sábado, 24 de abril de 2010

PINHOLE PHOTOGRAPHY

STENOPEICA OBSCURA CAMERAE
This picture was made by me after lunch in downtown Porto Alegre city.
I used a stenopeica camera made from a chocolate can (from Greek: stenopos= narrow hole) or pinhole to get the image from the city. This and other images was made during a meeting em Casa de Cultura Mário Quintana to make a pinhole.
The class was conducted by Sergio Sakakibara aka "Japa".

Take a look in the follows sites:

sexta-feira, 23 de abril de 2010

DESDE CUBA

TAKE A LOOK THAT:

FUCK TARCISO BERTONE

FUCK THE CARDINAL
CARDINAL TARCISO BERTONE

APPROPRIATION

NOW I´M BEGINING A NEW TASK: APPROPRIATIONS LIKE AN EXERCISE TO MY CLASS OF PHOTOGRAPHY IN UNIVERSITY. I HOPE THAT YOU ANJOY AND COMMENTS ARE WELCOME. I TRY TO SHOW SOMETHING NEW AND LIGHT, BUT NOT SUPERFICIAL (IM MY OPINION) BUT I CAN FAIL IN TO MY PROPOSITION. SO THE OPINION OF ALL OF YOU IS IMPORTANT IN THIS EXERCISE. 
THANK YOU ALL.

FUCK THE POPE

There are not in religion that save the humankind... 
There are something inside the man that save the world!

segunda-feira, 19 de abril de 2010

AMAZING HOMAGE TO BEARDSLEY

ENJOY YOURSELF WITH THIS AMAZING HOMAGE TO BEARDSLEY



Alphabetic(the A to Z of birth)
by Jackie Wills

Here’s baby A, swaddled in a bin-liner
dressed in a sweatshirt his mother wore,
bouncy B’s exit was recorded on camera,
her head clamped in the beak of a stork.

Clever mite C dropped from an ambulance
in the hospital car-park, name on a tag,
and D’s the famous embarrassment
left at Victoria station, in a handbag.

E is the bundle a postman delivered,
F, bought from an Argos catalogue,
this little girl, G, was made in a factory
and H reared by rabbits, found by a dog.

Brothers I and J emerged from a toilet,
and cheeky K arrived with the chips.
L was grown on daddy’s allotment
-as you can see from the soil on her lips.

Look at M, the cat brought him home,
N, fat slug, and her gooseberry bush...
O, a surprise, was delivered by aliens
and P raised from clay by Prometheus.

Now, Q, the original test-tube baby...
R, a beauty, is cloned from her mum.
Watch out for S, born on a ski-slope,
and mythical T, the size of a thumb.

An addict, already, U screams for crack,
V is damned by original sin.
W’s winched from floods in Mozambique
and X is cut from the guts of her twin.

That’s twenty-four, just two more to come.
Out of the waves, swims foam baby, Y.
Arms raised, she leads to the very last one -
Z, a star made of darkness in a distant sky.


===================================

Notes to Mark, the animator on the creation of Alphabetic:

A is the archetypal foundling, accompanied by a memento of his mother, B represents the idea of the child delivered by a stork (the beak refers to a forceps birth), C introduces the concept of a new birth myth told to curious children by parents or grandparents who don’t want to deal with the facts of life and D is the reference to the Importance of Being Earnest by Oscar Wilde and Lady Bracknell’s famous phrase ‘a handbag?’ E, F and G are more modern birth myths - there seem to be an awful lot around. H is a reference to the idea of a wild child (Tarzan, Romulus and Remus etc. etc) reared by animals after being abandoned or lost by parents. I & J are a reference to the idea of a teenage mother hiding pregnancy and giving birth alone, K is another birth myth. L has shades of a creation myth - in many stories, the original people come from the earth. M refers to that phrase, look what the cat dragged in, so I suppose it comes out of the idea of self-esteem, N and the gooseberry bush is another classic myth, but fat slug is a phrase a lot of people seem to use about newborn babies - I did - it’s affectionate, though. O the surprise is obvious but there are these bizarre stories from the American mid-west about people being abducted by aliens and being made pregnant...P and Prometheus - in Greek mythology, he created the first people from clay. Q refers to that question why can’t I get pregnant? As well as the questions about fertility and ethics. R a beauty brings in the issues about cloning and why it would be done if it ever happens widely. S is the idea of the action mother (supermum?) and T refers to the story of Thumbelina, who slept in a walnut shell and was a gift to a woman who couldn’t have children. U as a crack baby - I think it was the sound I tuned into here (you - the other, distanced, nameless baby) and V is the shape of the snake’s tongue who tempted Eve into sinning (original sin). W is the baby who was born in a tree in Mozambique during the 99/2000 floods - I thought of the branches of the tree being rather like the shape of the letter. X refers to the possible shape of a scar and this came from a story I read about a baby being cut out of the body of a 7 year old, an unseparated twin. Y is Athene, the goddess of love who was born from the foam of the waves and Z - Zeus, god of the sky as well as the end....space, the unknown, the mystery of where we come from, the idea that we are stars before we are born, we have time on earth and go back to being a star after we die.

