DIONE ΔΙΩΝΗ
Dióni Διώνη
Hesíodo em sua Teogonia (700 a.C.) (theo= deuses + goné= geração), Dione não é mãe de Afrodite; esta surge da espuma do mar criada pela queda na água salgada dos genitais de Urano, castrado por Cronos, com uma foice de colher cereais. Nesta genealogia, ela é incluída apenas como uma das muitas oceânidas. Mesmo assim, Hesíodo cita Dione no proêmio, entre as divindades mais importantes:
"Pelas Musas heliconíades comecemos a cantar.
Elas têm grande e divino o monte Hélicon,
em volta da fonte violácea com pés suaves
dançam e do altar do bem forte filho de Crono.
Banharam a tenra pele no Permesso
ou na fonte do Cavalo ou no Olmio divino
e irrompendo com os pés fizeram coros
belos ardentes no ápice do Hélicon.
Daí precipitando-se ocultas por muita névoa
vão em renques noturnos lançando belíssima voz,
hineando Zeus porta-égide, a soberana Hera
de Argos calçada de áureas sandálias,
Athená de olhos glaucos virgem de Zeus porta-égide,
o luminoso Apolo, Ártemis verte-flechas,
Posídon que sustém e treme a terra,
Têmis veneranda, Afrodite de olhos ágeis,
Hebe de áurea coroa, a bela Dione,
Aurora, o grande Sol, a Lua brilhante,
Leto, Jápeto, de curvo pensar,
Terra, o grande Oceano, a Noite negra
e o sagrado ser dos outros imortais sempre vivos."
DIONE ΔΙΩΝΗ
Antiga deusa grega.
Uma titânide oracular.
Dione Διώνη, na mitologia grega era a deusa das ninfas.
Ela foi amada por Zeus.
Primariamente conhecida a partir do livro V da Ilíada de Homero onde ela trata dos ferimentos de sua filha Afrodite (uma das versões da Afrodite como sendo sua filha com Zeus) .
Outras fontes descrevem-na como uma antiga esposa de Zeus.
Dione é a deusa das ninfas, segundo uma versão era filha de Urano (céu) e de Tálassa (mar), nasceu quando o sêmen de Urano caiu no mar o fecundou. Ela foi amada por Zeus, com quem teve um relacionamento e de quem teve Afrodite, a deusa do amor, da sedução e da beleza. Outras versões (como Hesíodo), dão como sendo seus pais o Oceano e Tétis (Titanide), o que a integraria às oceânides; quando essa versão é aplicada, Afrodite é que passa a ser filha de Tálassa com Urano.
Dione não deve ser confundida com outra Dione, filha de Atlas e esposa de Tântalo, de quem teve Niobe e Pélope, mas o abandonou quando soube que ele havia matado Pélope. O nome Dione é igualmente formado com base em Diós, genitivo singular de Dzeus (Zeus).
O nome Dione é igualmente formado com base em Diós, genitivo singular de Dzeus (Zeus). Assim, podemos entender que Dione é "a brilhante, a luminosa", já que Zeus quer dizer "luz, claridade, brilho". Afrodite por ser sua filha foi cognominada de Dionaea ou Dioné.
Homero não explicita sua origem, mas autores tardios, a consideram mãe de Afrodite, a colocam entre as titânides, filhas de Urano e Gaia.
Hesíodo cita Dione entre divindades das mais importantes no proêmio da Teogonia, mas não a considera mãe de Afrodite. Segundo Hesíodo Afrodite teria surgido da espuma do mar criada quando Cronos corta com uma foice os genitais de seu pai Urano. Alguns mitógrafos modernos pretendem identificar Dione com uma das titânides de Hesíodo, talvez Feve ou Réia. Tratando como personagem claramente distinta, uma das Oceânides filha de Oceano e Tétis.
Afrodite era às vezes também chamada Dione, em alusão à mãe, ou "Dioneia" (Dionaea).
A Dione de Homero e Hesíodo não deve ser confundida com a ninfa Dione filha de Atlas, às vezes é colocada entre as Híades outras vezes citada como esposa do rei Tântalo e mãe de Pélope, Níobe e Bróteas.
Para Platão
Uma concepção tardia concilia as versões de Homero e Hesíodo dividindo Afrodite em duas deusas distintas, Afrodite Urânia, "Celestial", nascida sem mãe, do esperma de Urano; e Afrodite Pandemos, "De Todos os Povos ou tribos" ou "De Todo o Povo", nascida de Zeus e Dione.
Esse conceito encontra-se pela primeira vez no século V a.C., em Platão. Para os neoplatônicos e seus intérpretes cristãos, Afrodite Urânia, ou Vênus Celestial, representa o amor espiritual, enquanto Afrodite Pandemos era associada ao amor físico, carnal. Outras concepções davam a primeira como deusa do amor lícito, matrimonial e a segunda como a do amor desregrado, principalmente com prostitutas.
Hestia, Dione e Afrodite, 435 a.C., British Museum.
The Elgin Marbles (from Thomas Bruce 7th Earl of Elgin), also known as the Parthenon Marbles (Γλυπτά του Παρθενώνα), are a collection of Classical Greek marbles sculptures made under the supervision of the architect and sculptor Phidias and his assistants. They were originally part of th Temple of the Parthenon and other buildings on the Acropolis of Athens.
Lord Elgin removed about half of the surviving sculptures of the Parthenon, as well as sculptures from the Propylaea and Erechtheum. The Marbles were transported by sea to Britain. Elgin later claimed to have obtained in 1801 an official decree (a firman) from the "Sublime Porte", the central government of the Ottoman Empire which were then the rulers of Greece. International efforts to repatriate the Marbles to Greece were intensified in the 1980s and now.
In 2014, Unesco offered to mediate between Greece and the UK to resolve the dispute, although this was later turned down by the British Museum on the basis that UNESCO works with government bodies, not trustees of museums. In 2018, the leader of the British Labour Party Jeremy Corbyn vowed to return the Marbles to Greece if he becomes PM.
Nascimento de Vênus (1486), Alessandro di Mariano di Vanni Filipepi,
(Galeria Uffizi, Florença) também conhecido como Sandro Botticelli
(Firenze 1/III/1445 17/V/1510).
Provavelmente, Botticelli tenha produzido esta obra no ano de 1486 por encomenda de Lorenzo di Pierfrancesco, um político e banqueiro italiano que queria enfeitar sua residência, a Villa Medicea di Castello.
A obra surge devido ele ter participado dos círculos de Lourenço de Médicis, uma vez que mostra uma tentativa de conciliar as ideias da antiguidade clássicas aos ideais humanistas cristãos. Afrodite (Vênus) é apresentada de forma esguia, recatada, com traços harmoniosos.
A obra surge devido ele ter participado dos círculos de Lourenço de Médicis, uma vez que mostra uma tentativa de conciliar as ideias da antiguidade clássicas aos ideais humanistas cristãos. Afrodite (Vênus) é apresentada de forma esguia, recatada, com traços harmoniosos.
Bibliografia
http://en.m.wikipedia.org/wiki/Dione_(Titaness)
http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Dione
Willcock, Malcolm M. (1976). A companion to the Iliad : based on the translation by Richard Lattimore ([9th print.] ed.). Chicago: University of Chicago Press. p. 58. ISBN 0-226-89855-5.


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