cheia desses idiotas, sejam eles instruídos que estudaram em Chicago ou pobres coitados imigrantes europeus que não produziram nada além de milicianos. 
Mas um ponto é certo: o mundo não será mais o mesmo depois dessa pandemia. 













Fonte



Nenhum comentário: