INÍCIO

10 julho 2020

OS DEMÔNIOS ESTÃO A SOLTA NO BRASIL



O INFERNO EXISTE E ESTÁ VAZIO. 

OS DEMÔNIOS VIERAM TODOS PARA O BRASIL 


Os demônios listados a seguir, deixaram seu assento nos infernos e vieram todos para o Brasil. Eles almejam destruir tudo de bom que o progressismo construiu. Almejam tornar esse lugar onde moramos num covil, numa fossa onde seus senhores e amos moram. 
O demônio
do preconceito 
do totalitarismo
da ignorância 
da preguiça 
da exclusão 
do fascismo 
da intolerância
do capitalismo 
do neoliberalismo 
do machismo 
da homofobia 
da misoginia 
da xenofobia 
da aporofobia
do conservadorismo 
do escravidão
da arrogância
do patrimonialismo 
do servilismo

estão todos soltos no Brasil, e o que é pior se intitulam "cidadãos de bem".
Eles não tem ideia que são uns pobres coitados, iludidos pela lábia vil e venenosa de falsos "profetas", que na realidades são pobres diabos do fim do mundo, do fim do amor, do fim do perdão, do fim da paz.
Seus corpos são vasos cheios de iniquidade e ódio, transbordam do que estão repletos. Seu conteúdo venenoso é como um sepulcro caiado, por fora são reconhecíveis, mas por dentro são bestas pestilentas e pútridas. 
Esses "cidadãos de bem", discriminam seus semelhantes, pessoas que na ótica distorcida deles, são inferiores. Mal sabem eles que eles próprios são vermes desprezíveis e amaldiçoados. 
Seu mal é momentâneo, mas estão aí para se encontrarem com os outros que saíram de fendas e esgotos, de fossas infernais, mas que julgam serem mansões devido suas posses. 
Há muito eles deixaram de ser humanos, só restou sua carcaça que destila ódio e impropérios quando vem alguém a quem discriminam e que acham que não deveria existir. Eles que não fazem falta no mundo. Tentando se passar pela elite de Mammon, são apenas uns pobre diabos sem nenhuma consciência de classe ou ou sem razão, pois a perderam ao deixar os diabos ocupar seus corpos. 
Eles servem aos príncipes dos infernos, os quais já possui sua alma, destruída e pestilenta. 
Eles servem aos sete príncipes do Inferno, os quais não param de sussurrar em suas mentes que eles são os melhores, eles tem título de engenharia, são graduados nisto ou naquilo, que "eles não são qualquer um"...
Suas ações são desprezíveis, seu hálito é podre, pestilencial. 
Seus desejos são vícios 
Seu olhar diabólico e vazio de vida
Eles se tornaram sementes da morte e a levam a todo lugar que pisam com seus pés degenerados. 

Eis os príncipes aos quais servem  Asmodeus  demônio da luxúria, Azazel, o impulsionador da ira, Belphegor, o diabo da preguiça, Belzebub, associado à gula, Leviathã, o asqueroso diabo da inveja, Lúcifer, associado à soberba e Mammon ligado à ganância.

Assim, deixo aqui a sistemática e a taxonomia dos demônios para que, você, leitor atento, encontre outros e os associe a estes cidadão de bem que hoje anda orgulhoso pelas ruas com seu dentes cheios de ira e veneno. Destilando intriga e dissabores, tentando até jogar nossa constituição no lixo. Eles sim que serão jogados no lixo da história, ninguém os lembrará, seu túmulo será uma cloaca e ninguém mais pronunciará seu deméritos pois um dia chegará, que todos se encontrarão na inclusão, na sabedoria, na não discriminação, na tolerância, na paz e empatia. E nesse mundo não há lugar para esses demônios fascistas sem valor. (10/VII/2020)





CLASSIFICAÇÃO DOS DEMÔNIOS





The Torment of Saint Anthony 
(or The Temptation of Saint Anthony, c. 1487–88) 
Atribuído a Michelangelo Buonarroti


O Tormento de Santo Antônio (ou A Tentação de Santo Antônio, c. 1487-1488) é a mais antiga pintura conhecida de Michelangelo, pintada como uma cópia aproximada da famosa gravura de Martin Schongauer (de cerca de 1470–1475) quando ele tinha apenas 12 ou 13 anos de idade. Está agora no Kimbell Art Museum em Fort Worth, Texas. Mostra um assunto medieval comum, incluído na Golden legend = Legenda aurea ou Legenda sanctorum (Lenda Dourada ou Lenda dos Santos, que é uma coleção de hagiografias de Jacobus de Varagine que era amplamente lida na Europa no final da idade média. Mais de mil manuscritos do texto sobreviveram. Provavelmente foi compilado por volta dos anos de 1259 a 1266, embora o texto tenha sido adicionado ao longo dos séculos.) e outras fontes, de Santo Antônio (251 - 356 d.C.) sendo atacado no deserto por demônios, cujas tentações ele resistiu. 
A Tentação de Santo Antônio (ou "Julgamento") é o nome mais comum desse assunto. Mas essa composição aparentemente mostra um episódio posterior, onde Santo Antônio, normalmente voando sobre o deserto apoiado por anjos, foi emboscado no ar por demônios. 



Inicialmente intitulado Legenda sanctorum (Leituras dos Santos), ganhou popularidade sob o título pelo qual é mais conhecido. Ultrapassou e eclipsou compilações anteriores de legendaria abreviada, a Abbreviatio in gestis et miraculis sanctorum atribuída ao cronista dominicano Jean de Mailly e o Epilogus in gestis sanctorum do pregador dominicano Bartolomeu de Trento. 
Quando a impressão foi inventada na década de 1450, as edições apareceram rapidamente, não apenas em latim, mas também em quase todos os principais idiomas europeus. Entre os incunábulos, impressos antes de 1501, a Legenda aurea foi impressa em mais edições que a Bíblia e foi um dos livros mais amplamente publicados da Idade Média. 
Durante o auge de sua popularidade, o livro era tão conhecido que o termo "Lenda Dourada" às vezes era geralmente usado para se referir a qualquer coleção de histórias sobre os santos. 
Foi um dos primeiros livros que William Caxton imprimiu no idioma inglês. 
A versão de Caxton apareceu em 1483 e sua tradução foi reimpressa, chegando à nona edição em 1527. Escrito em latim simples e legível, o livro foi lido em seus dias por suas histórias. Cada capítulo é sobre um santo ou Festa cristã (celebração do santo do dia) diferente. O livro é considerado a coisa mais próxima de uma enciclopédia da tradição medieval que sobrevive hoje; como tal, é inestimável para historiadores da arte e medievalistas que procuram identificar os santos retratados na arte por seus atos e atributos. Sua natureza repetitiva é explicada se Jacobus da Varagine pretendia escrever um compêndio de histórias sagradas para sermões e pregações, não uma obra de entretenimento popular.



ALGUMAS CLASSIFICAÇÕES 

Os Sete Príncipes do Inferno é uma expressão popularizada que indica o 

resumo feito pelo teólogo e bispo alemão Peter Binsfeld, no século XVI, no qual ele associou um demônio específico à cada um dos sete pecados capitais. 


Os sete príncipes do inferno então seriam, segundo Binsfeld

Asmodeus  associado a luxúria
Azazel, associado a ira
Belphegor, associado a preguiça
Belzebub, associado à gula
Leviathã, associado à inveja 
Lúcifer, associado à soberba 
Mammon associado à ganância


Classificação dos demônios por Psellus 

Michael Psellus preparou uma classificação de demônios no século 11, o que foi uma inspiração para a classificação que Francesco Maria Guazzo preparou mais tarde. 
Psellus dividiu os demônios em Empírio (Ardente), Aéreo, Subterrâneo, Lucifugoso (Heliofóbico), Aquoso e Terreno (Terrestre).


Michael Psellus prepared a classification of demons in the 11th century, which was an inspiration for the classification Francesco Maria Guazzo prepared later. Psellus divided demons into Empyreal (Fiery), Aerial, Subterranean, Lucifugous (Heliophobic), Aqueous, and Terrene (Terrestrial)




In De occulta philosophia (1509-1510), Cornelius Agrippa proposed several classifications for demons. One is based in the number four and the cardinal points, with the ruling demons being Oriens (East), Paymon (west), Egyn (North) and Amaymon (South). 

The same four demons appear in the Semiphoras and Schemhamforas. Another classification, based in the number nine, has the following orders of demons: 

False spirits, Spirits of lying, Vessels of iniquity, Avengers of wickedness, Jugglers, Airy powers, Furies sowing mischief, Sifters or triers, Tempters or ensnarers. 
(See Barrett's classification below).


Classificação de demônios por Agripa 

Em De occulta philosophia (1509-1510), Cornelius Agrippa propôs várias classificações para demônios. Um é baseado no número quatro e nos pontos cardeais, com os demônios dominantes sendo Oriens (leste), Paymon (oeste), Egyn (norte) e Amaymon (sul). 

Os mesmos quatro demônios aparecem nas Semiphoras e Schemhamforas.  Outra classificação, baseada no número nove, tem as seguintes ordens de demônios: 

Espíritos falsos, 
Espíritos da mentira, 
Vasos de iniqüidade, 
Vingadores da iniqüidade (maldade), 
Malabaristas, 
Poderes aéreos, 
Fúrias semeando travessuras, 
Peneiras ou triers, 
Tentadores ou escravos 




A classificação dos demônios por Michaelis.

 Em 1613, Sebastien Michaelis escreveu um livro, História Admirável, que incluía uma classificação de demônios, conforme lhe foi dito pelo demônio Berith quando ele exorcizava uma freira, segundo o autor. 

Essa classificação é baseada nas hierarquias pseudo-dionisíacas, de acordo com os pecados que o diabo tenta cometer e inclui os adversários dos demônios (que sofreram essa tentação sem cair). 
Observe que os nomes de muitos demônios são exclusivamente franceses ou desconhecidos em outros catálogos. 
São João Batista e São João Evangelista são os dois São João a quem Michaelis se refere. Os outros santos são citados apenas pelo nome, sem deixar claro, isto é, que Francisco é mencionado (de Assis?). 