===================================

Source

http://jackiewillspoetry.blogspot.com/2006_02_01_archive.html

BLOGS DE ILUSTRAÇÃO

A BLOG ABOUT ILUSTRATION:
Take a look in this blog about ilustration
very interesting!

ESTEREÓTIPOS


A kind of stereotyped image in our mind

domingo, 18 de abril de 2010

O EU QUE SE ESCONDE

O eu que se esconde...

Quem realmente é você? Que habitas o meu corpo todos os segundos dessa existência?
Você nasceu foi amado, cresceu foi cuidado. Você entra para a escolinha, leva merenda brinca no recreio com os amiguinhos. Mas eis que um dia pensamentos novos e naturais você pensa. Você cresce. Dúvidas acumuladas ao longo do tempo ressurgem e você se descobre diferente. Sofre. Nega a situação e tenta ser como todos os seus amigos. Estuda, joga bola, acampa com amigos, faz natação, ama, ri, cuida e é cuidado, até tenta namorar aquela mina que sempre deu bola para você...
Mas não da certo, alguma coisa não funciona como deveria, você dá o fora, chora arrependido. Você esquece. É feliz ou tenta ser. Mas nada disso é o REAL EU que habita em você. Você tem lança e escudo de guerreiro, vai à luta, cai e levanta, às vezes demora na batalha, em outras, a justa é rápida; às vezes perde batalhas por escolhas e estratégias errôneas e assim demora a se reestabelecer. Algumas vezes os amigos o erguem outras vezes é erguido pelo pai tempo ou por algum desconhecido. Trabalha, briga com a mãe e com os irmãos, e até mesmo com o vizinho. Toma chope nos “happy hour” com colegas da faculdade, faz um esquenta na casa dos amigos, vai a baladas, bebe cerveja, toma energéticos, se interessa por um “gato” um “pedacinho”... Fica triste por não ser amado da mesma forma e intensidade que amou... Mas seu amigo esta lá para ouvir e dar apoio. Ele até oferece a casa para você levar o seu encontro casual... Você desenha, escreve poemas, faz um blog. Vai para academia, treina toda semana... Conversa com os colegas e conhecidos, da uma informação para uma pessoa perdida na rua ... Vai ao cinema, chora. Mas olham para você estranhamente, ou o discriminam, segregam ou o aceitam “com ressalvas mudas, não escritas”...
Você se imagina diferente muito diferente;
até pode pensar que não merece ser como os outros... que fez algo errado ou que persiste em algum erro... mas que para você é natural...
nasci assim não sei ser de outra forma, você pensa. É como dizer a um peixe que respirar água é errado...
...
Você faz o melhor todo dia, lê muito, pensa, atualizando-se sempre, você ensina tudo o que sabe...
Você trabalha para o mundo ser melhor cada minuto do dia.
Mas você se conforma em ser um cidadão de segunda categoria, para que os outros falem com você, para que os outros o vejam humano e igual a todos e não coloquem antes de tudo, aquela diferença, que o transforma em um retalho do humano que é.
“Eu não sou um pedaço, um retalho, uma parte, um trapo, um lixo, você pensa enfaticamente”. Mas o outro não o vê assim. E você se conforma.
...
Você ajuda sua família; esteve presente todo tempo. Riu com eles, se alegrou e chorou quando seu irmão teve um bebezinho. Agora você tem um sobrinho. Vinte e cinco por cento de você esta lá naquele novo integrante da família. Mas você nunca será como eles, não que você não seja totalmente humano exatamente como eles, mas porque simplesmente eles não o vêem como igual.
...
Você espera. Procura. Olha em todos os lugares. Vasculha. Espia nos bares, nos gestos, nas opiniões, na rua... nas leituras que seus olhos fazem das pessoas e dos encontros...
“Existirá alguém que me encontrará e por mim se interessará como eu por ele?” Você pensa... Afinal humanos se encontram. Fazem sexo. Planejam, dividem a vida juntos...
Amam-se e se desejam... Esperam que o tempo passe logo para estarem juntos...
Mas para você o tempo apenas passou.
E você deseja que ele passe rápido... Assim, o fim estará mais próximo. Afinal quem se esconde por trás da sua pele? Dentro dos teus ossos? E nas células do teu cérebro? No sangue que corre em tuas veias e artérias? Quem se esconde nos teus pensamentos e nos teus olhares? Quem é esse ser estranho que os outros vêem e você não conhece? Quem se esconde, se mostrando aos outros?

UM MUNDO POR UM CLIQUE


 UM MUNDO POR UM CLIQUE 
A FOTOGRAFIA COMO REPRODUÇÃO, REPRESENTAÇÃO E INVENÇÃO DA REALIDADE

André Seiti

Em uma das principais cenas da ficção científica Blade Runner (Ridley Scott, 1982), a personagem Rachael mostra ao caçador de androides Deckard uma foto de sua infância. A imagem provaria a existência desse período de sua vida - não fosse um pequeno detalhe: Rachael nunca fora uma criança. Ela era um androide de última geração e toda sua memória havia sido artificialmente fabricada. A fotografia nada mais era do que uma ferramenta forjada para legitimar uma realidade que nunca existiu.

Ao longo de sua história e seguindo inúmeras vertentes, a fotografia serviu para validar - e também questionar - diversas realidades, sejam elas inventadas ou não. Exemplos não faltam. Para mostrar que, em alguns momentos do galope, o cavalo retira as quatro patas do chão, o fotógrafo inglês Eadweard Muybridge registrou, em 1878, o instante exato em que o animal ficava suspenso no ar. Foi também no século XIX, algumas décadas antes do experimento de Muybridge, que o francês Hippolyte Bayard, numa espécie de fotomanifesto, publicou um autorretrato no qual simulava a própria morte - a nota que acompanhava a foto, inclusive, tinha o teor de um bilhete suicida.

Reproduzir e representar
Se Bayard inventou uma realidade, Muybridge, por sua vez, a reproduziu como ela é, certo? A resposta não é tão simples quanto parece. O crítico de arte britânico John Berger costuma dizer que a fotografia e a realidade são coisas diferentes. "Entre o momento recolhido na película e o momento presente do olhar que se leva à fotografia, sempre existe um abismo", afirma. Esse abismo seria provocado pela distância de espaço e de tempo entre a imagem que se vê impressa e o objeto fotografado. Já segundo a filósofa norte-americana Susan Sontag, em seu ensaio Na Caverna de Platão, "embora em certo sentido a câmera de fato capture a realidade, as fotos são uma interpretação do mundo tanto quanto as pinturas e os desenhos". Por mais fiel que pareça ser ao real, a imagem inevitavelmente sofre a interferência do fotógrafo.
É o que ocorre, por exemplo, no fotojornalismo. "Trabalha-se para fazer uma reprodução de um fato. Porém, como autor, você coloca a sua experiência e o seu olhar, transformando a fotografia em uma representação sua desse fato", explica o fotojornalista Henrique Manreza, que comanda a Agência 28mm. Seguindo uma linha de raciocínio semelhante, Georgia Quintas - antropóloga e coordenadora dos bacharelados de fotografia e artes plásticas das Faculdades Integradas Barros Melo - de Olinda - afirma que a relação da fotografia clássica documental ou do fotojornalismo com o tema fotografado resulta tanto em representação quanto em reprodução. "Ela parte de um recorte temporal e espacial e segue a seleção do olhar de quem 'escolhe' a cena a ser apreendida. Portanto, ao reproduzir se representa e/ou vice-versa", explica. "Esses dois aspectos [reprodução e representação] são fortes e presentes em nosso dia a dia", complementa Manreza. "E, como fotojornalistas, não temos direito nem devemos alterar a realidade, criando algo que não existe."

A invenção da fotografia
Se, para o fotojornalismo, inventar a realidade seria algo inaceitável, para algumas vertentes da fotografia, como a de arte e parte da documental contemporânea, isso não é problema. "As linhas que definem reprodução, representação e invenção da realidade são bastante tênues", conta Leo Caobelli, fotógrafo do coletivo Garapa. "A imagem é uma incrível ferramenta de narrativa e muitas vezes, senão todas, nós [do coletivo] participamos dessas histórias", afirma. "Isso nos transforma em ´inventores de realidade´, pois intervimos e reagimos, além de registrar." Caobelli reconhece também que a fotografia documental atingiu hoje um estágio "interessante": "É no encontro entre o documental e o experimental que gostaríamos de estar, mas para isso sabemos que a estrada é longa".