Primeira hierarquia 
A primeira hierarquia inclui anjos que eram serafins, querubins e tronos. 

Belzebub era um príncipe dos serafins, logo abaixo de Lúcifer. Belzebu, juntamente com Lúcifer e Leviatã, foram os três primeiros anjos a cair.
Ele tenta os homens com orgulho e é contra São Francisco de Assis. 
Leviathan também era um príncipe dos serafins, que tenta as pessoas a ceder à heresia, e é contra São Pedro. 
Asmodeus também era um príncipe dos serafins, ardendo com o desejo de tentar os homens em devassidão. Ele é contestado por São João Batista. 
Berith era um príncipe dos querubins. Ele tenta os homens a cometerem homicídios e a serem briguentos, contenciosos e blasfemos. Ele é contestado por São Barnabé. 
Astaroth era um príncipe de Tronos, que tenta os homens serem preguiçosos e é contra São Bartolomeu. 
Verrine também era um príncipe dos tronos, logo abaixo de Astaroth. Ele tenta os homens com impaciência e é contra São Domingos. 
Gressil foi o terceiro príncipe de Tronos, que tenta os homens com impureza e é contestado por São Bernardo. 
Soneillon foi o quarto príncipe de Tronos, que tenta os homens a odiar e se opõe a Santo Estêvão.




A segunda hierarquia
Inclui poderes, domínios e virtudes. 

Carreau: era um príncipe dos poderes. Ele tenta os homens com dureza de coração e é contra São Vicente e Vincent Ferrer. 
Carnivale: também era um príncipe dos poderes. Ele tenta os homens à obscenidade e vergonha, e é contestado por João Evangelista. 
Oeillet: era um príncipe de Domínios. Ele tenta os homens a quebrar o voto de pobreza e é contra St. Martin. 
Rosier: foi o segundo na ordem de Domínios. Ele tenta os homens contra a pureza sexual e é contra São Basílio. 
Belias: era o príncipe das virtudes. Ele tenta homens com arrogância e mulheres a serem vaidosas, criar filhos devassos e fofocar durante a missa. Ele é contestado por São Francisco de Paulo.


Terceira hierarquia
A terceira hierarquia inclui Principados, Arcanjos e Anjos. 

Verrier: era o príncipe dos Principados. Ele tenta os homens contra o voto de obediência e é contestado por São Bernardo. 
Olivier: era o príncipe dos arcanjos. Ele tenta os homens com crueldade e impiedade com os pobres e é contra São Lourenço. 
Luvart: era príncipe dos anjos. Na época em que Michaelis escrevia, acreditava-se que Luvart estava no corpo de uma irmã Madeleine. Muitos dos nomes e fileiras desses demônios aparecem nas litanias do sábado das bruxas, de acordo com o Histoire de la magie de Jules Garinet na França e o Dictionnaire Infernal de Collin De Plancy.


Francis Barrett, em seu livro The magus (1801), ofereceu essa classificação de demônios, tornando-os príncipes de alguma atitude, pessoa ou coisa má.

Belzebub: deuses falsos - idólatras 
Pytho: espíritos da mentira - mentirosos 
Belial: Vessels of Iniquity - inventores de coisas más 
Asmodeus: Os Vingadores da Iniquidade 
Satanás: imitadores de milagres - bruxas más e feiticeiros 
Merihem: Poderes aéreos - fornecedores de pestilência 
Abaddon: Furies - semeadores da discórdia 
Astaroth: Caluniadores - inquisidores e acusadores fraudulentos 
Mammon: Maligenii - tentadores e bajuladores

Em 1409-1410, The Lanterne of Light (um trecho inglês anônimo de Lollard frequentemente atribuído a John Wycliffe) forneceu um sistema de classificação baseado nos Sete Pecados Capitais, estabelecendo que cada um dos demônios mencionados tentava as pessoas por meio de um daqueles pecados. Esta lista foi usada mais tarde nos trabalhos de John Taylor, o poeta da água.  (Os termos entre parênteses são os encontrados no texto)

1. Lúcifer: Orgulho 
2. Belzebu: Inveja 
3. Satanás (Sathanas): Ira 
4. Abaddon: Preguiça (lento) 
5. Mammon: ganância 
6. Belphegor: Gula 
7. Asmodeus: Luxúria 

Mastema, Mesetēma é um anjo que persegue o mal no Livro dos Jubileus. Ele realiza punições a Deus, além de tentar os humanos e testar sua fé. Nos fragmentos zadoquitas e nos pergaminhos do mar morto, ele é o anjo do desastre, o pai de todo o mal e um bajulador de Deus. Dizem que ele se tornou um anjo caído. Ele aparece pela primeira vez na literatura do Período do Segundo Templo como uma personificação da palavra hebraica mastemah (מַשְׂטֵמָה), que significa "ódio", "hostilidade", "inimizade" ou "perseguição".



Bibliografia 






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