Um exemplo claro para ilustrar a invenção na fotografia são as fotos de publicidade, que têm o intuito de seduzir o público por meio de realidades extremamente longínquas e, por isso mesmo, inalcançáveis - caso das fotos dos editoriais de moda e de beleza. "É possível utilizar fotografias feitas com o enfoque de reprodução ou representação da realidade em um anúncio; porém a grande maioria é uma invenção", explica Manreza, que também trabalha com publicidade. "Elas tentam simular o real em um ambiente totalmente controlado pelo fotógrafo, você cria a situação que quiser."

Retratando a quase verdade
Criar, alterar, simular... Como já foi visto com o falso retrato suicida de Bayard, não é de hoje que a fotografia inventa mundos além do real. "O dadaísmo e o surrealismo romperam, refutaram a realidade de maneira revolucionária. As vanguardas alemãs também deram sua parcela nesse percurso", explica Georgia. Outro exemplo dado por ela são os retratos - que, ao mesmo tempo que registram a pessoa fotografada, têm a intenção de descrever identidades e discutir papéis sociais. "Nos retratos", conclui ela, "temos reprodução, representação e invenção da realidade".

Provavelmente, questionar o que é real seja uma das primeiras coisas que o espectador faz ao se deparar com os autorretratos da fotógrafa e designer Helga Stein. "Se você os chama de autorretratos tem de assumir que já sabe o que é realidade neles", diz. As imagens de Helga, uma crítica ao consumismo e aos padrões estéticos inatingíveis, têm, de fato, o objetivo de provocar a noção de veracidade. Mas pôr em xeque a realidade, para a fotógrafa, não significa se desprender dela. "Não acredito no conceito de invenção da realidade", comenta. "Pois a fotografia trabalha com um referente no momento do disparo do obturador. Mesmo que sofra um processo de manipulação bem incisivo, acredito que ainda reste uma relação com esse referente."

Seja como for, reprodução, representação ou invenção - apenas para citar alguns aspectos dentre os diversos existentes -, a fotografia deu um novo sentido à realidade e ao seu "referente". Nas palavras de Georgia: "A fotografia foi revista como campo de consciência, de arbitrariedade, de dominação poética dos mecanismos técnicos para a imaginação florescer sem estatutos delimitadores da realidade". A realidade que, talvez, só se viva na fotografia.


* * *


A arte de fotografar
Dois nomes referenciais da nova geração da arte contemporânea brasileira, Ding Musa e Sofia Borges respondem à questão e discutem o limite entre o real e o fictício.
Para Musa
Minha obra é uma invenção que fala sobre a representação das coisas. Na série My View (2007), por exemplo, eu trabalho com imagens dípticas para desconstruir essa ideia de representação, assim como a ideia de ponto de vista. São imagens que têm uma paisagem ao fundo (janelas, portas, fendas na arquitetura), as quais parecem ser as mesmas, mas não são exatamente. Em outras séries, essa questão aparece de forma diferente. Pode ser um simples deslocamento lateral, como em Displacement 1 e 2 (2007), em que cinco fotos - com os mesmos elementos no plano de fundo e que têm o primeiro plano trocado - são justapostas em uma mesma imagem.
Para Sofia
Minhas fotografias sempre surgem da observação dos lugares, das pessoas e dos objetos que, de uma maneira ou de outra, estão ao meu redor. O real é para mim uma espécie de matéria-prima, e, num primeiro momento, o que faço ao fotografar é justamente recolhê-la para depois observá-la, decantá-la e, por último, construí-la. Não sei bem responder o que há de fantasioso nas minhas imagens, pois elas representam o meu interesse pelas coisas em si. Contudo, nesse processo de decantá-las e construí-las, talvez a realidade das coisas se enfraqueça e os objetos representados se apresentem mais esvaziados. Não sei se isso acontece de fato, mas é o que eu gostaria que acontecesse... que os significados daquilo que fotografo se perdessem ou se embaralhassem uns nos outros. Pois é aí que está meu interesse na realidade, no fato de ela ser vazia e, a priori, sem sentido nenhum.



REFERÊNCIAS:
Publicado na Revista eletrônica Continuum do Itaú Cultural na edição de novembro/dezembro de 2009.(link abaixo)
Outras edições dessa mesma revista (another editions)

LINKS

LINKS
Below are two sites (in fact they are owned by the same peple)
that presenst a lot information on photos
*
Bigpicture is a important site on photography and news over the world
*
Very best site on photos and photography
*
Wedding in Brasil and Latin America
vale a pena ver esse site sobre fotos de casamento
*

SUNSET AND THE MOON

 
SUNSET AND THE MOON